Vinte Linhas 521

Joly Braga Santos nasceu de facto no século XX

Agora, terminado o Festival ao Largo que decorreu entre 26-6-2010 e 27-7-2010 no Largo de São Carlos, em pleno Chiado, com os seus 29 espectáculos ao ar livre envolvendo músicos, bailarinos, cantores, maestros e coreógrafos portugueses e estrangeiros, gostaria de chamar a atenção para um assunto que tem a ver com o programa. Aliás programa brilhantemente comentado por Jorge Rodrigues antes e durante os diversos espectáculos.

Não estive em todos mas procurei tirar o máximo partido do facto de morar perto do Largo de São Carlos. Mas fosse por isto ou por aquilo, fixei-me mais no texto do último espectáculo, a «Noite de Macau» com a Orquestra Sinfónica Juvenil de Macau sob a direcção do maestro Veiga Jardim e com a pianista Ieng-Ieng Lam. A Orquestra executou peças de César Franck, Doming Lam, Hua Yanjuan e Joly Braga Santos.

Aqui é que bate o ponto: o programa refere que Joly Braga Santos nasceu em 1824 mas está errado pois a data correcta é 1924. Aliás é fácil de perceber pois os números referidos no programa (1824-1988) davam uma vida de 164 anos, obviamente fora do contexto da vida real de Joly Braga Santos.

Talvez sinal dos tempos, a verdade é que os revisores estão em vias de extinção nos jornais, nas editoras, nas revistas e, pelos vistos, nos programas musicais. Lembro-me de trabalhar no jornal «Sporting» onde muitas vezes passei largos minutos às voltas com os golos do hóquei em patins. A soma dos golos da equipa tinha que ser igual à soma da lista dos marcadores. Conclusão: a data do Joly Braga Santos não é 1824.

10 thoughts on “Vinte Linhas 521”

  1. Já pensaste que a impressão do programa, para se poupar dinheiro, possa ter sido executada na terra dos músicos? O famoso Crocodyle Syndicate de Macau opera em variadíssimas áreas, não te esqueças.

    Still a Joly good post!!

    Abracito, Compadre.

  2. Um lapso.

    Acontece.

    Quando falamos em tecnologias, é inevitável falarmos em profissões que se extinguem e noutras que surgem.

  3. Claudia bella,
    Olha keu gosto domens, tu num tatires a mim. Tu bê lá. A Carmen tá a lebantar umas questõese intereçantas. Bá num sejas má.

  4. O senhor JFK importa-se que de quando em vez eu possa aqui expressar-me em lingua portuguesa do futuro, quer dizer com uns epítetos daqueles mais acentuados, mais fácticos, mais enfáticos. É que minha bipolaridade na escrita carece dessa libertinagem terapêutica, ou médico-medicamentosa. Sofro do síndroma de Tourette.

  5. Senhor JFK,

    Pois tem aqui uma pessoa fã da sua tolerância para com a minha imprevisível pessoa.

    bamos a issu entãoe.

    Dize-me lá Claudia, estás deslumvrada cum o kêe? A carmene dize umas berdades.
    Tu estáse vem da tua keda? eu andu sempre a caír, cada bezana ka boue ta cuntare.

    Olha keu consigu ber doise em um. é uma cençaçãoe do caragu. O outro dia inté bomitei pra cima da mesa, tudo a fugire da mim, tás me a ber num é? Os gajus eram a dubrare, cái e parti o calcio da testa.

  6. Falando de mulher para mulher, tou-te a ber, mereces um tipo do caraças que te reconheça os talentos. O problema é achá-lo… Nem eu encontro nada! :-D

  7. Claudia minha,

    és uma mulhere e peras, eu bem digu kés inteligente. Tu já biste, estes manganõese a pensarem que eu soue panaska, grandas cabeçudos do catanu. Partu-lhes o fucinhu.
    Oube lá, agora pacei a sufrere do sindroma de tourette, tás a bere, assim os tipus do aspirina já podem puvlicar.me, Sapanhasse esse valupi da treta, encinaba-lhe umas cousas, o gajuo pensa ka leba todos no bicu, tás a ber.

    O Senhor JFK parece um gentleman, o rapaz já tem netos, mas save escrabere umas cousas sa quizere. O outro dia emucionou-me, pá, tenhu que ter mais tentu na língua cum ele.

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