Maduro já devia ter ido embora há muito. Perdeu claramente as últimas eleições, escondeu os resultados e manteve-se no poder. Com o apoio do Kremlin e seus amigos.
Agora, irónico e decepcionante é ser Trump, um ditador com aversão à democracia e às suas regras, corrupto, prepotente, debochado e megalómano (muito igual a Maduro – menos o deboche -, só mais rico e poderoso), a depô-lo. Trump não pretende restaurar a legalidade e a democracia na Venezuela. Nem sequer pretende que sejam os vencedores das últimas eleições a governar. Pretende apropriar-se das riquezas do país e, verdade seja dita, não esconde esse objectivo. Calhou bem que Maduro fosse um ditador e odiado por grande parte dos venezuelanos, que agora festejam. Mas a intervenção e a intenção não são de todo de aplaudir, à luz do direito internacional.
Teve piada Zelensky ao lembrar que, se Trump abriu a caça aos ditadores, então saberá o que fazer a seguir. Não é porém essa a política da actual Casa Branca, infelizmente para a Ucrânia. Na verdade, Trump quer lá saber se o Maduro era um ditador corrupto e ilegítimo (ele é igual, apenas legítimo, por enquanto). Só quer saber que a Venezuela tem riquezas que lhe interessam e não tem o seu poderio militar, ao contrário da Rússia. Baiden dizia que Trump até admirava Maduro. Não tenho dúvidas de que, pelo menos o invejava. Aconteceu que, provavelmente após acordo/negociata com a Rússia, teve luz verde para se apropriar do país e das suas riquezas. A ver vamos o que Trump faz com a Gonelândia, onde não existe qualquer ditador corrupto, nem narcotraficantes, nem influência russa, existindo em vez disso disponibilidade para negociar por parte de um histórico e agora suposto aliado.
E a União Europeia? Reagiu bem? Seria impossível reagir de outra maneira. Toda a comunidade venezuelana exilada festejou o derrube do ditador Maduro. Condenar apenas veementemente a ingerência num país estrangeiro seria interpretado como dando legitimidade a Maduro, o que seria muito errado. Dizer claramente que Trump fez muito bem, legitimaria o acto como um precedente aceitável para todas as interferências que se seguem. Assim sendo, resta constatar o acto consumado, ficar na expectativa e desejar que se instaure um governo que tenha o apoio da população. Os tempos são desafiantes, quando a política internacional se torna num “reality show”, onde todos os dias acontece alguma coisa escandalosa.
pelos vistos em 2026, a penélope ainda apoia a invasão do iraque de 2003. há gente que pode viver tudo e nunca vai aprender nada.
“A ver vamos o que Trump faz com a Gonelândia, onde não existe qualquer ditador corrupto, nem narcotraficantes, nem influência russa, existindo em vez disso disponibilidade para negociar por parte de um histórico e agora suposto aliado.”
tu achas mesmo que o maduro era um narcotraficante? consegues produzir algum facto que o aponte ou indique?
e quanto a ditador, era pior ou melhor que o saddam hussein? como é que a malta do iraque ficou depois da intervenção militar? o que são “vazios de poder”?
por fim, e deixando de lado a russofobia cavalgante que já a caracteriza, fica uma ultima pergunta para a penélope: a Gronelândia não é uma colónia da dinamarca com população autóctone? até vais andar de lado quando levares com a independência, bebé! depois vais ficar a negociar com nada nas mãos, como aconteceu na ucrânia. por falar nisso, a caça aos ditadores inclui o zelensky ou é este ano que há eleições lá?
Trump traiu o seu eleitorado. Prometeu desintervencionismo e, no entanto, pratica o mesmo intervencionismo militarista dos seus antecessores, Democratas e Republicanos. Na Europa, e agora, nos EUA, o pacifismo está eleitoralmente encurralado. Pensei que Trump tivesse evitado o fim do mundo. Talvez o tenha apenas adiado.
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pelos vistos em 2026, a penélope ainda apoia a invasão do iraque de 2003.
há gente que pode viver tudo e nunca vai aprender nada.
