Eis a intromissão salvadora

EUROPEAN COMMISSION

MEMO

 

Strasbourg, 3 July 2013

 

Statement by the President of the European Commission on Portugal

 

The European Commission and I personally are following the political crisis in Portugal with very serious concern.

The initial reaction of the markets shows the obvious risk that the financial credibility recently built up by Portugal could be jeopardized by the current political instability. If this happens it would be especially damaging for the Portuguese people, particularly as there were already preliminary signs of economic recovery.

This delicate situation requires a great sense of responsibility from all political forces and leaders.

The political situation should be clarified as soon as possible.

We trust that Portuguese democracy will deliver a solution ensuring that the sacrifices the Portuguese people have made until now will not have been in vain.

5 thoughts on “Eis a intromissão salvadora”

  1. o barroso não conta, manda umas palissadas à possoilo para acumular créditos, os mercados são a alemanha + bce e a treta da credibilidade é aquilo que a merckla + draghi quiserem. isso é frete ao amigo passos para impressionar espíritos sensíveis da oposição.

  2. Eis o ultimatum, em tradução que respeita todo o brilho da prosa de Durão Barroso…

    «A Comissão Europeia e eu pessoalmente estamos a seguir a crise política em Portugal com preocupação muito elevada.

    A reacção inicial dos mercados mostra o risco óbvio que a credibilidade recentemente construida por Portugal possa ser prejudicada pela actual instabilidade política. Se isto acontece ele será especialmente danoso para o povo português, particularmente porque havia já sinais preliminares de recuperação económica.

    Esta situação delicada requer um grande sentido de responsabilidade de todas as forças políticas e líderes.

    A situação política deve ser clarificada o mais rápido possível.

    Confiamos que a democracia portuguesa providenciará uma solução assegurando que os sacrifícios que o povo português tem feito até agora não serão em vão.»

  3. O que é isso da preocupação “elevada”? Qual foi a credibilidade construída recentemente?
    Onde estão os tais sinais preliminares de recuperação? Mas, será que o Camaleon anda a
    beber ou fumar coisas janadas?

  4. Muitos argumentos foram hoje debitados, nas televisões da lusitânia ocupada, sobre a indispensabilidade da permanência de Passos Coelho no poder, por forma a continuar a política de apaziguamento dos credores que enxameiam Portugal.

    Noto que muitos desses credores são, hoje, “vulture funds”: fundos altamente especulativos e moralmente corruptos, que compraram os títulos da nossa dívida ao preço da chuva, após o rocambulesco episódio do chumbo do PEC-4.

    Extrai-se, por isso, a seguinte conclusão: segundo os nossos média, Chamberlain não deveria ter sido demitido, a 10 de Maio de 1940, pois convinha à sobrevivência dos ingleses que o Reino Unido continuasse a apaziguar o Terceiro Reich. Este é o pensamento típico de todos os espécimes concupiscentes, como se sabe.

    Deixo aqui algumas citações de Winston Churchill, líder da direita mais conservadora, mas que nunca empregou a sua obstinação na vil traição ao seu próprio país.

    «Foi-te dada a opção entra a guerra e a desonra. Escolheste a desonra e terás a guerra.» [A Chamberlain, após a assinatura do acordo de Munique]

    «Um apaziguador é uma pessoa que alimenta um crocodilo, na esperança de ser o último a ser comido.»

    «Nunca cedam — nunca, nunca, nunca, em nada grandioso ou pequeno, grande ou mesquinho, nunca cedam excepto ante os princípios da honra e do bom senso. Nunca se rendam à força; nunca se rendam ao aparente poder esmagador do inimigo.»

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