Vinte Linhas 712

Esta é que era a Rita que eu conhecia

Há tempos foi publicado no «Aspirina B» um post sobre as patacoadas ditas por três pessoas no programa televisivo de Herman José. Uma delas era Rita Ferro mas não esta com quem convivi na Revista Ler. Era outra: posterior, repetitiva, bocejante. Nos anos de 1997 a 2001 falei muitas vezes com a Rita Ferro que está na foto. No jornal O MIRANTE fiz entrevistas a figuras das Artes, das Letras e do Desporto no Ribatejo. Uma dessas entrevistas foi com Luiz Pacheco e está referenciada no livro «Puta que os pariu!» de João Pedro George. Visitei Rita Ferro em Vale de Óbidos e São João da Ribeira. Conheci os filhos Marta e Salvador. A mãe (Pauline) como estrangeira tinha dificuldades e chamava «grade» a uma caixa de madeira. Conheci a sua irmã Mafalda em Lisboa num dia em que lhe dei boleia.

Esta Rita Ferro diferente da que eu conheci entre 1997 e 2001 limita-se a reproduzir o digest da manha do Correio da Manhã. Aquela patacoadas contra José Sócrates surgem na TV com o sarro das tabernas em cujas mesas esse periódico circula. Quem diz tabernas diz barbeiros humildes. O sarro é o mesmo. Poderiam ter falado do PR que tem amigos na prisão e outros a caminho da dita cuja. E que não se lembra de ter feito a escritura da casa. Ou do BPN onde o nosso dinheiro (pago 133 euros por mês e paguei 350 no Natal) vai tapar buracos. Agora são uns padres de Fátima que se dizem enganados pelo BPN e nós, gente como eu que trabalha e desconta há 45 anos, foi enganada por quem? E o dinheiro das pensões dos bancários que nem o Salazar conseguiu sacar dos Bancos sai com passos perdidos e portas fechadas para tapar buracos do Orçamento Geral do Estado. É uma roubalheira mas isso a Rita Ferro de hoje não coloca em cima da mesa. A Rita da foto acima não deixava escapar. De certeza.

26 thoughts on “Vinte Linhas 712”

  1. oh xico! fiquei sem palavras, que texto mais belo, trabalhado em verso dáva uma excelente balada de intervenção tipo homens da luta. força camarada! se tiveres fotos da chavala em biquini ou mesmo em quini, publica que a malta agradece.

    isto deve ser o novo ciclo literário que anunciaste para 2012. tou nessa irmão!

  2. A Rita fala do Sócrates, mas é uma infame. Já falar do Cavaco é um caso de justiça. Já agora recorrer a fundo de pensões só é mau agora? O ano passado decerto que não era. Podia ter escrito isto o ano passado, mas por lapso esqueceu-se. Acho que devia de pedir o dinheiro que dá para o BPN ao Teixeira dos Santos, ele disse que não custaria um cêntimo ao erário publico por isso deve ficar na conta dele. Por outro lado porque razão a Rita Ferro Rodrigues tem de deixar de dizer mal do Sócrates e passar a dizer mal dos direitolas se voces sempre defenderam o indefensável Sócrates e acusam os direitolas de tudo e mais alguma coisa?? Os direitos são iguais e a Rita não deve estar muito preocupado com as vossas opiniões, que são tão válidos como todas as dela.

  3. Você, poeta, ainda gosta dela ou não teria escolhido esta fotografia de quando ela tinha 18 aninhos para ilustrar o seu texto.
    Jnascimento

  4. Um abraço amigo Joaquim! Saravá! Quanto ao senhor «josé» uma explicação: a Rita Ferro Rodrigues não tem nada a ver com isto. Ela é neta do escritor Ferro Rodrigues («Lusitânia Expresso») e filha do Féfé (para os colegas de curso), são dias pessoas diferentes. Já agora seria bom comentar aquele edifício que foi vendido duas vezes no mesmo dia ou não?

  5. José, no caso de Cavaco há factos: amigos na prisão e outros que já lá deviam estar também, mais a resposta estapafurdia que deu ao jornalista que se limitara a perguntar onde fora realizada a escritura da casa: “Não me lembro”.
    No caso de Sócrates, escutado à má fila (mais os seus amigos) e investigado até ao selo das cuecas , encontraram “zero”.
    Se não consegues ver a diferença, José, penso que és um caso perdido de capacidade de discernimento.
    Linda texto, José do Carmo. Sentido, magoado. Sem raiva.
    Obrigado.

  6. o que eu gostava de ver era essa entrevista que dizes ter feito ao pacheco. bota aí prá malta curtir, isso é qu’era serviço o resto é basófia d’um falhado que gostava* de ter dado uma queca na neta do chefe da propaganda salazarista.

    * desenvolvimento da ideia original do teu amigo nascimento

  7. ó chiquo caralhete adoro a tua diarreia berbal, ó zé caralhete, repetitiva, bocejante, hein ó literata do Lidl, ´já bistes, a dita é feita à tua imagem pá.faze aí um artigu sovre o aipéde, tá na moda, táze a ber.

