Vinte Linhas 639

A não perder as 300 sardinhas da Rua Augusta

Na Rua Augusta nº 96 está patente ao público até ao dia 3 de Setembro próximo uma exposição muito especial – são as 300 sardinhas pré-finalistas do concurso das Festas de Lisboa 2011. No espaço da Fundação Millenium BCP (entrada livre) lá estão, de 1 a 300, as peças escolhidas entre as 2.080 que participaram no concurso lançado pela EGEAC no início do ano.

Neste mesmo espaço da Baixa Pombalina funciona o Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros com entrada livre e encerrado aos domingos e feriados. As escavações feitas revelaram tanques das fábricas de conserva de peixe. A sardinha já era importante no tempo dos Romanos e a exportação de peixe em conserva (ânforas de argila) em muito contribuiu para a opulência económica de Olisipo, a actual Lisboa.

Nesse aspecto não poderia ser melhor escolhido o espaço para a exposição das 300 sardinhas finalistas das Festas de Lisboa de 2011.

Em vez de aberta apenas a ilustradores, designers e artistas plásticos, desta vez participar no certame ficou ao alcance de todos.

Ver a exposição é uma festa: seja a sardinha táxi de Nuno Coutinho ou a sardinha Zé Povinho de L. Frasco, seja a sardinha Camões-Fernando Pessoa de João Leal Pereira ou a sardinha Bandeira de Bruno Rei Santos, seja a sardinha Cutelaria de Josep Escale Casas ou a sardinha Musical de João Abraúl, tudo aqui é uma festa de talento e de imaginação, tendo a sardinha como ícone – que o é desde 2003 nas Festas de Lisboa. De segunda a sábado das 10 às 13 e das 14 às 17 horas aqui fica o convite a não perder.

4 thoughts on “Vinte Linhas 639”

  1. «As escavações feitas revelaram tanques das fábricas de conserva de peixe. A sardinha já era importante no tempo dos Romanos e a exportação de peixe em conserva (ânforas de argila) »

    ó pá, ó zeca galhão, pá, mas tu não estudastes nada em vila franca pá, atão tu não sabes que os romanos se distinguiram na merda da conserva dos alimentos pá, do peixe e o carassas, ó carcamano, pá, tu sabes quem inventou os marcos, pá, sabes quem inventou a porra da estrada calcetada, pá?, oi, ó marmanjo, tu falas como se a descoberta fosse dagora, ó pá, até havia mais sardinhas no tempo dos romanos, meu, eu sei queu contei-as pá, a cumida sabia melhor ó cagamelo,pá, o estrume era a séria pá, não era manipulado, pá, a merda que todos cagavam vinha pura, pá, bota escuro no cagalhão, pá, este gajo deve ser daqueles que pensa que a roda foi inventada agora, ó caramelo, basta olhares pra casas dos romanos pá, olha os gajos que viviam ali prós lados de palmela, meu, cum catano pá, vai ler, vai estudar, fogo já mirritastes.

  2. É mesmo gira Sinhã, é uma exposição com 300 sardinhas todas elas com a imaginação ao poder.

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