12 thoughts on “A cidade que deixei 2”

  1. Luís, aquela ponte, numa longínqua névoa do cair da tarde, não engana. Ele não há sempre um Portugal desconhecido?

  2. Ah, os subúrbios de Pnhom Pen, com as suas típicas casinhas de lata, tão coloridas (pena a foto ser a P/B), e os seus pitorescos habitantes vestidos de glamorosos farrapos, sempre a tentarem fugir à praga do turismo fotográfico (não é por acaso que não se vê nenhum, estão todos debaixo de chapa)- oh saudades, saudades!

  3. Oh Júlio não te ofendas, parece-me que a ironia à gestão desta cidade passa dificilmente numa caixa de comentários de blog, embora este blog ande sem grande sentido de humor, enfim.
    Para que não fiquem dúvidas:
    1- Aquela zona é antes ou depois das Fontainhas? Como não vejo a ponte do Infante presumo que seja antes (quem vem da Luís I) e, assim sendo, é “para limpar” (2.º comentário), para deitar abaixo, para a encosta ficar só encosta, sem casas nem barracas. Quando? não sei.
    2- Se a zona é depois da ponte do Infante deve estar em vias de ser “reabilitada” (1.º comentário), no âmbito da reabilitação das Fontainhas, que tirou de lá a feira definitivamente.
    3- Susceptibilidade. Gostei da foto, fez-me lembrar a Vandoma, e pretendia apenas acrescentar-lhe qualquer coisa. Não pretendia ser ofensivo como a tua resposta aos meus comentários parece denunciar.

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