Oásis ou tendência?

A incompetência liberta traficantes de escravos — mas com a “fuga do Sócrates” se enganam os tolos
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Texto notável por se limitar a indicar evidências correlacionadas entre si com lógica acessível a maiores de 15 anos. Imita os doutos e ilustres juízes dos nossos tribunais, indo buscar os por eles tão usados critérios das “regras da experiência comum” e do “padrão do homem médio” com que despacham sentenças.

Texto notável por não temer a pulharia e os broncos que perseguem quem ouse criticar o Ministério Público — com medo que o linchamento de Sócrates não se consume numa pena eterna.

Texto notável por aparecer no âmago do editorialismo que tem sido cúmplice do tal Ministério Público incompetente e criminoso.

7 thoughts on “Oásis ou tendência?”

  1. Caro Valupi:
    Oásis, sem dúvida. É só esperar . Os amigos do MP estão já de fuzil na mão. Não tenhas ilusões. Ao contrário dos filmes, são os néscios , os incompetentes e os estúpidos que triunfam. Pois são muitos. Imensos.
    Um abraço
    Américo Costa

  2. O Ventura vai votar contra o pacote laboral mas com sorte ainda vamos ver o PS a abster-se em nome da estabilidade politica

  3. <<<O Ventura vai votar contra o pacote laboral mas com sorte ainda vamos ver o PS a abster-se em nome da estabilidade politica<<<

    Seria o fim da picada, e o fim do P depois do S.

    Os desígnios do divino são inexplicáveis.

  4. Oasis it’s ok but also Blur, Pulp… Whatever…it’s just pop music, the quotidian, trivial facts of live immersed in the media consumerism are reversed tomorrow to the opposite side of the pendulum with the same intensity and insecerity. It all depends on the value that the opinions are quoted in the attention market. Shock the normie. It lacks the purpose depth and compromise of a great character and spirit like James Brown. The godfather of soul.

  5. Creio que o “caso” Sócrates vai ser o maior quebra cabeças para os historiadores futuros. Eles irão, só então, rabiscar todos os documentos ditos e escritos acerca do caso os quais, por enquanto, estão nas gavetas sob sigilo e segredo de Estado.
    Nessa altura, quando o caso for passado inócuo, os historiadores poderão contar a patifaria cometida pelo país do cavaquistão ao país real. Será tarde, mas, reporá e revelará a verdadeira História como caso de experiência e estudo para quando for preciso pensar o futuro.
    Desde o sobressalto geral do evento da falência da banca mundial que serviu de pretexto ao mundo “cavaquistão” para assaltar o poder e lambusarem-se no pote, que o país não sai da anestesia geral imposta e vigiada pelos filhos e netos do mundo cavaquistão. E quando, em algum intervalo, se volta a tentar regressar firme e sustentadamente em frente e ao futuro, logo, novo pretexto vem ao de cimo para impor o regresso ao mercantilismo dos jogos de sombras e ida ao pote pelo enriquecimento fácil do negocismo escuro de venda de influências.
    O “caso” Sócrates é não só um caso de estudo político único como é, também, um caso de estudo de organização política do país como comunidade; como se deve organizar o Estado para não ser assaltado por um dos poderes? É nítido, hoje em dia, que um poder usado com o propósito de se sobrepor aos outros poderes pode fazer eleger o governo e o Presidente ou presidentes em conluio com forças sociais ideológicas amigas.
    Serviu, este caso, de experimentação com êxito e desde então vem sendo a receita normal para escolher quem é ou não pode ser governo e poder no país; serve a facção social de tipo retrógrada salazarista interpretando de forma arbitrária e abusivamente as Leis da República.
    O artigo deste jornalista(?) ou pensador pouco conhecido do público revela que tal “caso” começa a ser visto e pensado segundo um outro lado da questão. Tanto mais que os tais ‘vendedores’, pelos média e contra a Lei, de presidentes e governos amigos começam a cometer erros que entram pelos olhos a dentro como faiscas incandescentes.
    Contudo, deve-se, à força sísmica e carácter de um homem hostilizado e só que enfrenta todos os truques e afrontas dos ‘senhores, senhoritos e ajudantes’ sem medo.

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