Vinte Linhas 759

Aviso – ainda a tempo – aos meus leitores e amigos

Quando foi publicado o «Vinte Linhas 500» surgiu um comentário no «Aspirina B» escrito por um pobre diabo nestes termos: «Pronto, já chegaste ao quinhentos, já te podes pôr na alheta». A facilidade com que qualquer trambolho, só porque tem acesso à Internet, se arroga o direito de ter opinião e, mais do que isso, o poder de decisão, é assustadora. Mas eu não me assustei e continuei a escrever porque tenho um passado, tenho um presente e julgo que tenho um futuro. Mas mesmo que não tivesse nem passado nem presente nem futuro, nunca seria um desconhecido a decidir a minha vida ou a fazer a minha agenda. A prova que consegui ultrapassar o caso é que já vou a assinar o «Vinte Linhas 759», o mesmo é dizer 259 textos mais tarde do tal 500. Ora 259 já é mais de metade do número que o tal trambolho julgava capaz de ser o ponto final. Mas até aqui tudo foi fácil: eu desmenti o pobre diabo assinando sempre mais textos. O trabalho foi a resposta.

O caso agora é mais bicudo: trata-se do meu texto «Vinte Linhas 756» intitulado «Exortação final aos animais (s/foto de Carlos Tomé)». Caros leitores e amigos: como é óbvio todos os textos podem ser lidos de muitos modos mas existe um que não está no programa: a demagogia. A demagogia é isolar uma frase, um conceito ou uma ideia e dissertar à sua volta ignorando, de propósito, todo o resto. Houve um trambolho que isolou a frase «Por isso os exorto nesta crónica final» e fingiu não perceber o título «Exortação final aos animais» que coloca o acento tónico na palavra «animais» a confirmar pela excelente fotografia de Carlos Tomé de um grupo de bois na Ermida da Senhora de Alcamé. Dirijo-me aos meus leitores e amigos para que percebam a razão de ser de não haver resposta às patacoadas dos pobres.

11 thoughts on “Vinte Linhas 759”

  1. Exemplos práticos e ilustrativos da projeção que o trol mais bronco da benedita, vulgo, repescado da Escola Comercial, ou seja, do «0-0=0», é-nos dado por um tal JOSÉ CARMO FRANCISCO, a saber: «pobre diabo»; «Trambolho», «desconhecido», «pobre», entre outros que se poderiam tirar do engarrafamento de raiva, complexo de inferioridade e zanga que se tira «lá de cima».

    É curioso como um bronco que reprovou na terceira classe, expôe a vida dele a todos, incluindo a marca do eletrodoméstico, a marca do carro, a ida à padaria, enfim, uma vítima da indiferença a que foi, é e será votado pelos mesmos «todos», se crê no direito de falar na internet, alardeando uma discriminação que, a existir, deveria atingi-lo pela natural estupidez que crassa neste «ser» chamado JOSÉ CARMO FRANCISCO, a mulherzinha mais patética que poderia aparecer nos blogues internéticos. Veja-se que o bronco da benedita, é o tipico do «foguete e lança a festa», «come e é comido», o bobo da internet que gera a risada em pouco menos de um segundo e nos leva a uma bem disposta limpeza da internet, logo pela manhã, em jeito de cagança matinal. Convém abalar este género de publicações – as emitidas – pelo Bronco da Benedita -, fazendo contra publicações do género, para que quem leia o IGNORANTE, se aperceba que nem todos são os «trambolho», o «pobre diabo», que este mulherzinha é.
    O TORTO em causa podia até escrevinhar as vinte linhas que quisesse, pois redações da 1ª classe todos fazem. O problea é que este «ser», vulgo JOSÉ CARMO FRANCISCO é cego, teimoso,qualidades que quase nos fazem promovê-lo á categoria de BURRO.

  2. Pesquisando empenhadamente o que, de fato, retrata o autor da redação «lá de cima», assinada pelo, vulgo, JOSÉ CARMO FRANCICO, encontrou-se nos meandros da internet pimba, o texto infra, que reflete aquele «ser» e que nos permite concluír que há entre ele e o autor do «Apitó cumvóio» um denomidador comum: « vira o disco e toca o mesmo». Assim acontece com as redaçõeszecas do IGNORANTE ZÉZINHO,«Por esse andar», teremos o Chavalo a chegar às vinte linhas mil, num ápice de tempo internético. Só ainda não se leu sobre as cuecas e os desentendimentos dos vizinhos do BOBO, porque como o gajo mora em águas furtadas, reflexo da condição social do BURGESSO, o PIMBA não consegue aceder à mexeriquice -mor «lá» do prédio, abrigando-se no zinco que lhe instalaram por causa da humidade e nos «miaus» dos gatos que lhe fazem companhia.

