Vinte Linhas 779

Ana Teresa Pereira – tudo começou em «Matar a imagem»

Ana Teresa Pereira (n. 1958 – Funchal) é uma escritora de méritos reconhecidos que não tem parado de receber prémios literários desde 1989 até hoje. Por exemplo recebeu o Prémio Pen Club em 2005, o Prémio Máxima em 2007 e o Prémio Edmundo de Bettencourt em 2006 e 2010. Mas tudo isto começou muito antes em 1989 quando um júri constituído por José Guardado Moreira, José Jorge Letria, Manuel João Gomes, Belmiro Guimarães e por mim próprio, decidiu atribuir ao seu primeiro livro ainda em manuscrito o Prémio Caminho de Literatura Policial.

A partir desse primeiro livro surgiu o segundo em 1990 («As personagens»), um conjunto de histórias juvenis (iniciado com «A casa da areia») e até o género «western» com «O vale dos malditos» sendo os seus títulos mais recentes «As duas casas» e «Inverness».

Ao arrumar velhos papéis em pastas organizadas vim a descobrir uma página do jornal «Tempo» de 1-2-1990 no qual publico notas de leitura sobre 5 livros publicados nesse ano de 1990. A saber: «Matar a imagem» de Ana Teresa Pereira, «O sossego da luz» de Amadeu Baptista, «O narrador/ O mar» de João Candeias, «Antologia do cadáver esquisito» de Mário Cesariny e «Por terras de Portugal e de Espanha» de Miguel de Unamuno.

No caso específico de Ana Teresa Pereira e porque fiz parte do júri que a revelou no mundo as Letras, vale a pena ler de novo esta frase pois julgo existir na heroína da história um reflexo da autora: «Sempre havia gostado de histórias de quartos fechados. «Os crimes da Rua Morgue» de Pöe, «O Mistério do Quarto amarelo» de Gaston Leroux e os crimes em quartos fechados de John Dickon Carr com um certo sabor a «Mil e uma Noites».

17 thoughts on “Vinte Linhas 779”

  1. gostei da fotografia, esse formato era usado no bilhete de identidade e na carteira dos namorados. mais uma paixão não correspondida que não vergou às compotas e aos prémios literários que atribuías nos teus tempos de ícone da cultura nacional. desves ter descoberto a formula para os próximos 100 postes, eu tive lá e foi graças a mim, foda-se que até dói tanto bestunto.

  2. tô a ver, isto foi no tempo em que os concorrentes eram obrigados a enviar a fotografia com a inscrição. foi assim que começaram os concursos do barbosa, esse todo, o do acp, e de mais uns quantos babados que andam praí de boca ao lado. tou pra ver onde vais pedir asilo político quando começarem a escrever a estória das melhores bundas literárias & mama poética dos anos 80 e 90.

  3. ehehehehheh, « e por mim próprio», o gajo alega estar em todas, eheheheh, mas nenhuma bai contigo ó barbudo torto.

    ««Sempre havia gostado de histórias de quartos fechados». Ó Páh e depois onde é que está a beleza pah desta frase? A mulher não sofre de claustrofobia, já vimos mas e depois, histórias de quartos fechados, tô a bere, daquelas onde só estão dois, na posição do monge de barriga pra baixo e de barriga pra cima, sim e depois, já agora com a telefonia a berrar para o bizinho não ouvir, não é?! Ó pá as tuas escolhas de frases estão para a beleza como a beleza está pra ti. Não há correspondência.
    Cum caraças, eu conheço tanta gente das letras e ninguém te distingue, pá!! oube se cunhecem alguma crónica tua deve ser da casa de banho, quando não há papel higienico, limpa-se o cu ao jornal, ou embrulha-se a banana verde.
    CALA_TE,páh, bai descamisar milho, meu.

    Ó maria judite
    afinal havia outra
    é a maria teresa
    com cara de tesa

    O Zeca galhão
    cobiçou-lhe a cueca
    mas a maria teresa
    não lhe mostrou a patareca

    eheheheheheh

    A maria luisa
    era outra a dançar
    que o Zeca galhão
    queria papar

    mas o gajo não tinha berga
    não tinha cólidade
    e a maria luisa
    cagou-lhe na idade

    EU, mais EU e EU mais Eu, omnipotente, ominipresente e sobretudo impotente – o Galhão, Zeca Galhão. Fogo pah, aposto que a primeira vez que bistes cuecas femininas foi nos saldos do conde barão.

  4. Ausente destas lides há algum tempo, não resisto às “provocações” do nosso poeta. Mas a culpa é dele, que não quer arrepiar caminho.

    Começarei por referir esta pérola, que foi para mim uma revelação : “A partir desse primeiro livro surgiu o segundo)”. Nunca me tinha passado pela cabeça que, ao primeiro, sucedesse o segundo. Bem achado, sim senhor! O jcf é um iluminado, de cuja luz todos beneficiamos (ao menos para um sorriso).

    Depois escreve, o notável bardo: “(…)e porque fiz parte do júri que a revelou no mundo as Letras (…)”. Devemos, portanto, pensar, insigne poeta, e distribuidor de prémios, que sem a vossa “revelação” o mérito da escritora não seria suficiente para se impor?

    Como dizia um comentador há alguns dias, é altura de repensar e de moderar a sua vaidade. Afinal, meu poeta, o senhor, se alguém se lembrar de si daqui a 30 anos, não passará de uma nota de pé de página, destinada a cair no esquecimento.

