6 thoughts on “Um tributo esplendoroso”

  1. continuo a preferir o paganismo a simplicidade e a sabedoria da natureza. que é que se há-de fazer ? nada que um humano deslumbrado ( tão totó como eu ) me diga me convence.

  2. Muito bom, Isabel. Belo discurso de Dawkins. Mas fiquei impressionada com o Christopher Hitchens. Está irreconhecível.

  3. um bocado requentado, mas enfim não havia outra coisa à mão para desviar atenções da merda anterior onde os camaradas de blogue não apareceram, tirando o valupi com a operação ana.

  4. pois é, penépole
    depois disto ele recorreu a um tratamento experimental e já apareceu com um aspecto mais resistente, embora as probabilidades de cura ainda sejam muito baixas

  5. O mais engraçado é que estes cépticos contemporâneos de trazer por casa — que invocam o nome de cépticos a sério do passado como Bertrand Russell, Thomas Payne ou David Hume — são tudo o que há de mais acriticamente crente no que toca a uma religião actual como o novo culto judeo-cristão do «Holocausto». Para já nem falar na alegada existência histórica de um tal Jesus Cristo em que mostram acreditar a pés juntos, no desconhecimento praticamente completo de tudo o que de racional se tem escrito sobre o assunto nos últimos duzentos anos. É verdade que os revisionismos política, mais que religiosamente, incorrectos, não integram a literatura mais divulgada, mas são estes sujeitos (aliás sempre prontos a debater os incapazes semi-verbais e a surrar os fracos) que são supostos ser curiosos, investigativos, corajosos e materialmente desinteressados, não é verdade?

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