“A ver vamos o que Trump faz com a Gonelândia, onde não existe qualquer ditador corrupto, nem narcotraficantes, nem influência russa, existindo em vez disso disponibilidade para negociar por parte de um histórico e agora suposto aliado.”
tu achas mesmo que o maduro era um narcotraficante? consegues produzir algum facto que o aponte ou indique?
e quanto a ditador, era pior ou melhor que o saddam hussein? como é que a malta do iraque ficou depois da intervenção militar? o que são “vazios de poder”?
por fim, e deixando de lado a russofobia cavalgante que já a caracteriza, fica uma ultima pergunta para a penélope: a Gronelândia não é uma colónia da dinamarca com população autóctone? até vais andar de lado quando levares com a independência, bebé! depois vais ficar a negociar com nada nas mãos, como aconteceu na ucrânia. por falar nisso, a caça aos ditadores inclui o zelensky ou é este ano que há eleições lá?
O mundo é governado por gangsters.
Cada gangster tem os seus apologistas. Até o Putin. Já direitalhas, borboletas como a Penélope e xuxas em geral hão-de sempre ter a canalha americana no coração.
Tão constante foi a propaganda e a influência cultural dos EUA dos últimos oitenta anos, e tão profundo o efeito nas suas cabecinhas, que estão genuinamente chocados com o Trampa – como se este fosse um ‘glitch’, uma anomalia naquilo a que consideram a democracia americana, e a sua cupidez uma excepção na benfazeja liderança americana de um mui agradecido Ocidente.
Porque não são completamente cegos e até já leram umas coisas, bem no fundo das suas cabecinhas até sabem que a realidade não é exactamente assim: que os EUA invadem e matam e mentem como todos os ditadores e criminosos que dizem combater; mas são os ‘nossos’ sacanas, o mal menor. Afinal ninguém é perfeito, concluem, aliviados e de ombros sempre encolhidos.
Pois aqui têm o resultado. O Trampa põe a nu o que sempre fizeram e vão continuar a fazer, apenas sem se dar ao trabalho de disfarçar. Não que se dessem a grandes trabalhos: isto sempre foi claro como água. Os carneirinhos é que olhavam para o lado de ombros encolhidos.
Só irá piorar. O sistema capitalista, americano, mamão, ganancioso, explorador e obscenamente desigual que vocês querem preservar só pode piorar. A tecnologia vai acelerar as suas inevitáveis crises e tornará cada vez mais difícil destronar os gangsters e reverter o caminho.
Fraquinho, este comentário.
Ai, os nossos valores. Pois é: “Preferiam o Maduro?”. Adversativas em excesso.
E se fosse o Biden a fazê-lo, porque o faria, como rearranjaríamos o texto?
A sério que não estamos fartos de golpes, assassinatos, mortes, desespero e dor, em nome dos nossos valores (digamos, prêt-à-porter)? (uma palavrinha sobre Gaza teria ficado bem no texto, afinal é dos nossos valores, democráticos e liberais, diria, sobretudo humanistas, que falamos).
Tudo isto repugna, devia fazer-nos corar de vergonha, assumirmos a decência de uma posição inequívoca. Mas fazemos estes textos, porque não vemos um palmo à frente dos olhos e tudo vai bem deste lado.
conduzir bêbado provoca acidentes e causa vitimas, mas também faz com que muita gente consiga chegar a tempo ao trabalho no dia seguinte, por isso é impossível dizer se é bom ou se é mau.
“é possivel ser contra trump e condenar o maduro”, diz a malta que afirmava ser impossivel ser contra trump e condenar a kamala
O comentário não é fraquinho, é revelador da falência intelectual que campeia por essa Europa. Vamos partes e comecemos pela tentativa de colar esta ação à guerra da Ucrânia. 1 – A Venezuela não faz fronteira direta com os EUA, está a milhares de quuilómetros. 2 – A Venezuela não passou oito anos a bombardear incessantemente áreas onde se concentravam venezuelanos de etenicidade norte americana, falantes de Língua Inglesa. 3 – A Venezuela não estava a tentar (e a ser incentivada) a juntar-se a uma poderosa aliança militar hostil aos EUA. 4 – A Venezuela nunca falou nem insistiu numa intenção de adquirir armas nucleares. Portanto, sobre essa parte estamos conversados.
