A credibilidade rende juros

Juros a dois anos rompem barreira dos 20%

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O que nos vale é a credibilidade do Presidente da República, que sabe tanto de economias e finanças, e a credibilidade do novo Primeiro-Ministro, que já foi gestor das empresas do amigo Ângelo e só diz verdades ao povo e às entidades, senão isto dos juros ia por aí upa, upa, upa…

8 thoughts on “A credibilidade rende juros”

  1. A parolice que adivinha o futuro e não se cansa de emitir alertas proféticos assaltou o leme da governação com a mesma ligeireza com que se faz um comicio para papalvos. Na sua tacanhez pacóvia, naturalmente não conseguem enxergar como estão a meter o país num desvio colossal.
    Estou à espera de ver quando começam as cambalhotas das ratazanas que encharcam os comentários nas rádios, jornais e TVs.

  2. É pena é ao longos dos anos não terem conseguido endireitar o país mas sim levá-lo à bancarrota… com os sempre visionários…engº Guterres (famoso pelo seu pântano), o visionário do Dr Sampaio (famoso pela frase há vida para além do défice) e o visionário engº Sócrates (famoso entre outras coisas por ter levado o país à pré-bancarrota). Esses míticos governantes tinham visão… eram de esquerda… estes agora não… são incultos, tacanhos, mesquinhos… Só me pergunto porque chegamos aqui??? Porque não crescemos??? Porque não somos mais produtivos??? Já sei …nos últimos 20 anos muito fizeram Sócrates e Guterres nos 13 anos que tiveram no governo, contudo, houve 7 anos em que tiveram lá Cavaco, Durão e Santana e claro destruíram tudo o que se tinha feito de bom e que se haveria de fazer nos anos seguintes. Também não percebo a razão pelo qual os eleitores não votaram no PS (já para não falar do facto de não terem votado no poeta Alegre e sim na pessoa que nem sabe quanto cantos têm os Lusíadas) … se hoje o país está muito melhor que há 6 anos …. só há uma palavra que me vem há cabeça…. ingratidão.

  3. Osvaldo, recua mais um bocadinho e verás esta coisa do caraças: sem crise nenhuma por esse mundo como esta gigantesca de agora, Cavaco, João salgueiro e Balsemão conduziram o país à bancarota em três breves anos, de 1980 a 1983. Já eras nascido? Se andavas de cueiros dou-te meia desculpa. Nâo ta dou toda porque tinhas obrigaçâo de conhecer a história recente.

  4. …gostava de deixar aqui uma sugestão – não vale a pena apelar ao jornalismo pois é coisa que neste País rareia (só freteiros e de direita sarronca) – seria muito interessante explorar o percurso do menino Pedro junto dessa eminência “Prada”… Ângelo Correia… o homem de mão do prof. Cavaco na distribuição dos biliões de euros dos primeiros pacotes de ajuda a Portugal…um oceano de dinheiro eclipsado…esse fulano devidamente investigado dava para o ministério público reescrever o Rocambole com mais meia dúzia de volumes…ele foi a verdadeira parteira do cavaquistão…distribui milhões por “empresários de faz de conta” que nunca mais esqueceram de dar troco… época maravilhosa de fortuna fácil e mesada garantida…sem troikas a chatear nem dívidas – mas de soberanas roubalheiras…a ironia disto tudo é que é hoje um seu dilecto discípulo a redistribuir os novos biliões que chegam…com tal mestre e pelo cortejo de louvarias prevejo desde já o titulo do novo filme…Cavaquistão – parte 2…

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