E o prémio para o aproveitamento ideológico e religioso mais sagaz e mais cabrão da morte de Carlos Castro vai para: João César das Neves

Por favor, leiam o tiroteio desde o início:

Quando surgem as tragédias, inevitáveis em estilos de vida desviantes, aparecem logo alcateias de comentadores para assegurar que o sucedido nada tem a ver com a perversão ou a opção de género, porque coisas dessas acontecem em todo o lado. Como os cortesãos de Andersen, nem se dão conta do seu ridículo”.

22 thoughts on “E o prémio para o aproveitamento ideológico e religioso mais sagaz e mais cabrão da morte de Carlos Castro vai para: João César das Neves”

  1. E ainda te admiras? Deixei de dar para esse peditório a algum tempo, mas tenho também recaídas ocasionais, como a que se segue, em que acho que tem de ser denunciado em todo o esplendor da sua prosa farisaica, anacrónica, aviltante e medieval para que se ouça bem alto: JCN, o seu tempo de espalhar ódio e de dizer aos outros como viver as respectivas vidas está em vias de extição!

  2. Ó senhor bispo das forças armadas, olhe esta ovelha fascista a dizer que os comportamentos desviantes ao dele próprio são doenças que devem ser tratadas.
    Pode juntar ao outro, faxavor?

  3. Pedro, querido, tens razão, em parte, quando dizes, ou perguntas se ainda me admiro. Também deixei de dar do meu tempo a este cidadão, mas há momentos em que ele passa todos os limites, ele, o economista que se quer apreciado, um escriba sobre o país. Este uso da inteligência ao serviço da destruição do outro é-me insuportável.

  4. Tem toda a razão, Isabel, mas acaba por dar a essa desculpa triste de ser humano aquilo que ele procurava: alguém que enfiasse o proverbial barrete até às bochechas.

    Por favor, não alimente o ogre.

  5. Hummm…
    Este engrossar da voz nas cordas vocais à direita do canal da sopa faz-me temer o pior.
    Alguém me sabe dizer se já existe alguém na calha para eventual Ministro da Economia do Passos Coelho?

  6. (Ainda me estou a rir)

    Vou salientar algumas partes que gostei mais:

    Depois um portentoso aparato mediático, filmes, televisão, revistas, livros, jornais, lança-se numa campanha de propaganda massiva a favor das alternativas, adultério, divórcio, promiscuidade, concubinato, perversão, deboche, etc. É tudo excelente.

    Ao contrário dos antigamentes, época pura onde nada disso existia (a televisão, filmes, revistas e jornais. Só os livros). Aliás, as palavras “bastardo”, “amante” e “orgia” têm todas a sua génese no Sec. XX. Os antigos não eram debochados, que ideia. A avó? Nunca! A avó é pura!

    As gerações anteriores, defendendo ferozmente a família, costumavam desprezar quem vivia nessas alternativas.

    Ui, a ferocidade era medonha, ninguém se metesse com a família. Excepto as amantes, concubinas, escudeiros, cortesãs, damas de companhia, e restante parafernália de gente pura e moral. Os Nobres então, costumavam mostrar o desprezo aos filhos ilegítimos com títulos e terras. E nem vou entrar nos Bispos e Papas…

    Todos reconhecem que, naturalmente, a sociedade ocidental se encontra em decadência demográfica, política, social e moral.

    Todos não. Eu não reconheço. Já não são todos. Se o autor se acha em decadência, é com ele.

    Porque defender a família é considerado conservador, e o contrário de conservador é destruidor.

    Mas não é por essa defesa intransigente que agora se permite a todos constituírem família? Quantas mais famílias melhor, né? Quem é que está a ser destruidor afinal?

    Todas as civilizações e culturas sempre souberam que a família, onde as gerações se unem e sucedem, amando-se, educando-se, sustentando-se, perdoando-se, constitui a base da sociedade.

    Tens toda a razão, JCN. Devias aprender um bocadinho com eles.

    Resumo: o João César das Neves têm razão, isto é a destruição da sociedade dos contos de fadas. Em que ele acredita piamente, honra lhe seja feita. E chama-nos “cegos”.

    Acho que há uma pista importantíssima no texto para poder compreender o pensamento de JCN: Hans Christian Andersen.

    (agora vou-me rir mais um bocadinho. As minhas desculpas a quem fica indignado, mas eu acho o artigo, do princípio ao fim, hilariante.)

  7. Para ser sincero, não percebo como é que alguém pode não gostar de mulheres, até as próprias mulheres que não gostam de mulheres, às vezes, me espantam. Mas percebo ainda menos como é que pessoas como o João César das Neves têm espaço na praça pública.
    Proponho que se crie um fundo para pagar ao JCN um bar aberto no Trumps.

  8. Faço ao JC das Neves exactamente o mesmo que fazia ao Carlos Castro – não os leio por o índice do nojo me bater no vermelho. Não gostava de um, não gosto do outro. Ponto. Final. Parágrafo.

  9. eu não sei é como conseguem ler aquilo. a meio do primeiro parágrafo já seguia para o último, aqui citado. além de estúpido é um grande secador.

  10. Ele esqueceu-se de coisas tipo “Ballet Rose” onde os “bons pais de família” se entretinham nos intervalos das missas e das procissões!

  11. Atenção, o último comportamento desviante foi não ter votado no Sr. Silva. Aguardemos a inevitável tragédia. O sr. Neves seria trágico se não fosse cómico.

  12. o que vale a muita a gente é que o nosso estado civil já não consta do bi – agora cartão de cidadão. se o homem nos apanha, sempre podemos dar o documento e calar a boca.

  13. Se João César das Neves fosse mínimamente astuto, já teria percebido que a sua cruzada cívica é totalmente vã e inútil. Ele insiste em “matar as moscas com uma carabina” e “os leões com uma fisga”, é deixá-lo a falar sózinho…

    Há uma excelente palavra em Francês para ele, ou melhor, o intelecto dele, que agora não me apetece traduzir para bom Português: é “pitoyable”.

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