Passemos agorra à questão da Venezuela ser uma “ditadura”. 1 – A julgar pela total ausência de festejos no país após esta linda ação, não parece que a esmagadora maioria do povo Venezuelano (sim os que lá vivem) esteja a suspirar de alívio por ver o “ditador” ser corrido. 2 – Na Venezuela há eleições regulares, se alguns, mormente na Europa e nos EUA, dizem que são fraudulentas, isso não é necessáriamente verdadeiro. Aliás, onde não há eleições, como bem disse outro comentador, é na Ucrânia, onde 12 partidos políticos foram abolidos, muitos líderes foram presos e “desapareceram” mas isso pouco interessa, na defesa nos nossos “valores”. Mesmo em lugares próximos, como na Roménia e na Moldávia, onde há eleições “democráticas” estas são tudo menos isso. Na Roménia o candidato que ganhou a primeira volta das Presidências foi proibido de ir à segunda; na Moldávia toda uma região foi impedida de votar, porque foi fechada a circulação nas pontes físicas que davam para as assembleias de voto….
Por fim e o mais grave de tudo neste textozeco asqueroso assinado por Penélope é esta defender que não se deve condenar a ação de remoção de Maduro, porque esta é conveniente, porque agrada à “comunidade venezuelana”. Sim senhor, sobre os nossos “valores” e sobre a total falta de decência desta gente estamos conversados.
Luis Pedro: O teu argumentário em favor da invasão da Ucrânia só não é do outro mundo porque é do mundo putinista. És completamente PCP. Não tens vergonha?
Quanto à Venezuela, lembro-te só que os opositores de Maduro ou estão na choldra ou exilados. No entanto, esta operação do imperador laranja até pode ter como consequência unir os venezuelanos, opositores de Maduro e maduristas. Se isso te dá consolação.
Penelope, como é que uma netanyahuista como tu, defensora do apartheid, tem lata de chamar putinista a alguém, é o que eu gostava de saber?
Lava-te!
genocídio é teu: Não é lata. É objectividade. Debitam-se aqui as narrativas do Putin, culpando-se a Ucrânia pela agressão de que está a ser alvo desde 2014, mas depois não gostam de ser chamados putinistas. Porquê? Então para vocês o homem não está cheio de razão? Não são os ucranianos que querem matar os russos? Porquê a vergonha de defenderem as suas políticas? Tenham coragem e digam que o homem é grande!
<Tenham coragem e digam que o homem é grande!<
Não é preciso coragem, apenas é preciso ter dois dedos de bom senso e percepção dos factos.
Comparado com o trampa e qualquer dos seus caniches europeus, é ENORME, tal com é enorme a sua SENSATEZ, e é o que nos vale, se ele fosse um destravado dos cornos como o zélérias, o trampa ou qualquer outro dos seus caniches europeus ou dos profissionais da tropa fandanga, se calhar, com um bocado de azar, não estávamos aqui a trocar galhardetes sobre quem tem a picha maior, -perdão os valores melhores- sé é o Este ou o Oeste.
Com a categoria dele e para defender a terra tuga, tivemos o D.JOÁO II, e o POMBAL – que consta que disse ao embaixador espanhol. <um homem em sua casa pode tanto que até depois de morto são precisos 4 para o levar<-, já lá vai um tempo, agora temos verbos de encher, na ONU, na FUCK UE, e palhaços a mamar ou a tentar mamar na teta publica ao mesmo tempo que vendem a teta ao preço da chuva.
