4 thoughts on “Bom mas bom”

  1. Estava na sala de espera do consultório de um dentista. O primeiro artigo que li na New Yorker era um texto de apologia de uma prática sexual bizarra que tinha a ver com (falta de) higiene. Fiquei com reservas em relação a essa revista.

  2. Lucas Galuxo, e depois, quando finalmente entraste no consultório, tiveste oportunidade de explicar ao dentista por que razão, entre tantos e tão variegados artigos nessa revista à disposição do leitor, sentiste uma pulsão irresistível para ires logo enfiar a cabeça no sexo bizarro e porcalhão?

  3. Sim, Valupi. Comuniquei ao dentista a desilusão de encontrar um amontoado de abjecções onde pensava poder apreciar arte. Neste âmbito, recomendei dois ou três blogues de poetisas portuguesas com muito mais qualidade do que a New Yorker

  4. Lucas Galuxo, não te esqueças de que podes comprar mais comprimidos em venda suspensa, não precisas de estar em carência por falta de receita.

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