    Quero cheirar teu bacalhau, Maria
    Quero cheirar teu bacalhau,
    Mariazinha deixa-me ir à cozinha
    Deixa-me ir à cozinha
    Pra cheirar teu bacalhau

    Quero cheirar teu bacalhau, Maria
    Quero cheirar teu bacalhau,
    Mariazinha deixa-me ir à cozinha
    Deixa-me ir à cozinha
    Pra cheirar teu bacalhau

    Teu bacalhau é mesmo uma beleza
    És a portuguesa com teu prato especial
    Se o cheiro é bom, mais gostoso é o cozido
    É o prato preferido do povo de portugal

    Quero cheirar teu bacalhau, Maria
    Quero cheirar teu bacalhau,
    Mariazinha deixa-me ir à cozinha
    Deixa-me ir à cozinha
    Pra cheirar teu bacalhau (x2)

    Teu bacalhau, demolhadinho
    Diz-me se é da Noruega ou aqui de portugal
    Mariazinha deixa-mo cheirar
    Que coisa tão gostosa
    Nunca cheirei nada igual

    Quero cheirar teu bacalhau, Maria
    Quero cheirar teu bacalhau,
    Mariazinha deixa-me ir à cozinha
    Deixa-me ir à cozinha
    Pra cheirar teu bacalhau (x2)

    Quero cheirar teu bacalhau, Maria
    Quero cheirar teu bacalhau,
    Mariazinha deixa-me ir à cozinha
    Deixa-me ir à cozinha
    Pra cheirar teu bacalhau (x2)

    Teu bacalhau é mesmo uma beleza
    És a portuguesa com teu prato especial
    Se o cheiro é bom, mais gostoso é o cozido
    É o prato preferido do povo de portugal

    Quero cheirar teu bacalhau, Maria
    Quero cheirar teu bacalhau,
    Mariazinha deixa-me ir à cozinha
    Deixa-me ir à cozinha
    Pra cheirar teu bacalhau (x2)

    Vamos embora Maria… Ai que bom Maria… Que coisa tão gostosa Maria

    Vamos dar uma virada Maria…

    Quero cheirar teu bacalhau, Maria
    Quero cheirar teu bacalhau,
    Mariazinha deixa-me ir à cozinha
    Deixa-me ir à cozinha
    Pra cheirar teu bacalhau (x6)

  3. foi isto que escreveste, onde é bem clara a tua intenção de te pores a andar.

    “Por isso os aviso nesta minha última crónica de inventário e despedida porque já não posso perder mais tempo com as vossas brutais arremetidas, a vossa ferocidade perante os pobres cabrestos e o vosso desassossego entre os campinos nesta tarde de Julho.”

    descontextualização e demagogia é esta treta

    “Houve um trambolho que isolou a frase «Por isso os exorto nesta crónica final» e fingiu não perceber o título «Exortação final aos animais» que coloca o acento tónico na palavra «animais» a confirmar pela excelente fotografia de Carlos Tomé de um grupo de bois na Ermida da Senhora de Alcamé.”

    mas ainda bem que ficas, depois gozávamos com quem? a bécula não dá tuza, o cimento é bêbado e o freakamunde anda alzheimado.

  4. fazes um poste inteiro de respostas parvas e demagógicas e rematas com esta brilhante conclusão conclusão.

    “Dirijo-me aos meus leitores e amigos para que percebam a razão de ser de não haver resposta às patacoadas dos pobres.”

    agora fico à espera do novo poste interpretativo da “descontextualização”. já que falas nisso, achas que tens leitores e amigos? onde é que eles estão? escondidos com vergonha da figura ridícula com que te arrastas por aqui. até tou com pena daquela vaca fascista que tu querias engatar com compotas e que se viu quilhada para lhe largares a braguilha.

  5. Olha um amigo BRONCO ANALFABETO que queria ser DÔTÔRE, com pretensões a sensível da poesia de trazer por casa. Ólinda, ó bécula, pinta os bêços pá, zarpa, zarpa, faz como o vento, bai-te imbora e num olhes prá tras.galinácea sem penas.

  6. Ò da benedita, ó plebeu! Ó «vulgo», toma lá que combina com o que expeliste na tu acomposiçãoe:

    Eu era moço quando fui para Lisboa e tibe que abandonar
    a minha terra natal
    Era rapaz e saí da minha aldeia para enfrentar
    A guerra da nossa capital

    Desde garoto que sou muito baidoso e toda a bida
    Fui teimoso a perseguir um ideal
    De ser uma dia um homem realizado
    com um nome respeitado no portal

    Eh pá! Eu sou um homem feliz!
    Eh pá! Consegui o que eu quis!
    Olha!Estou na rebista Ler
    Fui despedido do sportém
    Chumbei na 3ª classe,
    E fiz palabras cruzadas no diário de notícias

    Olha o meu povo a loubare, a minha
    cuesia em todo o meu país!
    Eh pá! Eu sinto-me feliz!
    Eh pá! Tenho tudo o que eu quis!

