31 thoughts on “Re-Dixit”

  1. Sinhã, sou eu que não sei escrever português? Já viste o que escreveste? Cala portanto o biquinho, ok? Concertos como os teus não os quero. Fica bem.

  2. ó burraúdinha, eu quis que a penetração tivesse música. :D não quis consertar nada. :-D

    (tu a medires força com uma andorinha? tu que és uma lesminha?)

    e que tal, como é a tua caca? :-D

  3. Confúcio Costa, o teu post não está muito bom, está óptimo e assim é que as frágeis mulheres devem ser tratadas. Mas pelos vistos não agradou às tuas mais fiéis admiradoras, talvez pelo excesso almofadal detectado que parece incomodar quando a visita é pela porta de serviço. Aí, tens de reduzir a fazenda, explica.
    Permite-me mais duas observações:
    Ó Sinhã, deves andar mesmo esgalgada, entendo que só os dedos não é solução. Para ti, talvez o “almofodar” fosse conveniente, mas não solução. O teu problema é de construção civil…
    Cláudia, o CC é mesmo porco? Compreendo as tuas frustações e as tuas colagens. Mas pior do que o verbalismo do CC, é a sacana da Sinhã, que não te grama, nem almofadada. E depois tem uma linguagem sobrevivente das casas de meninas do bairro alto…

  4. Não estou a ver bem como é que o «material», depois de bem almofadado, ainda consegue penetrar. Ou és de calibre bem reduzido ou a tua companheira pertence à banda larguissima.
    Seja como for, CC, larga o pénis, que pareces pasmado.

  5. Xiiiiiiii….

    É por isso que gosto (tanto) de vir aqui, é que aqui dorme-se em sacos cama, não há cá a mariquice das fronhas e das dobras de lençol com bordados.

    CC, é essa tua irreverente forma de olhar que me faz ser tua fiel seguidora !

  6. Fico intrigado com todo o circo. Esse escritor, “CC”, monta a tenda com seis palavras (mais ou menos) e as parolas, sem nada que fazer, aparecem…
    Que cena: triste. Muito. Mesmo muito.

  7. Tanto cu-mentador e tão pouca cu-notação. cc penso ter percebido essa de almofadar o sexo para penetrar a mulher mais frágil do mundo – é que elas são tanto mais frágeis quanto mais… não digo, pronto!

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