8 thoughts on “Fuga do perigo”

  1. Pedro Adão e Silva, no seu escrito hoje no jornal Público, assume que houve “um golpe de Estado de um tipo novo” em Portugal, referindo-se ao processo que culminou na demissão de António Costa. Corajoso! Há hoje mais portugueses de boa massa… a assumi-lo. Acho que ontem o PMLopes no eixo da…., por onde passei rápido, largando bufas e coices, tamém falou disso.
    Há uns bons anos que digo (e escrevo… – aqui, por exemplo) que estava em marcha um “golpe de Estado de caraterísticas novas”. Ninguém me ligou. As minhas palavras não tiveram eco nem nas redes sociais nem nos ocs nem nos meios políticos organizados nem nos artísticos e intelelectuais. Mereciam ter.
    Porquê?
    COBARDES!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  2. A minha atenção está a viciar-se em a cada dia que passa em tentar cocar o que se passa no meio estudantil, em particular o universitário em Portugal.

    Que miséria!
    Que deceção!

    (É por isso que eu digo e redigo que que um dos setores mais responsáveis pelo que se está a passar presentemente no nosso país deve-se aos Senhores professores, em especial aos Professores Universitários, Senhores Catedráticos inclusive.
    (Hoje só me apetece é morder)

  3. «Há uns bons anos que digo … que estava em marcha um “golpe de Estado de caraterísticas novas”. Nin-guém me ligou. As minhas palavras não tiveram eco nem nas redes sociais nem nos ocs nem nos meios políticos organizados nem nos artísticos e intelelectuais. … Porquê?»

    Posso estar enganado, Fernando, mas suspeito que não teve eco porque comentários de desconhecidos em obscuros blogs xuxas frequentados por meia dúzia de estarolas não costumam ter muito eco no resto do mundo – uma circunstância que conheço bem, pois partilho dela.

    De resto, o suposto “golpe de Estado” do MP que tanto choca a xuxaria e comentadeiros como o Cabeça de Porco Lopes pouco interessa ao cidadão comum, porque este jamais foi tido ou achado nos jogos de poder entre os partidos e políticos; não serão os juízes a mudar isso.

    Ou seja, o PS guincha porque está habituado a ter o poder e desabituado a que investiguem e questionem esse poder, ou os incontáveis podres dos chulos e trafulhas que por lá se arrastam há 50 anos. É isto que realmente incomoda o PS, não qualquer ataque à ‘democracia’ ou outras balelas. E para o cidadão comum, que paga a chulice e a podridão do PS, esse ataque é até bem-vindo.

    Daí a indiferença geral perante os desmandos do MP – que, aliás, não passa de outro clube de chulos – ou as terríveis violações do segredo de justiça, ou a hedionda perseguição ao mártir 44: ninguém quer saber disso para nada, pois o sistema que temos, o regime que a xuxaria quer preservar, NÃO SERVE – como se comprova pelo estado do país e pela impunidade dos responsáveis.

  4. https://fabiosabatini.substack.com/p/la-fine-delloccidente-come-lo-abbiamo

    O fim do Ocidente como o conhecemos. A Nova Estratégia de Segurança Nacional
    americana tem a actual Europa como inimiga incentivando o derrube dos regimes democráticos em favor dos movimentos anti-liberais de extrema direita aliados de Putin.
    Um mundo cada vez mais Orwelliano.
    Parabéns aos fascistas mas isto não acaba assim.

    https://www.whitehouse.gov/wp-content/uploads/2025/12/2025-National-Security-Strategy.pdf
    (Pág. 20-25)

  5. “um golpe de Estado de um tipo novo” em Portugal,
    Foi novo cá mas era usado noutras cenas.

    Chama-se LOW FARE e foi usado para tramar o LULA e o Brasil, por exemplo.

  6. https://www.whitehouse.gov/wp-content/uploads/2025/12/2025-National-Security-Strategy.pdf

    Após ler os delírios narcisistas do Trampa nas duas primeiras páginas, que há meros 15 anos só poderiam ser um texto satírico do Conan O’Brien ou do Saturday Night Live, é fácil pensar que também não se deve levar o resto demasiado a sério. Mas é mesmo para levar a sério.

    É esta a única beleza do Trampa: expõe cruamente e com estrondo o que a canalha americana faz mais ou menos na sombra há oitenta anos. Deixa tudo às claras. Ou nem tudo: sendo um documento público, está obviamente cheio de tretas e eufemismos. Mas revela o bastante.

    Logo ao início: “To ensure that America remains the world’s strongest, richest, most powerful, and most successful country”… é precisamente isto que não pode acontecer.

    Nada seria mais produtivo para a Europa ou para o mundo do que boicotar e destruir este imenso esgoto da humanidade chamado EUA. Começa-se pelo dólar, o resto cai como um castelo de trampa. Mas isso é impossível com os fantoches e capachos que mandam na Europa, e os ditadores que mandam no mundo. Enquanto este pertencer a ditadores e mamões nada pode mudar.

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