Alguém no Ministério Público, magistrado, voltou a cometer crimes. Crimes com exposição pública máxima, pois consistem em aliciar jornalistas para serem parceiros criminosos. Todos ganham, não correm risco algum. Mas se perguntarmos ao sindicato dos magistrados do Ministério Público se cometem crimes, a resposta é pronta e peremptória: “Nunca, jamais, são os outros, os advogados da malandragem!”. Claro que nos casos em que ainda não há advogados metidos ao barulho essa explicação fica uma beca ridiculamente grotesca, mas eles não se importam. Se encostados à parede, chutam para os arguidos, os jornalistas ou um amanuense anónimo. Felícia Cabrita e o ofuscante Sol foram o veículo para ficarmos a saber que Carlos Santos Silva tem algum dinheiro e que se julga livre de fazer com ele o que lhe der na gana. Isso, para quem produziu um julgamento político disfarçado de caça ao maior corrupto da história portuguesa, serve às mil maravilhas para continuar o linchamento público dos alvos e a pressão sobre os juízes. A indústria da calúnia rejubila com a nova fornada de munição e as pessoas boazinhas não carecem de ser convencidas porque estão desde 2014 encantadas com o circo montado.
Mesmo assim, era giro que algum jornalista, ou um académico esdrúxulo, ou mesmo um cidadão meramente curioso metido lá com os seus botões, começasse a mapear o calendário dos crimes cometidos pelo Ministério Público na Operação Marquês – ainda antes da detenção de Sócrates televisionada como execução à queima-roupa. É que há agenda e método na subversão da República pela mão escondida de quem jurou defender a Constituição, tem poderosíssimos e exclusivos poderes totalitários, e é pago para combater o crime e proteger os inocentes.
ja escrevem posts.
maravilha!
«Felícia Cabrita e o ofuscante Sol foram o veículo para ficarmos a saber que Carlos Santos Silva tem algum dinheiro e que se julga livre de fazer com ele o que lhe der na gana.»
É sempre esclarecedor ver quão liberocas são ‘socialistas’ do tipo do 44 e do volupi, sobretudo quando lhes toca parte da teta. Esta pandilha xuxa é duma hipocrisia a toda a prova.
O Sol começou por branquear o 44 – um meu conhecido, simpatizante do PSD, chamava-lhe “Sólcrates” – mas quando a sucata do PS começou a estalar e o dinheirinho angolano começou a entrar, virou o bico ao prego e tornou-se o maior inimigo do 44… e o maior amigo da Laranja Podre.
A partir daí, e da célebre capa “O Polvo” com o perfil do trafulha-mor, tornou-se um panfleto semanal do PSD e do ‘bom aluno’ Passolas, o gauleiter da troika de agiotas. Não estava sozinho: nessa fase de vacas magras muitos outros propagaram o TINA e lamberam o cu à máfia angolana.
Não obstante, o Sol e a Cabrita tiveram um papel meritório: ajudaram a expor o PM mais trafulha, ruinoso e incompetente da história desta partidocracia, e de todos os regimes anteriores. E é isso que os volupis jamais lhes perdoarão. A mama corrupta do seu caro 44 ficou à vista de todos.
Muito mais ficou por expor; o pulha e o compincha CCS deviam ter jornalistas – jornalistas a sério, não os copy-pasters do chatGPT que se arrastam pelos jornais ou os pés de microfone que sorriem nas TVs – à espera deles todos os dias, a segui-los para todo o lado, a escarafunchar-lhes as contas. Mais: todos os mamões, todas as fortunas deviam ser assim escarafunchadas. Nem uma escapa.
O pelourinho de Filipe Bastos.
outra vez arroz?
“para ficarmos a saber que Carlos Santos Silva tem algum dinheiro e que se julga livre de fazer com ele o que lhe der na gana” poder , pode , tem é de dar conta às finanças : donativos pagam imposto , doações ainda mais. e gorjetas também, ou seja , qualquer doação/transferência grande para o Sócrates (ou família) seria rastreada e potencialmente punida.
Obrigações fiscais gerais :
“em Portugal, qualquer pessoa (física ou jurídica) tem de declarar rendimentos, património e transações relevantes às Finanças (Autoridade Tributária). Isso inclui:
Doações e donativos: Se forem acima de certos valores ou em contexto familiar/empresarial, podem ser sujeitos a Imposto do Selo (10% em doações entre não parentes diretos, com isenções parciais para familiares próximos). Além disso, o doador e o donatário têm de declarar, e em valores elevados pode haver controlo anti-branqueamento.