Voltando á Russia, tentar fazer do Putin o culpado de todos os males, é o mesmo que tentar branquear a garganeirice estado unidense com a suposta demencia de Trump, e quem insiste em descrever a desgraça na Ucrania como uma invasão não provocada, se não é mentecapto, só pode estar de má fé ou a cumprir a tarefa atribuída.
E é isto, o resto são balelas.
Eu apresentei factos. Claro que os factos, todos os factos, podem ser interpretados de formas diferentes e é tamblem claro que se podem apresentar outros factos, regra geral é assim que se constroi ou se tenta contstruir uma contra-argumentação. O que fez a pessoa que assina Penélope? Partiu para insulto. É natural, comprova aliás a minha primeira asserção da falência intelectual desse tipo de indivíduos, coiutados, só é pena que nos arrastem a todos para os desastres sucessivos que tanto parecem enaltecer.
então penélope, a sério que pensei que fosses mais pragmática na cena da geopolítica. a forma como dispensaste o argumento do genocidio assim o sugere ainda, pelo que deves estar bastante perturbada pelo comportamento do teu “aliado” nato para vires com essas choraminguices. já agora, vou passar a assumir que envergas o epíteto de netanyahuista com orgulho e adiante, ok?
ora, quem raio é que está a apontar culpas à “ucrânia”? quem se recusa a aceitar que aquela guerra foi provocada e fomentada pelo nosso “aliado” ultramarino para nos atolar, mais à russia (2 birds, 1 stone, a ordem dos factores é arbitrária, verifica-se a propriedade comutativa), num conflito que nos impediria por mais 100 anos de nos unirmos enquanto potência geopolítica, és tu! a russia é uma nação culturalmente europeia, que desde o inicio demonstrou não ter qualquer interesse naquele conflito, mas estar disposta a impôr ali uma linha vermelha. o interesse da ue era que aquele conflito não passasse do primeiro mês, houvesse ali uma demonstração de bravura/bravata militar que salvasse a face de uns e outros (como aconteceu agora na venezuela, se não fores estupida) e um acordo de paz numa posição ainda de relativa força (a ameaça da nossa produção militar e do efeito das sanções económicas era consideravelmente maior do que a realidade das mesmas) que garantisse que o motor da economia europeia continuasse a ter energia relativamente barata (bónus para o acesso a uma estrutura de defesa que potencialmente garantiria que nunca seriamos vassalos de outra qualquer potência mundial). por falar nisso, uma das questões mais interessantes deste conflito é qual foi a necessidade de explodir o nordstream (talvez o maior crime ambiental deste século? pergunto-me) quando ele já estava efectivamente desligado, cuja resposta só pode logicamente ser para que não pudesse voltar a ser ligado outra vez. isto devia dar-nos pistas sobre as motivações ultimas dos intervenientes, pois nunca nos podemos esquecer que, na guerra, a verdade (e aqui refiro-me ao que passa nos meios de comunicação social) é a primeira vitima.
MAS, no entanto, contudo, apesar disso, tu quiseste/achaste bem empurrar a russia para os braços da china exactamente com que objectivo geoestratégico, és capaz de responder, tens alguma ideia?
seres pela paz, soberania ou democracia já não convence ninguém, netanyahuista.
começa a sobrar pouca coisa
(como aconteceu agora na venezuela, se não fores estupida)
não expressava extrema tristeza por ter sido o que aconteceu na venezuela, pois este que vos escreve considera e chegou a recear que podia acontecer bem pior.
é uma das poucas vantagens estratégicas deste comportamento “mad dog” do trump, obriga toda a gente a uma atitude mais pragmática que acaba por os fazer aceitar mais facilmente este tipo de “males menores”.
a maior contraindicação de facto, é obrigar-nos a viver no fio da navalha, em constante risco de entrarmos numa espiral destrutiva, o que acaba por ser bastante stressante e possivelmente cria as condições psicológicas para a tal da espiral se concretizar.
mas talvez alguém o possa raptar e levar a tribunal em lisboa, não sei. acusá-lo de corrupção. fala com o valupi!