    Olha! Olha a malta a cantar, a dançar
    a minha cuesia em todo o meu país!

    Já corri mundo, sempre fui bem recebido, estimado e
    ajudado pelos nossos feirantes
    Eu agradeço ao povo que me dá chupas e quero dar um abraço à
    malta, aos almirantes e aos nascimentos
    E mim mesmo, grande sacrificado,
    sempre fui mal pago mas é esse o meu fado

    E à mulher ao filhos e à família, desculpem a minha
    ignorância, a todos muito obrigado
    Eh pá! Eu sou um homem feliz!
    Eh pá! Consegui o que eu quis!
    ser conhecido em todo o país

    garanto-te que esta rima, meue, só se lê de uma maneira, pázinho. Mas cuncordo contigo, para quem não tem palabras, acredito que queiras que todos sejam cuma tie. RANHOSO.Ó Ibaristo, atãoe num bens em defeza do tê amigu? Ou tás a papar as batatas do almirante, ó saravá?

  7. lembras bem, oh voltarem! hoje era o dia do cimento otariar um almoço nas portas s. antão e depois irem estripar numa cabine de peep show, o otário mete moedas e o da treta esgalha umas rimas prá parede a ver quem orgásma mais alto, tipo prémio estalactite. ainda acabam nas urgência da ginginha do rossio a clisteres com água da bacia de lavar copos.

  8. pra registo futuro, esta gaita é anti analgésica e no meio da tanta gente vrilhante a pustar postas, o «ser», vulgo, BRONCO DA BENEDITA, epitetado de JOSÉ FRANCISCU CARMO, o gajo que chumbou na terceira classe, e que fala dos eletrodomesticos como se fosse uma mulherzinha de porte menor, tipo judite de verruga no olho detras, aquele gajo dizia, tem bué damigus, ó se tem, ó pa eiles, apenas a bécula vem dizer num ato de inspiração barroca que o tempo se molda aos pés nús, porque se forem pés vestidos, o tempo já não se lhes molda e tem que interbir a custureira do bairru para ber até onde se pode palmilhar sem transpiraçãoe, e sem sapatilhas, a OLINDA SINHÀ, a que gosta de defecar no mar, segue a par e passu esta nouvelle forma de ler o mesmo texto de bárias formas, eu axo que os teistus do ZECA GALÃO, amorfa á borliu, se lêm todos de uma só maneira, porque o seu tior é uma cagança amarela de sultura forte, que não se aguenta um segundo, ou, como istá na moda dizer-se um «seque».
    ó ZÉ CAGALHÃO, PÁ, TU ÉS REALMENTE UM RICO, mas rico de pobreza de espirito, tás a bere o trocadilho da semantica, meue? fogo atãoe os teus amigus não bêm aquie apouar-te, sumariamente meu, pra tu dizeres «sarava» e falares das coxas de frango que nunca cumestes? pá? Hein?léte mi guésse, dei are òle in da feicebuque, ai béte.úòte a cuincidensse, indide ( tu rimembere ióre dótere ine inglande, éfe iu, brou!)

  9. Não percebi nada do que escreveste. Mas afinal esta pseudo-crónica serviu para quê? Para dizeres ao pessoal que já te lemos mais de 500 vezes? Se calhar não lemos. O fato de aqui vires não significa que os outros leiam.
    Eu também poderia dizer já caguei mais de 1.000.000 de vezes. E que interessa isso aos outros? Será que os outros foram ver a merda que eu caguei?
    Não havendo censura, como no Sportén, podes escrever que o dono da net não se importa. Mas tu és realmente um chouriço não um trambolho..
    Não foste tu que quando mais novo disseste ao teu pai (fabricante de chouriços no Montijo) o seguinte:
    -Oh pai! Se há uma máquina onde se mete o porco e do outro lado saem os chouriços, as febras, a entremeada, etc., porque é que não há uma máquina onde se meta o chouriço e saia o porco do outro lado?
    Ao que o teu pai respondeu:
    -Essa máquina já existe, filho. É a pachacha da tua mãe. Pois foi lá que eu meti o chouriço e ao fim de nove meses saíste tu.

  10. Ah, meu poeta da treta, pois dizeis que daquele sítio, tão solenemente utilizado por vocemecê, a pachacha, nasceu o bronco da benedita?aquilo não é porco, é mais um mutante com cara de cagalhão escuro, enrolado, armado em intestino pela trampa que produz, as tais linhas que engarrafam as letras e atropelam tudo o que é pontuação.muito rico em dejetos do dicionário, a que entusiasticamente o sujeito dito poético chama obra e arruma no passado, no presente e crê que no futuro, com alguns traques na rebista Ler.um arroto do alfabeto, um dia de mete nojo na internet, com aspiração a BURRO.

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