Gorjetas e pequenas quantias: Gorjetas informais (tipo empregados de mesa) têm regras específicas, mas para quantias significativas ou transferências bancárias, tudo passa por declaração de IRS/IRC se ultrapassar limiares.
Transações grandes: Compras de imóveis, transferências internacionais, etc., são reportadas automaticamente (bancos comunicam ao Banco de Portugal e Finanças via SIF — Sistema de Informação Financeira, e há obrigações de reporte para valores acima de 10 mil euros em numerário ou equivalentes).”
Exactamente yo; os magistrados, a Auroridade Tributária, a polícia, GNR e demais autoridades intervenientes sabem dessas leis e obrigações e, certamente, estiveram e estão há mais de 10 anos (dez) atentos a qualquer manobra ilegal desse tipo.
Contudo ainda não mostraram em tribunal ou ao povão um único papel ou documento comprovativo de uma qualquer manobra executada por esse método de trocas para saques ilícitos de dinheiro.
Quando citas tais métodos como possíveis de ser utilizados para levar a cabo crimes financeiros queres informar-nos de que Sócrates teria usado esses métodos para cometer importantes falcatruas; mas, então, como explicar que tão portentosos, sugestionistas, conjecturistas e invencionistas “detectives-magistrados” não tenham ‘caçado’ um único documento que vincule uma acusação de facto, perentório de prova acusatória?
Mais uma vez, invocar leis e obrigações morais redigidas nos Códigos ou inscritas na CRP, só por si, não tem qualquer valor de prova; este, em Democracia, apenas é válido por factos documentados.
2- Não recebo dinheiro de Carlos Santos Silva, não acompanho a sua vida empresarial e profissional, não conheço casa nenhuma na Malveira, e sou absolutamente alheio a qualquer transação imobiliária. Se o método não fosse tão repulsivo, as notícias seriam apenas cómicas. Mas não são. O padrão, o único padrão que vejo constantemente repetido, é o da velhaca maledicência. Fizeram o mesmo há uns anos com a empresa para quem trabalhei como consultor; fazem-no agora com a compra e venda de uma casa que não me diz respeito. O arbítrio não tem escrúpulo.
Então o Sol traz mais um artigo da amiga Felícia Cabrita que andava desaparecida sobre a estranha forma do vira-lata José Sócrates, Chalupi? Acho que já existe uma petição e tudo: recebi um mail a dizer que, com a lei do lobbying aprovada, movimentaremos montanhas pois a senhora merece uma comenda do presidente António José Seguro!
Vou procurar a petição, agora, ou sempre?, agora que já não vales um pintelho poderemos contar com a tua assinatura e a dos doidavanas que te aturam (Neves, Galuxo e os trolls de estimação) ?
Vou procurar a petição, agora, ou sempre?, agora que já não vales um pintelho poderemos contar com a tua assinatura e a dos doidavanas que te aturam (Neves, Galuxo e os trolls de estimação)?
Ah, Chalupi, sabes se o cabrão do Joaquim Camacho morreu ou se foi para a guerra defender o Donbass dos nazis e foi empalado à vez pelos generais do Zelensky?
estranha forma, estranha forma de vida.
Sobre o processo Sócrates, só tenho uma coisa a dizer. A acusação é quase completamente omissa de factos concludentes. Baseia-se em factos circunstanciais e numa narrativa com pés de barro que foi vendida à opinião publicada que, por sua vez, intoxicou a opinião pública. Como já disse um conhecido jurista, um MP habituado a obter condenações com investigações e acusações atamancadas, não é capaz de fazer melhor.
Daí as tentativas de intimidação dos Juízes com a perseguição ao Juiz Ivo Rosa.
O Juiz que tiver a coragem de absolver, está lixado com a ASJP e será massacrado pela opinião publicada com a completa intoxicação da opinião pública. Por outro lado, se condenar com uma acusação ridícula e omissa de factos, será recordado na comunidade jurídica como a negação do direito e da justiça. Ou seja, está tramado/a. Está-se mesmo a ver o estado de espírito da magistrada que, fixa em 10 dias o prazo para um advogado se inteirar de um processo daquela envergadura. Já o advogado que aceitar uma coisa dessas será ridicularizado por toda a classe. Talvez não pelo actual bastonário que parece ter alma de funcionário ou de oficioso dos famigerados tribunais plenários.
Sebastião J.C.Melo