Vinte Linhas 631

Ai as nossas Gazetas, ao que isto chegou…

Não é preciso ser muito velho para perceber que as notícias são uma coisa e o barulho feito à sua volta é outra coisa bem diferente.

Há tempos na TV um pobre «pivot» disse que os bancários já estão integrados na Segurança Social mas errou ao não dizer «bancários no activo» porque estas duas palavras marcam a diferença entre a verdade e a mentira. Foi um erro crasso.

Há dias na TV uma pobre «pivot» disse por engano a Fernando Ruas (Associação Nacional de Municípios) que em Lisboa a questão das freguesias já está resolvida quando deveria ter dito que existe um projecto para alterar as freguesias da cidade. Nada mais. Projecto é projecto, não é facto consumado.

Agora aparece na TV esta notícia das receitas médicas fraudulentas mas pagas pelo Ministério da Saúde. Ou seja, a tal palavra – reembolsadas.

São muitos milhões de euros mas as notícias referem apenas médicos e doentes em vez de explicarem que ganha com a falcatrua: as farmácias que vendem e os laboratórios que produzem os medicamentos.

Trata-se (segundo me parece) de uma estratégia para desviar as atenções pois de facto não interessa nada saber se o médico é velho ou novo ou se morreu. Muito menos saber se o doente está vivo ou morto. Isso é folclore noticioso. Importante é saber quem arrecada o lucro da miserável impostura: as farmácias e os laboratórios. Os que vendem e os que produzem os medicamentos.

A maneira como a notícia está desenhada cheira a esturro, tudo aquilo é suspeito.

4 thoughts on “Vinte Linhas 631”

  1. Olha ele! A pôr defeitos!!! Tu é que és suspeito e cheiras a esturro hácanos! Coisa miudinha, coca-bichinhos de trazer por casa! Tás sempre a ver fantasmas, meu. Só não vês fantasmas quando as coisas correm bem para o teu lado. Tão interventivo que tu és! A dos «bancários» já tem barbas, tantas as vezes escreveste aqui sobre o assunto, aliás sem interesse nenhum. E depois essa tua prosápia que tanto irrita quem te lê. Esse desprezo com que falas dos outros: «…na TV um pobre «pivot»; «…na TV uma pobre «pivot»… Tem vergonha, invejoso de merda. Querias, não? Estar na TV? Mas não é para os teus dentes! Olha que de pobres é que os «pivots» não têm nada. Sabes quanto ganham por mês? Parvalhão, que não tem onde cair morto e só atira pedradas, merdoso! Metes nojo, meu. Se não tens assunto, vai dormir, pá. Vai vomitar na tua porta a porcaria que tens nos miolos!

  2. tens toda a razão, eu tamém acho que isto é conspiração contra o coelho, tá bom de ver que esta desinformação orquestrada pelos media tem em vista desacreditar o novo governo, causando irreversíveis danos colaterais aos não muito velhos, bancários passivos, fernando ruas, médicos, doentes e mortos em geral.
    acho, se me é permito achar, que o coelho deveria fechar de imediato as farmácias e ilegalizar os laboratórios e os poetas que produzem genéricos até o problema ser esclarecido por uma comisão de inquérito parlamentar presidida pelo teu vizinho do adamastor, o cordeiro e tu próprio na qualidade de ofendido.
    estou contigo na denúncia desta manipulação e recomendo a todos a compra da emqvese, edição da officina lourenço anueres.

  3. Sim, deve ser desinformação contra o Coelho. Recebe benesses da oposição que lhe tem dado a comer e a beber, fora o resto: passeatas, membro de júri de prémios literários promovidos pelas Câmaras Municipais, tarefa pela qual é bem pago, pedinchices, amigalhaços, «panelinhas», «favor com favor se paga» e etc. Tudo isto ele tem propalado aqui nos seus posts. Agora, começa a criticar para ser ainda mais simpático e aferrolhar mais agum. A dita esquerda, umas vezes esquece, outras não esquece os apoiantes. E fala ele em «erro crasso», com a lata do costume!!! É louco varrido!!! E quer tornar-se contestatário, coisa que nunca foi nem será.

  4. «mas errou ao não dizer «bancários no activo»

    ó pá, se não se diz, não se erra, pá?! sugestão, ó trambolho, «mas pecou por não dizer …, tás a ver, pá? é uma questão de estilo e de factualidade versus actividade, hein, meu cagamelo, e o resto, e o resto do teu texto, ai, que até Deus Nosso Senhor ficou branco de tão admirado, ó pá, a tua pontuação e a tua carpintaria de escrita, pá, fogo és mesmo carpinteiro, tens de mudar a lenha, pá, e os pregos, pá, cum catano, ó zeca galhão!

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