O debate entre Cotrim e Ventura foi um dos mais aviltantes espectáculos políticos que me lembro de presenciar. O problema não está em eles se terem comportado de acordo com a natureza e princípios (ou falta deles) que exibem há anos, mesmo que o Cotrim tenha conseguido disfarçar melhor até termos chegado ali. Ali, onde dois candidatos à função de representante máximo da República Portguesa – portanto, também da Constituição e da Comunidade dos cidadãos – usaram a pessoa de Sócrates como arma de arremesso e explodiram de violência com a temática da “pedofilia”. O problema é que um deles lidera as sondagens, a probabilidade de passar à segunda volta é alta, e o outro fantasia-se como bom rapaz, estiloso e arejado. Mas demonstraram ter uma cultura que conhecemos da criminalidade, onde o marginal tem vantagem (ou acha que tem) por não se inibir a atacar o alvo sem limites morais. Ventura estava descontraído, porque estava no seu terreno favorito. Cotrim surpreendeu pelo descontrolo emocional, aparecendo o seu chinelo marialva que continua a ter gasto no meio social onde fez as amizades e a carreira.
Se estes dois exemplos de miséria ética se candidatassem a uma vaga de professores no ensino público português seria prudente negar-lhes o acesso ao convívio com crianças e jovens sob a responsabilidade do Estado.
tanto um como outro são suficientemente giros para terem acesso a mulheres e não comerem criancinhas . e não são do ps.
quanto ao resto ? sei lá. eu cá gosto do Vieira.
Estes são assim como os define o Valupi; uma cultura ético-social rasca, de taberna disfarçada de um polimento forçado adquirido pelo contacto com alguma elite profissional. Em confronto uns com os outros o seu nível de aldrabões, arruaceiros, imorais avatares de deuses do disfarce vem, inevitavelmente ao de cima.
Outros são diferentes sendo no fundo e em geral iguais ou muito parecidos no mundo objetivo vida. Tal é o caso do nosso primeiro ministro:
Este é o tipo de pessoa no qual, o sorriso define o homem.
Porque é que o Sócrates mete medo a tanta gente?
má onda.
achas mesmo que está tudo bem contado naquela história? qual é a prova que relaciona os dois casos? não faz muito sentido ter cometido o tiroteio na universidade antes do assassinato do professor, pois não? é que um é muito mais arriscado que o outro de se sair vivo e poder continuar. foi tudo spur of the moment e não vale a pena procurar lógica na loucura raivosa? então porquê o aluguer do armazém onde se suicida quase um mês antes do atentado?
enfim, valupi a aceitar todas as explicações do sistema de justiça americano e a calar vozes dissonantes, quando é tão critico do português e se queixa da apatia. irónico.
eich
pode ser como aquilo do máfia koscher , Jack Ruby , ter morto Lee Harvey Oswald…
a morte de um homem que pesquisa energia barata e limpa e onde israel começou a meter o bedelho , a querer substitui os investigadores americanos , pode não ser nada , mas lá que apetece conspirar , apetece.