Vinte Linhas 632

Festival Com ´ Paço – Maestro fora, dia santo no palco

Logo que o maestro Délio Gonçalves saltou do palco do Rossio, depois de ouvidas as últimas palmas para a marcha escrita pelo compositor Fernando Ramos em especial para este Festival de Bandas Filarmónicas, marcha executada ao mesmo tempo pelos jovens elementos da Banda resultante do Workshop do INATEL de Oeiras e pelos elementos das seis Bandas presentes no Rossio, algo de inesperado aconteceu. Um jovem trompetista de uma das Filarmónicas, resolveu iniciar um tema que todos os outros no palco «agarraram» de imediato. Trata-se de uma composição em compasso bem africano, dedicada à criança com um nome impronunciável que é filha de Yannick Djaló e Luciana Abreu. Os mesmos músicos que antes tinham tocado com brilhantismo peças muito diversas (a opereta Marinarella, o musical Miss Saigon, o clássico New York, New York, o Stike up the Band de Gershwin, o Everest de Jacob de Haan e Os Índios da Meia Praia de José Afonso) alinharam com entusiasmo juvenil na proposta do jovem trompetista, saída no meio do escuro do Rossio e perto de um sem-abrigo que não deixou uma das Filarmónicas fechar o círculo até ao palco no decurso da execução múltipla da bonita e alegre marcha «Com ´ Paço» de Fernando Ramos.

O maestro Délio Gonçalves já não estava no palco a dirigir os seus jovens músicos do Workshop do INATEL de Oeiras mas não deve ter deixado de reparar que um dos mais entusiastas no palco era o premiado Tiago Martins, que no saxofone alto ou no saxofone tenor, tinha mostrado no concerto que o improviso é parte integrante da música bem como da alegria convocada e reunida que a música deve ser sempre.

15 thoughts on “Vinte Linhas 632”

  1. oh xóriço! o panfleto a 45 graus é para entortar o pescoço ou é ressaca do combíbio musical com as mónicas da alegria no trabalho.

  2. ó pá, olhá floribela, a boazinha, tamém já faz parte dos conteúdos de tomo (ó pá, fui ao dicionário)do zeca galhão.não falas é que tamém houve uma canssão pelo batismo do filho ronaldo, aquele que o gajo batizou.um destes dias vens dizer que a floribela fez muito por portugale, pá, não me esqueço da ratoeira gigante que os tipos do gato fedorento armaram para apanhar a floribela, fogo, a gaja invadia o ecran com a sua bondade e arte de fazer nada.manda aí um poema pra dijaló fêmea, quela é muito importante. se eu pintasse as unhas dos pés, pintavás como ela pá, e se pudeçe tamém punha enxertos plásticos nas costas, não sei se tás a ver o coiso, pá. ó trambolho, mas tu não devias tar a frequentar sítios mais elegantes, pá, agora coisas do povo, fogo, isso nem combina com a hoover carassas, nem com o sufá da moviflor que tens, nem com o conhessimento do Sr. sério, ora, ora.

  3. ó sinhã pá, mas ouve lá minha, tu só falas de truca – truca pá, testículos e o caraças, fogo, quero lá saber se andavas nua no mar, pá, deves ter assustado aquela peixada toda. lê um livro pá, tudo é aconselhável desde que não sejam as estrofes carpinteiras, ou alguma antologia da escola comercial, eheheheheh.

  4. ó assanhada, pá, tu lá sabes desses cheiros, já percebi que és polisexual, só falas de testículos e pipis, pá, vais sempre dar ao mesmo, mas vai lançar o anzol noutro sítio pá, que daqui levas nada, ora, ora.

  5. ó pá, tu tens um problema agrícola, minha, ou tens falta de tomates ou laboras com grelo abandonado, ehehehhe, não sei se perssebes pá, penças que vou a escrever bem pra ti, tás enganada, pá, cura-te.

  6. ó pá, esforça-te, esforça-te, pois achas que eu ia receber o que fosse pá, de uma personagem que só fala de caca, loiça, testículos e vaginas e cheiros a peixe e o caraças? toma juízo pa, aqui não encontras rega, pá.toma cuidado que as gretas e o coçar fazem feridas.

  7. ó minha, és de comprenção lenta pá, tu é que deves andar tão ressequida pá, e de tanto te cussares pá, olha!eu costumo meter o cutuvelo nu ouvido, ó assanhada, mas não sangra, fogo.vai cumer saladinha de polvo com cuentres pá, e poe um cuema do zeca galhão de fundo, pá, vais a ver que o embiente fica bué da barile, minha, fogo esta liberdade de pretguês é do carassas.

  8. pronto, vou dar por encerrada a minha diversão contigo. já não me apetece mais. e como gosto muito do Português e de usar as palavras certas, aqui vai: és um filho da puta que vem fazer um clisterzinho gratuito e diário aqui à assoalhada do Zézinho. vai, portanto, para a grande puta que te pariu porque se te pariu é porque não foste feito em local sagrado de amor. deixo-te um sorriso, porque gosto de sorrir até para os filhos da puta – é para ver se os contagio com coisas boas. :-)

  9. ó assanhada pá tás furiosa, pois toma lá a resposta: tu és uma bácora perdida, com problemas agrícolas diversos, falta de tomates e grelo seco, abandonado. já que chamas a ascendência à conversa, filha da puta és tu, e quem te pariu sabia que estava a laborar em terra árida e seca, daí a tua sede nojenta de conversa da merda e sexuada, percebeste ó rata malcheirosa? aproveita o oceano e defeca todo o esterco das tuas palavrinhas de bordel.
    ehehhe, deves ser do tamanho da pulga que para crescer punha salto alto e peruca alta, ehehehhe

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