Re-Intermitência

 

 

 

 

“Sim, amor, recordo-me perfeitamente do dia do nosso casamento. Foi o mais feliz da minha vida. E foi, mais do que isso, aquele em que estava mais sóbrio e senhor de mim. Nunca estive tão certo do que tinha de fazer”, revelo, confissão sussurrada, a C. “Estava centrado, com a mente equilibrada, estranhamente sã, como há muito não estava. Sabia perfeitamente, e racionalmente, aquilo que queria”, acrescento, lembrança imparável. “E nem sequer aquele elefante voador que, durante alguns segundos, passou sobre nós, me distraiu da magia daquele momento”, finalizo, romantismo e ternura, entre beijos de paixão.

11 thoughts on “Re-Intermitência”

  1. Uma palavra, uma palavrinha que seja, um perfil, um perfume, nesse quadro, que nos deixe pensar que não estás, uma vez mais, em solitária masturbação da alma, CC. OU é isso que queres que a gente leia nos teus «posts»? O amor «a solo» é fantasia e dela (dele?) só nos dás um seco e vazio C.

  2. Se é a pura da masturbação da alma nós somos uns perversos voyeurs.
    Tenho pra mim que já falta pouco para praticarmos “bondage” com as palavras do CC.

    Já esteve mais longe

    :P

  3. Diz-nos dessa loucura que amas, magia, que eu só conheço a desgraça da mente alienada. Mas se é de paixão que falas, poderás deixar-nos a sonhar com o infinito pessoal.

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