Para esta ilustre intelectual da nossa praça, o impacto da tempestade Kristin foi maior na região de Leiria do que em Lisboa e no Porto porque Leiria é uma cidade pobre. Ficámos, portanto, a saber que as árvores da região centro tombaram por serem pobrezinhas e que as de Lisboa e do Porto se mantiveram de pé por pertencerem a outra classe, são árvores ricas. Pedir a esta senhora para falar sobre o fenómeno que atingiu o País é pior do que pedir a um analfabeto que pegue numa caneta e escreva um poema, é que o analfabeto pode ter alma de poeta.
Os colegas de programa revelaram, igualmente, que não gastaram um minuto a prepararem-se para falarem sobre este fenómeno. Caso contrário, podiam ter explicado à Clara que o impacto foi maior na região de Leiria porque foi por aí que passou o núcleo da tempestade e que se o mesmo tivesse passado por Lisboa ou Porto, muito provavelmente, estaríamos perante uma catástrofe ainda maior. Não só por haver mais edifícios e estruturas para destruir como muito mais pessoas a circularem na rua àquela hora. Em vez disso, tentaram convencê-la, sem sucesso, de que Leiria não é uma cidade pobre…
Isto fez-me pensar na mensagem que a Protecção Civil enviou à população. Perante este nível de ignorância e iliteracia, que é generalizado, será suficiente avisar que se aproximam ventos de 140 Km/h, como se a população soubesse o que isso significa?
A Ti Clara, a que fez aquela entrevista a Mário Soares, farda-se muito bem. De quando em quando vejo os primeiros 10 minutos do programa, mas distraio-me a apreciar a sua vestimenta. Faz-me lembrar aquela PGR…, já não me lembro do nome
Tem muito bom gosto a fardar-se. Razão porque se andava a fazer ao Fardas, candidato a P. da R. – como não resultou com o Soares…
Não era só ela…
Havia praí muita gente sabida entesoada com o Fardas.
(Tamém não era nada de novo. Os últimos três presidentes antes de Abril eram Fardas. Lembro-me muito bem deles. O último também era marinheiro. Estou quase a ficar idoso)