  8. Obrigado pela ideia e pela explicação mas com toda a sinceridade (sou sempre) digo-te que estive todo o dia a ler a fotobiografia do José Marmelo e Silva e caí aqui um bocado sem distanciação. Já percebi. «Passado a ferro» era quando um carro passava por cima de um fabiano…

  9. À semelhança do meu sócio, também eu estou curiosa com a entrevista ao Pacheco.
    Ó distraído, a Rita usou sempre do mesmo baton…

  10. não sei se a Rita mudou assim tanto.

    ela tem uma virtude que para muitos é um defeito: diz em voz alta o que muitos de nós apenas dizemos em pensamentos.

    realmente em relação ao Sócrates, acho que exagerou, até porque já chega de “bater no céguinho”, para mim ele tem as mesmas responsabilidades que Cavaco, Durão, Santana ou Guterres, pela situação do país.

    isso não quer dizer que aceite o “endeusamento” feito pelo “maioral” cá do sitio, que adora que larguemos a “pinga”.

    como ele está sempre a pedir exemplos, dou-lhe três da péssima governação do seu “ídolo”:

    – as parcerias público-privadas feitas pelo seu governo, ruinosas para o país e vantajosas para os amigos;
    – o aumento eleitoralista dos funcionários públicos, quando já se estava em crise;
    – a forma displicente como o BPN foi nacionalizado;

  11. olha! temos sociedade anonima. prá entrevista ao pacheco é seguir o link, tem a constituição da equipa, troféus ganhos e gaijas, foi feita com não perguntas e variações em forma de respostas, uma espécie de futre show, mas sem chinocas.

  12. olha o lambebotas das arrastadeiras do regime apareceu a defender a neta do marqueteiro do salazar. comunas e cães de caça são bons para se espojarem na merda.

  13. oh sócio, esta coisa das cataratas não deu pra ver o link, mas obrigada.
    olha a Rita é uma bimba comparada com a avó e o avô SNI. eu prefiro a red shoes.

  14. comigo passou-se o mesmo, quando fui ao niagara tamém não vi grande coisa porque me esqueci do zoom na tasca do icewine, mas com boa imaginação nem se dá por isso.

  15. atão experimenta lá com o zoom que te vais rebolar de riso com as epístolas da loira ao pacheco, o resto até o nascimento imagina.

  16. rialmente, rialmente, ó chicu caralhete meu, da sarteza que tu caibes na cama pá, a tua companheira pá, de sarteza que só ocupa uma almufada?, ó franganito de cinsero ná tenze nada, mas de ordinário e cumpleço dinfrioridade, rabentas a iscala, morcaõe.

  17. anota aí sócio, para que conste com zoom +, quem ao mais alto mirante quer subir ao mais baixo terreiro vem descer.

  18. Meu Caro Luis Eme – o essencial do que eu tenho a dizer é o seguinte: para ir dizer as patacoadas do correio da manha não era preciso ir à TV, só para dizer algo de novo, repetir não…

  19. José Carmo ou lá o que é

    Este que lhe fala é o Salvador, filho da Rita. Sabe que me lembro muito bem de si… Na altura já o achava estranho, agora percebo que tem um atraso e tudo se torna mais claro. Quando você ia lá a casa, e várias foram as vezes, tocava um alarme na minha cabeça: “ Vem ai um chato do caraças”. Mais um daqueles que vem bajular a minha mãe com presentes e compotas. Anónimos, estão ouvir? Este senhor passava a vida a tocar à porta da minha casa para oferecer coisas à minha e, sobretudo, para chatear. Não me interessa a sua opinião a partir do momento que, javardamente, desvenda pormenores da vida lá em casa. Para além disso, você é muito burro, homem! Então a minha avó era estrangeira? A sua ocupação é passear a sua imbecilidade por ai, não é? Então está no bom caminho! Mas nunca mais me apareça à frente, seu atrasado mental.

  20. Não me pergunte como, mas vim “parar” ao seu Blog. A si não o conheço de parte alguma, mas pelo que li é uma pessoa sem princípios que se intitula jornalista. Pois eu não o sou, nem tenho pretensões a isso, daí a minha escrita ser tão modesta, mas com princípios e fundamento. Sr. João Carmo não tem vergonha, que para fazer uma critica a alguém vem com palavras incorrectas e infundadas para ofender? Dá-me ideia que deve ter falado duas ou três vezes com a escritora Rita Ferro e achava se intimo da Senhora e querendo agora tirar dividendos. Mas pelo que deixa transparecer pelas suas palavras a referida escritora não lhe ligou importância alguma. Então vem para aqui descarregar ódio e maldade. Você é um autentico pobre de espírito, que não tem quem siga a sua leitura e decidiu ser ordinário. Seja minimamente educado e tente melhorar se na prosa, pois assim não se safa. Não tem vergonha de evocar pessoas que já cá não estão, ofendendo-as? Resumindo a minha breve análise sobre a sua pessoa, o Sr. João Carmo deve ser jornalista lá na sua Rua, utilizando desdobráveis que se colocam gratuitamente porta a porta.

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