Aprender com quem sabe

Hoje, muito mais do que o velho debate esquerda e direita, há uma concepção de como deve funcionar uma sociedade moderna. Vejam a França e a Inglaterra. A França é governada pela direita com um aparelho estatal e económico para manter tudo como está, corporativista; a Inglaterra governada pela esquerda está plena de dinamismo, e de iniciativa e de mudança. Está tudo dito. Mas a par disto o que os ingleses estão a fazer é a restabelecer a importância do serviço público. Ou seja, já não se coloca o combate tradicional: mais Estado, menos Estado. É muito mais a forma de organizar o Estado e a perspectiva de mudança de exigência de eficácia. Os países nórdicos são daqueles em que o Estado está mais presente e são também aqueles em que se tolera menos a incompetência de um funcionário. Porque se acha que se não se está a servir bem o Estado então deve ser sumariamente despedido.

António Borges, 2004

10 thoughts on “Aprender com quem sabe”

  1. “Passei longas horas lá nos escritórios da censura, a negociar com o lápis azul…”

    ahahah… este gajo é demais. esta entrevista parece um conto infantil para os netos e a secção acima é bajulação ao chefes do momento, kahn e blair. nem percebo porque é que perdem tanto tempo com um pantomineiro que traía o país para receber comissões. investiguem e ainda vão descobrir que toda a dívida nacional, produtos financeiros manhosos e privatizações estratégicas passaram por este facilitador e renderam-lhe comissões.

  2. que bem pregava o homem! ele e o seu colega hernani lopes,foram dos homens que mais detestei neste pais.estou farto de economistas de direita! o de boliqueime lamentou a morte de antonio borges,mas esqueceu-se dos bombeiros que morreram!

  3. “… ele e o seu colega hernani lopes,foram dos homens que mais detestei neste pais.estou farto de economistas de direita!”

    oh pázinho! não digas asneira. o lopes livrou-nos do fmi e o broges encharcou-nos de fmi, um era economista e o outro pedante com aspirações a pirómano social. só a comunada e os broges é que se acham com direito à vida e tão-se cagando para os direitos que evocam para subirem ao poder.

  4. Ignatz tu não passas de um ressabiado, deves ser um daqueles funcionários públicos que recebm prémios por assiduidade e pontualidade, (eu toda a vida pensei que o ser assíduo e pontual era a condição minima para mantermos o nosso trabalho) deves ser daqueles que sem fazer absolutamente nada de relevante suiste na carreira graças ao estatuo de funcionário público que independentemente dos méritos e deméritos têm a carreira garantida e não contente com isso deves ser um reformado daqueles que se reformaram com 50 anos e que vão estar mais tempo a receber como reformados do que estiveram como contribuintes, é por tipos como tu que o país chegou onde chegou, não é seguramente por pessoas como o António borges…

  5. oh latósia! o broges começou como vendedor de swaps & afins, depois passou a conselheiro de maquilhação de orçamentos e últimamente andava na quilhação total, portanto se chegámos aqui bem podes agradecer ao presunto e xóriços adjacentes moedas, gaspares & associados. quando às adivinhações supositórias são um bom exemplo da merda que tens no lugar da massa ence fálica.

  6. lat:
    Entrar a matar com insulto pessoal numa discussão é a melhor forma de garantir que não têns argumentos para o post. Ficar calado é a atitude sensata quando não se está á altura .

  7. Gato Vadio, não saba que chamar funcionário público a alguém era considerado insulto, obrigado por me esclareceres, fiquei a saber o que é que vocês pensam dos mesmos…

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