SPORTING – Os que escrevem com os pés em cima da mesa (II)

Escrever com os pés em cima da mesa tem sempre más consequências. Para além de tudo o mais, tal atitude demonstra uma enorme falta de respeito pelos outros que são assim obrigados a conviver com estes xerifes sem estrela. Sem estrela e sem grande capacidade para escrever textos que os outros percebem.

Por exemplo, a jornalista que escreve com os pés em cima da mesa chama duas vezes Vasco Campos a um jogador cujo nome é Vasco Oliveira. Sobre o jogo Sporting-Alverca em «juvenis», escreve em dois parágrafos diferentes duas opiniões distintas. Começa por escrever que os leões «tiveram pouca sorte na finalização» mas, mais à frente, afirma que os leões acabaram por empatar «por falhas na finalização». Ora «sorte» é uma coisa mas «falhas» é outra e bem diferente. Sorte tem a ver com felicidade, com fortuna, com acaso e tudo a correr bem. Ora falhar é errar o alvo. Portanto se a ideia é justificar o empate com a falta de sorte não se utilizam argumentos como falhas na finalização. Porque quem falha na finalização não pode invocar a falta de sorte. Falta de sorte para um atacante é uma bola que bate num poste e vai até ao outro poste e salta para as mãos do guada-redes. Isso sim, é falta de sorte.

O outro jornalista que também escreve com os pés em cima da mesa faz grossa confusão na ficha do jogo Barreirense-Sporting em «iniciados», ao repetir as substituições do Barreirense que assim surgem como se fossem dez e não cinco. No que diz respeito ao Sporting a confusão aparece quando se escreve «35m saiu Daniel Pereira e Ariclene Oliveira», quando deveria estar escrito «saiu Daniel Pereira e entrou Ariclene Oliveira». Coisas que acontecem a quem escreve com os pés em cima da mesa.

José do Carmo Francisco

9 thoughts on “SPORTING – Os que escrevem com os pés em cima da mesa (II)”

  1. Havia aqui comentários. Negativos. Críticos. Razoáveis. Sustentados.

    O autor não terá gostado e apagou. Simplesmente. Porventura fê-lo também com os pés.

    Há um fascista oculto em muitos de nós.

    Até já.

  2. Confusão minha. Afinal os comentários mantêm-se no post homónimo, ‘tomo’ I.

    Retiro, pois, o que escrevi. Ou parte. Porque estes textos ocultam uma motivação que, a olho nu, pouco ou nada deverá à neutralidade ou à análise científica das práticas linguísticas.

    Criticar colegas de profissão tresanda a despeito. Ou, pior, a inveja. Ademais, o autor está longe de se revelar um redactor virtuoso. E quem tem telhados de vidro…

    Até já.

  3. Vergonhosa esta atitude de puro ressabiamento – que motivações, que passados de derrota esconderão estes textos? Fica, de quem até gosta de escrever com os pés em cima da mesa, uma premissa inatacável: mais do que o sítio aonde estão os pés no momento de escrever, interessa, isso sim, o sítio aonde está a cabeça de quem escreve. E, neste caso, a cabeça de quem escreve está num mal cheiroso local chamado, pomposamente, “Dor de Cotovelo”.

    Abraço.

  4. Com que direito vem o senhor Francisco falar de cobardes, quando não é capaz de mencionar o nome dos jornalistas que escrevem com os pés em cima da mesa?

    Vá-se catar!

    Já pensou que eu posso ser um desses que escrevem com os pés em cima da mesa, sem nome?

    Porque razão havia agora de ter nome?

  5. Não é não ser capaz; é não ser preciso. Importante é eles chamarem madeirense a um clube de São Miguel, importante é o director não saber a diferença entre «arguido» e «acusado», importante é o director ter entrado para por a informação na ordem e pouco tempo depois saíram para fora os ordenados dos jogadores da equipa «A». Você não percebe.

  6. você parece o corrupto do porto rui moreira . apartir de hoje, a justiça, so se fazem aos do sul, pois, o porto esta acima da lei…

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.