Um livro por semana 266

«Cacilhas – Imagens d ´antigamente» de Luís Bayó Veiga

A chamada História «local» tem ganho nos últimos tempos uma enorme importância no conjunto das obras publicadas em Portugal sob o tema da História. O Liceu, a Misericórdia, a Corporação de Bombeiros, o Clube Desportivo (por exemplo) integram na sua memória uma perspectiva não apenas local mas também geral. Este livro, realizado a partir de 44 imagens (fotos e postais) de uma colecção particular, vem convidar o leitor a uma viagem aos tempos idos de Cacilhas e sua região. Cacilhas não é apenas lugar de nascimento de gente ilustre (Elias Garcia, Bordalo Pinheiro ou Romeu Correia) mas também foi um pólo industrial com fábricas de cortiça, tanoaria, conservas e estaleiros navais. Aqui se comercializava água potável para os navios além de azeite, vinho, vinagre, carvão e óleo de fígado de bacalhau. Fiquemos com a nota sobre a imagem da capa:

«Nesta imagem tem-se uma perspectiva do «Largo de Cacilhas», tal como ele se apresentava na década de 30 do século passado. Em primeiro plano observa-se uma das primeiras camionetas da «Empreza de Camionetes Piedense Lda» a qual foi fundada em 2 de Junho de 1928. A «Piedense», para além das carreiras para Almada e Cova da Piedade, também as fazia a partir de Cacilhas para outros destinos mais distantes como a Costa de Caparica e a Trafaria. A «Piedense» juntamente coma a «Beira Rio» (1945) foram, ao longo de 3 décadas até 1975, as mais populares empresas de camionagem que a partir de Cacilhas transportavam os seus passageiros com destino a diversas localidades espalhadas por todo o concelho de Almada. Repare-se ainda no lado direito da imagem, um pormenor de um grupo de pessoas à porta do estabelecimento de mercearias «Tenda Marítima». Em segundo plano ao centro, depara-se o aglomerado de prédios que faziam então parte do sítio da Lapa. Ao fundo o morro de Cacilhas ainda com o seu peculiar torreão. À direita na crista do morro é visível, entre diversas árvores, um moinho já em ruína e sem a sua cobertura.»

(Edição: Junta de Freguesia de Cacihas, Apoio: SCALA, Prefácio: Luís Milheiro, Grafismo: Modesto Viegas)

12 thoughts on “Um livro por semana 266”

  1. És miserável porque, como não vales nada, nunca poderias publicar nada. Nem pelas Juntas de Freguesia nem por uma editora comercial. A tua «obra» é para cano de esgoto…

  2. não tá mal visto, a minha obra é o saneamento da merda que tu e os teus amiguinhos fazem pendurados na teta autarquica das comunas rive gauche. o botas atrasou o país quarenta anos e mesmo assim perdeste o combóio.

  3. Cambada de cobardes, miseráveis e incultos!

    Se o livro é sobre Cacilhas, quem melhor que a sua autarquia para o editar?

    Só bestas quadradas é que acham que são os próprios autores que além de fazerem o trabalho de investigação, ainda têm de arcar com as despesas das obras.

  4. É mesmo isso, amigo Evaristo. Este maluco anterior em comentário é um dos «salvados» do consulado do «botas» e é o que, na minha terra, se chama – um raivoso.

  5. oh assanhados! se é com dinheiro público, tem de haver transparência e publicitação. o voluntarismo e o porreirismo custam mais dinheiro aos contribuintes que o mesmo serviço prestado por profissinais que pagam impostos.

  6. Amigo “anónimo”,
    Fui o responsável pelo tratamento das imagens e pelo grafismo da capa deste livro.
    Não vou referir o trabalho voluntário, e portanto não pago, feito por quem colaborou neste livro, especialmente pelo autor, na investigação histórica necessária para garantir a autenticidade e veracidade dos textos que acompanham as fotografias. Isso é qualquer coisa de que o amigo “anónimo” não faz a mínima ideia, nem lhe deve interessar…
    O que não aceito, é críticas feitas por alguém que não tem a coragem de se identificar.
    “Anónimos” são “pessoas” (desculpem a ofensa às pessoas normais) que não merecem sequer o tempo de ler o que escrevem.
    Como me considero uma pessoa educada e princípios éticos basilares na minha vida, abstenho-me de mais comentários ao amigo “anónimo”.
    Como nota final: Valeu a pena ter colaborado neste livro.
    Obrigado José Francisco, pela publicação deste artigo.

  7. oh viegas! modéstia à parte, essa capa e a scanagem das fotografias não valem um croquete dos que levaste para casa no bolso da gabardine. mas o que me interessa é saber quanto pagou a junta por essa coisa e quem recebeu, só para avaliar se os meus impostos são bem gastos.

  8. Ó cobarde de merda, deves pagar tantos impostos como o Amorim.

    Vai à Freguesia de Cacilhas e pede contas.

    Pela tua conversa de merda, deves ser descendente de algum bufo da PIDE, para estares tão preocupado com “tostões”.

    DE certeza que não te preopupas com o BPN, só com miudezas.

    É por casa de gente como tu que este país está uma merda, só te incomodam as coisas pequeninas, a família do Cavaquistão pode continuar a roubar à vontade.

    Não te mando ir morrer longe, mas sim enfiar-te num balde de merda, que como já nos informaste é a tua especialidade.

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