O Jogo do Quadrado

O blogue não-oficial mais oficial de Portugal é o máximo. A constelação de estrelas que por lá se deixa entrever basta para encandear o mais afoito. Um banho em tanta grandeza Literária, Cultural e Patriótica (repararam nas maiúsculas?) tem de ser ousado pé ante pé, para que o banhista atrevido não desapareça no primeiro covão, tragado pelo oceano — pejado de intensas correntes — da glória alegrista.
Para dar uma mão amiga ao neófito, vou elaborar aqui um pequeno menú de degustação das delícias do “Quadrado”, sob a forma (enganadora, que é por vezes nisto das pequenas coisas que se esconde a Suprema Complexidade dos Grandes Temas) de um singelo passatempo.
É entretém fácil: basta emparelhar cada uma das citações que aqui vos deixo com o correspondente autor. Depois, só tem de confirmar o acerto da sua intuição literária clicando no “Continue a ler…”. Não vale espreitar antes.
Está pronto para desafiar a lendária opacidade das musas? Força. Aventure-se. Perca o pé. Alegre-se, em suma.

1— Desclassifico-o (a Marcelo Rebelo de Sousa) por incumprimento das regras do jogo.

2— Que cépticos e inseguros nos tornamos que preferimos homens hirtos na expressão da afectividade, esquálidos de horizontes, que lêem e vivem sempre a História de perfil; homens severos que nos oferecem livros tristes, cheios de números, pálidos de Humanidade, que foram ungidos em doutas reuniões onde se costumam atemorizar os cidadãos incautos com leis sem alma e normas cegas, que têm conduzido a sociedade à vertical do desespero!

3— O teu Quadrado é o nosso Manifesto, a tua disponibilidade generosa é mais um dos grandes exemplos da tua vida.

4— A poesia é um muito concreto modo de ligação ao real, pensado no que de mais profundo lhe dá consistência, expressão do mais humano do ser, nos tempos de sombra como nos de alegria; a poesia exprime o mais verdadeiro rosto de um homem, e, nele, de todos nós.

5— Bom Natal e um Alegre 2006 para todos.

6— E nunca poderia ter dado, porque a sociedade e a política são conceitos em perpétuo movimento, às vezes para a frente, outras para atrás, outras ainda em espiral, o que significa que a sede e a fome. em vez de saciadas, são ao invés espicaçadas.

7— Não aparece envolvido em birrinhas, intriguinhas, negociatas e politiquices fraldiqueiras, neste arranjismo generalizado que domina e diminui o país.

8— É extraordinário! Só nos aparece gente de altíssima qualidade humana e profissional!

Autores: Yvette Centeno; Mário de Carvalho; Helena Roseta; Inês Pedrosa; José Dias Egipto; Colaboradora Anónima mas muito Voluntariosa; Paula Morão; Cristóvão de Aguiar


Soluções:
1— Helena Roseta; 2— José Dias Egipto; 3— Yvette Centeno; 4— Paula Morão; 5— Inês Pedrosa; 6— Cristóvão de Aguiar; 7— Mário de Carvalho; 8— Colaboradora Anónima mas muito Voluntariosa.

6 thoughts on “O Jogo do Quadrado”

  1. Será você, Luís, a toupeira neo-fascista que está lançando a confusão no blog “O Quadrado”, usurpando as identidades alheias (entre as quais também a minha) apenas para depois vir parodiar o sucedido? Quero acreditar que não – mas…

  2. Aproveito para anunciar àqueles de entre vós que forem apreciadores de BOA música e MELHOR poesia, que o José Jorge Letria anunciou, EM PRIMEIRA MÃO, no Quadrado, que está a preparar um CD DUPLO com poemas inéditos de M.A., musicados por ele próprio. A não perder!

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