14 thoughts on “A ler: “por uma nova política económica””

  1. Cara Isabel

    Este amigo Medina, fez parte do Governo que assinou o memorando de entendimento com a Troika. Fala do PEC IV, como se não tivesse havido três PECs antes. Ok, já compreendi, este é que era o “tal” que ía resolver os problemas macroeconómicos e das finanças públicas de Portugal. Companheiro Medina, acorda para a vida, essa cassete está gasta.
    Fala de que é necessária uma nova estratégia de ajustamento. Pelos vistos é o único que acha isso. Pois a forma como os mercados reagiram, na semana passada, ao leilão da dívida portuguesa, mostra o contrário. O Medina que não é mau rapazinho, tem de compreender uma coisa, não há outro caminho!!!!
    Este rapazinho tem jeito é para filosofar. Não fala nada de concreto. Que politicas alternativas ele propõe? Isabel, leste alguma? eu nao li. Dou o benefício da dúvida, talvez o problema seja dos meus óculos.

  2. Qualquer PEC , nem que fosse o 12563156226363 seria sempre melhor do que cá ter o FMI , obrigando-nos a um empréstimo que nos retirou a soberania nacional , quando poderiamos ter tido exactamente o mesmo empréstimo em condições diferentes. É só olhar para a Espanha aqui ao lado.Não vai cumprir o défice de novo? Não faz mal, a Merkl acomoda.
    E isto é algo que os defensores desta austeridade á bruta não conseguem entender ou não querem engolir porque lhes dá jeito no discurso.
    Esquecem-se das criticas violentas que Merkl lhes lançou quando chumbaram o tal PEC e atiraram o país para os braços do FMI.Não foram apelidados de macacos trogloditas porque a senhora é educada.
    O PS de Socrates nunca disse que a austeridade não era necessária.
    Por outro lado há sempre diferenças nos resultados quando uma formula é aplicada por gente inteligente ou por idiotas que tiraram cursos de economia e finanças na farinha amparo.
    Infelizmente são os últimos que estão no governo de portugal.

  3. Ó homem dos cereais, lá vens tu com a tanga dos mercados, então tu achas que se ia falar mal de um negocio da china?

    Já sei que foi uma festa, e eu já a senti também, quando recebi o meu ordenado e vi o valor que me estão a roubar…

  4. jpferra e gato vadio

    Negocio da China estava a ser a telenovela dos PECs. Sempre que o “querido lider” apresentava um novo PEC, porque o anterior já estava esgotado e nao tinha resolvido coisa nenhuma, as taxas da nossa dívida subiam no mercado secundário. De emissão em emissão, iamos vendo o Estado a financiar-se a taxas mais elevadas.
    Que juros estariamos a pagar em 2012, se nao tivessemos entrado no programa de assistência financeira da Troika? Mas a vosso ver, a nossa soberania estaria salvaguardada. Estariamos a pagar , talvez 15%, ou mais, em vez dos 3,4% actuais. Pobrezinhos, mas honradinhos. Deve ser isso que vai nessas cabeças pensadoras. Teriamos entrado em default.
    O que ia acontecer, era sermos obrigados a pedir à Troika, na mesma, mas em condições muito piores.
    Quando entrámos no radar dos mercados que estavam apostadas na queda do euro e, por isso, em pressionar as dívidas soberanas dos países em maior dificuldade, onde se incluia Portugal, o Socrates deveria ter logo pedido ajuda! Meteu-se a inventar, com demagogia ao dizer que eramos um país com 800 anos de Historia que ninguem nos dava liçoes nem nos dizia como nos governar. Saiu-se mal na fotografia e nós é que estamos a amargá-las. Mas sublinho, nao é o único culpado.

  5. bom dia

    caro Francisco só um ponto no teu raciocínio, o homem cujo nome não se pode pronunciar ia conseguir ser financiamento à semelhança do que acontece hoje com Espanha e TALVEZ os juros nunca chegariam a 15%, mas nunca saberemos pois não???

    Falas em PECS e este governo em quantos vai???

    Falas em “pobrezinhos mas honradinhos”, não te canses muito isso é o que já somos…

  6. com socrates e pecs poderiamos estar a pagar juros de 15%, mas com gaspar e sucessivas alterações ao memorando pagamos só 3,4%. entre um suponhamos, jamais verificado, nem na grécia e uma mentira, o juro médio actual é 4,3%, temos uma quebra no rendimento familiar e pretações sociais cerca de 20%. qualquer nabo, não necessáriamente corretor de searas à cml, concluiria que as ilusões de sócrates teriam sido mais baratas 5% que as fantasias do gaspar que só devem interessar aos mesmos do costume, bancos e ladrões de bancos.

  7. Ignatz

    Estou a ver, com este comentário altamente técnico, quem é o ministro das finanças sombra dos socráticos. Por alguma razão andam perdidos.
    Pensa amigo, antes de dizeres disparates!
    Se com a taxa de juro que estamos a pagar de 3,4%, o rendimento das familias e prestações sociais tiveram de ser cortados em 20%, como tu o afirmas, então imagina qual teria de ser o corte destas mesmas, se tivessemos a pagar taxas de juro de 15%!
    Ignatz olha para a Grécia onde isto aconteceu e tem tento no que dizes!

  8. jpferra

    Amigo sempre fomos pobrezinhos e honradinhos. O problema é que nos andaram a vender a ilusão durante muitos anos que tinhamos deixado de o ser.

    Abraço

  9. quando deixares de confundir 3,4% com 4,3 %, eu explico-te o resto com calma para não apanhares uma overdose de conhecimento.

  10. Ignatz

    Neste momento não estamos a pagar 4,3%! Isso só em 2014

    Ignatz poe-te manso que o pessoal do teu partido anda todo furioso!

    Vou esperar com calma as tuas aulas de Finanças Publicas. Já tive isso, vai para 20 e tal anos. Por isso, posso estar esquecido.

    Já agora, o vosso lider Seguro, começou bem o debate no parlamento a falar da EDP. Com os dados do desemprego acabados de sair, o rapaz acha mais importante, para os designios da Nação, falar dos negocios da EDP. Este menino é mesmo filho de um comerciante da aldeia. Sempre preocupado com o tostao que falta na caixa! Vão longe vão.

  11. oh pázinho! não sabes qual é o valor médio dos juros que estamos a pagar e queres discutir finanças públicas. acabou-se o tempo reservado a ignorantes. o-da-autarquia quetature, quando nasceste já eu andava no serviço cívico a aturar ignorantes e atrevidos como tu.

  12. Ó avô Ignatz

    Vejo que o serviço cívico nao te serviu de muito. Ninguem estava a falar de valores médios dos juros. Lê bem o que estava em discução. Sabes lá quando eu nasci!
    E pára de insultar as pessoas. Pois cresci na Amadora e o pessoal de lá, não está habituado a levar insulto para casa. Põe-te fino se não faço como o Jorge Coelho, levas!

  13. aprender a ler e depois a estruturar um pensamento, se sobrar tempo dedica-te à ortografia e corrige o sotaque suburbano.

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