  5. eeheheheh, «A partir desse primeiro livro surgiu o segundo» ehehehh. bem como o gajo chumbou na terceira classe, o gajo ficou com lacunas, e passa do um para o três ou para o quarto, refazendo a gaita teremos ebentualmente «A partir desse primeiro livro surgiu o sexto). Ó barda, tu na berdade tens cá uma pinta, mas uma pinta de merda, és calhau, pah, até os gajos do biriato, pensabem melhor que tu, oube, é óbvio que depois do primeiro tinha de bir o segundo, eeheheheh,

    ATENÇÃO À NABEGAÇÃOE. o gajo é BARDA e não BARDO!! Barda de bardamerda, tá bem?!

  6. oh da benedita! se a ana fosse na tua conversa ainda estava no primeiro depois de ter escrito uma dúzia. pra variar não me enganei, o bronco virou caça talentos. agora só falta contratares o voltaren para fazer os castings de poesia e tu em proxeneta-geral da poisia modeling inc.
    ideias a desenvolver: bécula secretaria adjunta, cimento no research e o eme no proxenetting.

  7. ò meu caro ignatzzz, atãoe eu quero o cargo de jénerél ménagére, queu gosto de mandare pah. Já tenho cargo pró da benedita – limpar as sanitas de cinco em cinco minutos por cada merda cu gajo extrair da entranha. Castings da poesia pá, não, mas posso tomar conta da seleçãoe da poiasia do gajo, porque acho que alguns cagalhões do tipo são passíbeis de moldura com direito a legenda e tudo, tás a morder? a bécula que gosta de grelos engelhados pode ir pra reciclagem, o cimento, esse não sei, o tipo anda sempre aos figos e pelos vistos demora-se por lá, o eme, pode fazer o rap das minhas poesias e abrir os blogúes com as mesmas, tás a bere, cumós gajos agora nas erelaines, quando apresentam as trampas de segurança e o catano, tás a bere. as amigas do bronco já que se deixam postar na internet podem fazer um grupelho de xiarlidéres, aí pa, podes berificar se o material tá em condições´, mas tamém se arranja uma ida aos gajos que esticam a pele da Caneças, tás a bere a coisa?

    Su gajo da benedita quiser travalho suplementar, sempre pudemos pô-lo num juro qualquer, a escolher as mais bem bestidas no jete sete nacional, sobe as orientações do castelo vranco, é um aideia, mas podemos fazer breine setórmingue, pa.
    Oube, toma cuidado com esta caca, não bá a camarada isavel apagar a coisa, mas podemos arranjar-lhe um lugar na cumissaõe de censura e arranjar-lhe um ministerio de nobos conceitos. Concordo com a designação de poiasia modeling inc. pá. Podes sere bice – presidente da coisa.

  8. “um júri constituído por José Guardado Moreira, José Jorge Letria, Manuel João Gomes, Belmiro Guimarães e por mim próprio”
    Perante esta beleza o que é que se pode dizer? “por mim próprio”. Foda-se, pá o gajo é vaidoso como o caralho. Não tenho palavras para classificar esta abécula.

    Era um concurso literário,
    tás a ver oh meu,
    o xico deu um murro na mesa e disse:
    -O júri sou eu!!!!!!!!!!!!!

  9. e ainda digo mais: acho que a presidente da xunta Merkel devia seguir o modelo, para ver se isto ganhava alguma graça…bardamerda para as damas de ferro (já não chegam os gajos de plasticina?)

  10. presidente da xunta Merkel

    O Então cara amiga ja diz xunta, e não junta. Sera pela influencia galega?
    boa noite.

  11. caro reis,

    é porque ali o artista, quando está bêbedo, que é quase sempre (o personagem, digo), carrega no X. Mas acontece também que acabo de vir das Astúrias/Cantábria e apanhei por lá muitos Xs – parece que vão da Galiza ao País Basco-é a frente de resistência do norte, poix é?

    Bicos , beixinhos :)

  12. ó xixo, ó xico

    atira-te ao penico

    escreves, desunhas-te
    nao passas de um saloito

    so pensas em ti
    só tu tens umbigo
    gostas do eu
    esqueces o tu
    es um cabeça de atum

    tás a bere o qué poiasia do género da tua? Queres a minha fotografia? pra postares? ehehehehh

  13. Segundo informação de Hugo Pinto Santos – que agradeço – os mais recentes livros de Ana Teresa Pereira são: «A outra» de 2010, «A pantera» de 2011 e «O lago» de 2011.

  14. É mentIRA pá. O «Afinal habia outra» não é da Ana Teresa, é doutra bimba, é a gaja do podes ficar cum as jóias, o carro e tudo, mas deixa-me em paz.

    A pantera, isso cheira-me a cor de rosa, quarto fechados, hum, debe ser fresca debe.
    O lago, debe ser a ribeira onde o BRONCO DA BENEDITA assistia à labagem das cuecas dos gajos da terra, e tentaba montar a cabalo, mas só lhe saiam burros no caminho e esquinas na rua, daí ter reprobado na 3ª classe. poxa, essa e que me impressiona, um gajo que se diz poeta, chumboue na 3ª classe, ó POIATA pá, bolta pra benedita e baie acomer veterrabas.

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