«Comparado com o trampa e qualquer dos seus caniches europeus, [Putin] é ENORME»
Enorme é o asco pelos lambe-cus desse gangster. Alguns serão bots, não têm culpa, foram programados assim, mas muitos são humanos – ou quase: são uma pasta de merda numa forma vagamente humana, com uma língua daqui até Moscovo, sempre a trabalhar no cu do gangster. Piores que bots.
É aquele fascínio infantil e basbaque, aliás partilhado por incontáveis carneiros da canalha americana, pelos ‘líderes’, os ‘homens decididos’, os ‘homens que fazem’. Os xuxas cá da casa sentem algo parecido pelo 44. A quem vive de cócoras qualquer mamão, espertalhão ou merdolas parece um gigante.
Para quem não vive de cócoras esta submissão culambista a quem manda, mama e mata é não só asquerosa como incompreensível: por muito que viva não consigo entender como alguém se pode contentar com isto. Torna-se difícil não darmos em cínicos – se é isto a humanidade, que venha o asteróide.
Para a Penélope, para o Valupi e para as actuais bestas que lideram a UE só há duas alternativas: ou se defende a hostilidade da Nato instalada nas fronteiras da Rússia ou se é admirador de Putin. Não há cá soluções intermédias nem neutralidades do mesmo tipo daquela que ofereceu a paz e a prosperidade à Finlândia durante mais de 70 anos. Chegarão longe…
Lucas Galuxo: A Rússia faz fronteira com a Europa. Disso não se escapa. Se a Rússia capturou a Crimeia, quer capturar a restante Ucrânia e todos os dias ameaça atacar toda a Europa até Lisboa, é mais do que inevitável que os países peçam protecção. Estávamos ainda antes da era Trump, em que NATO era um tratado a respeitar. Ninguém “se instalou nas fronteiras da Rússia” (segundo pensas, com a intenção de a ameaçar, o que até tu és capaz de compreender o quão absurdo isso é).
“Se a Rússia capturou a Crimeia, quer capturar a restante Ucrânia e todos os dias ameaça atacar toda a Europa até Lisboa”
Penélope, toma o comprimido
Lucas Galuxo: Resposta típica de quem é incapaz de contra-argumentar e que interpretarei como “a Rússia não capturou a Crimeia, não quer a Ucrânia e não ameaça todos os dias atacar a Europa”, pelo que só te posso recomendar uma ida ao otorrino e ao oftalmologista. Depois conta se ficaste melhor.
Penélope, a Crimeia e o Donbass teriam sido invadidos se não tivesse ocorrido um golpe de Estado na Ucrânia, instigado por países hostis à Rússia, liderados por neocons americanos acolitados por líderes europeus toscos que agora dão murros nas paredes, percebendo serem os próximos a entrar na trituradora? Porque raio a Ucrânia, os EUA e restantes países da Nato teriam direito a garantias de segurança e a Rússia não? Os russos são filhos de um Deus menor?
<<<«Comparado com o trampa e qualquer dos seus caniches europeus, [Putin] é ENORME»
Enorme é o asco pelos lambe-cus desse gangster. <<<
Confundir uma constatação, á vista de quem tem discernimento e isenção na análise dos factos, com idolatria ou coisa similar, mostra falta de isenção ou percepção analítica, já designar como gangster, um estadista que levantou o seu país da bandalheira mafiosa, económica e social em que se encontrava, dá para desconfiar da intenção e modos de quem o faz, especialmente quando aparenta lucidez e isenção noutros temas.
Aliás, tenho constatado que isso é recorrente em várias camadas da teia, o que levanta uma duvida premente.
Ou são agentes especiais a trabalhar pra confusão, ou então, e talvez mais preocupante, é mesmo a estupidez natural humana no seu melhor, e daí o ser facto histórico que, É MAIS FÁCIL ENGANAR UM POVO, QUE CONVENCE-LO QUE ESTÁ A SER ENGANADO.
DIVIDE ET IMPERA já se usava pelo menos, no tempo do império romano.
Tenho dito.
Continuo à espera das sanções aos EUA…