12 thoughts on “Cheio de legitimidade, e cheio de pressa o “Governo” discute hoje o plano de destruição dos funcionários públicos”

  1. ganda proposta, curto bué postas de lei. nice, minha, quando for aprovada entuba o decreto pró piople desfrutar a semântica dos eleitos em outsourcing.

  2. não ponho em causa que este governo não sabe nem quer fazer melhor no que toca a reforma do estado, do que despedir gente a eito. Mas parece-me um pouco exagerado comparar estas medidas de 40 horas de trabalho semanais à destruição do funcionalismo público…

  3. A edie como grande cabotina que é, continua a falar do que não sabe, é o Miguel Sousa Tavares do aspirina. Dou-lhe só o exemplo dos professores: 22 h lectivas, independentemente do grau de ensino, mais 5 h consideradas não lectivas, mas que na grande maioria o são, pois se um apoio não é lectivo, é o quê?!Sobram 8 h para preparar aulas em casa, para 22 h lectivas, alguns professores com quatro níveis e com secundário. Ah!, e ainda falta o fazer testes, o corrigir, o mesmo para os trabalhos. Como é óbvio nenhum professor nestas condições, que são a grande maioria, trabalha 35 h. Infelizmente, os nossos sindicatos por incompetência e/ou estarem ao serviço de outros interesses não fazem os devidos esclarecimentos.

  4. jaquinzito, filho, acalma-te lá e vai chamar cabotina às senhoras da tua família, que elas têm mais dever de te aturar do que eu. não estiveste atento ás concessões do crato, que estiveram – também elas – na base da demissão do portas? O que é que os profs perderam? O emprego, certo ?Era sobre isso que devias estar a deitar peidos pela boca. Então e os outros fp para além dos profs? Explica-me, lá, tu que não és cabotino nem miguel sousa tavares do aspirina, porque é que os fp (públicos) devem trabalhar menos horas que os fp (privados). Até concordo nas 35 horas, mas para todos. Acontece que ainda não vi ninguém insurgir-se contra o banco de horas dos privados que dá de 50 a 60 por semana – nem a deputada aqui no aspirina. Ora que falta de solidariedade. Até dentro da classe.

  5. ah, e continuo a achar que equiparar mais 5 horas de trabalho por semana à destruição da função pública é um pouco exagerado, acrescento agora que é manifestamente histérico.

  6. com este desemprego devia ser 35 horas para todos; saía-se do euro e desvalorizava-se a moeda, que dava para isso e muito mais…

  7. joaopft,

    ainda bem que concordas, mas estás a candidatar-te a cabotino pelos padrões do funcionário jaquim. Já agora, o milhão de desempregados vem do sector quê? Privado, né? Pois, confirma-se o teu raciocínio.

  8. Camarada Joaqum Rato,não se distraia com o alvo. Os sindicatos representam os seus representados, se os representados não querem isto, devem escolher outra coisa.

  9. edie, eu concordo com a harmonização a favor do trabalhador, que é coisa bem distinta! Se fosse a ti não correria o risco de me meter com o jaquim das finanças, a quem lhe bastam 35 horas por semana para nos esmifrar; ainda para mais, com o orçamento gaspar em vigor…

    Por haver um milhão de desempregados é que se devia emagrecer o horário de trabalho no privado. Os jaquins alemães também não poderão protestar por isso.

    Além disso, com 35 horas semanais de trabalho no privado sobravam umas preciosas horas para os jovens poderem ser mamãs e papás, coisa imprescindível se se quer uma taxa de fertilidade maior que 1,2 filhos por mulher.

  10. Camarada Nogueira, não se preocupe, eu sei bem quem é o inimigo. A ” camarada ” edie, é que por despeito ou por problemas cognitivos, cai na já mais que velha esparrela do poder: DIVIDIR PARA REINAR.

  11. joaopft
    “Até concordo nas 35 horas, mas para todos.” disse eu, ve lá no comento – portanto estamos de acordo nesta parte “divisionista”, parece-me.

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