5 thoughts on “Para rir sem parar”

  1. NUNO,

    Que grande descoberta que o homem fez sobre as influências do Marxismo Leninismo no mundo do Islão! But, no cigar. De facto, todo esta praga do fundamentalismo islamitico, que anda a servir muito bem os titereiros que querem manter o mundo à temperatura ideal, nasceu duma atitude manhosa ou estúpida (take your pick) da intriga politica internacional dos Estados Unidos, com a cumplicidade dos seus tradicionais aliados, para impedir o crescente poder da oposição Marxista-leninista ao Xaxa que andava a transtornar certos planos mais imediatos. Khomeini foi, pura e simplesmente, recurso único, produto directo ou por procuração de politicas imperialistas e intriguistas.

    Mas acabou por ser o tiro que saiu pela culatra ou então já estava previsto que assim fosse (pick and choose, again). Mas se não tivesse sido no Irão teria sido noutro lado. O palco é enorme, as possibilidades sem fim, o plano o mesmo e mais velho que o cagar de cocas. Dia em que não há guerra não é dia de sol na bolsa de valores daqueles que se especializaram na arte de nos confundir. Os saloios de direita como o Raposo são exactamente como os abnegados soldados de esquerda aturdidos pelas trovoadas ideológicas dos seus partidos, que não é o teu caso, evidentemente, porque já não tens um. Homem de visão.

    E o Lenine não tinha sangue persa nas veias, como nos lembraste com óbvia jogralidade. Era de descendência judaica, por parte do avô ou da avó, e para ele um russo com miolos só podia ser judeu. Falem-me de racismo e façam-me chorar. Aliás esta etnia de gente superdotada (oficial, já veio nos jornais, mais 200 gramas por cérebro, em media) dominou quase completamente os altos postos na União Soviética de 17 até aos dias da glasnost que abriu o caminho para o plano B, com a introdução de novas vacas leiteiras importadas do ocidente. Não esqueças este pequeno detalhe. Às vezes, quem sabe, até pode ser que tenha alguma utilidade para um homem que escreve tanto e tão bem como tu.

    Abraço do Tio Tadeu.

  2. …quando se apresenta como referências duas historiadoras que falam da “teoria da violência” de Nietzsche, já sei em que território estamos.

    Embora Nietzsche detestasse a democracia liberal e não primasse pelo altruísmo, nada mais longe da sua filosofia do que uma “teoria da violência” para fins políticos…

  3. Eu julgo que pode pôr ao mesmo nível se falarmos no tipo de acções e na táctica utilizadas. A inspiração no terrorismo de extema-esquerda (está bem, não só) é bem clara

  4. só para acreecentar: claro que a ideologia inerente é bem diversa da marxista-leninista. A URSS comnhecida como o “Império Ateu” era mesmo mais desprezada pelos radicais islâmicos do que os EUA, por causa do fervor religioso das terras do uncle Sam.

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