5 thoughts on “No fundo, é isto”

  1. Vega9000: Estamos só na primeira ronda, que terminará com a célebre frase “Greece, you are the weakest link. Good-bye!”
    Na segunda, como dizem os concorrentes por cá, “Penso que Portugal é quem revela mais insegurança”…

  2. Penélope, rondas foi o que presenciámos até agora. Saindo a Grécia, abre-se o precedente e acabou. Um sai, todos podem sair, pensarão os mercados, e pensarão bem. Vai ser mais um acto contínuo.
    Nenhum cidadão na Europa assinou conscientemente nada que o comprometesse a tomar responsabilidade pelas asneiras dos outros. Mas o que é certo é que a realidade é essa. Não gostamos dos Gregos? Azar. Temos que levar com eles e acabou. E isso implica resolver-lhes os sarilhos em que se meteram.

  3. A questão da Grécia não é apenas europeia, por razões geopolíticas mundiais. Trata-se de uma região charneira, alvo para a Turquia e a Rússia. Por isso, os EUA e seus aliados terão também uma palavra a dizer, presume-se pela lógica das coisas.

  4. Verdade, há também essa questão, sobretudo porque a Rússia não hesitaria em estender a sua ajuda/influência aí no caso de vazio. Mas a importância é sobretudo a recessão que se abeira, e que tem sérias consequências para a economia dos EUA e para a reeleição de Obama. Vai ser um G8 giro…

  5. O que está acontecer,diz-nos que os castigos aplicados pela “força aerea Alemã”,aos gregos,está a fazer mais estragos nos paises aliados do que aos gregos,que por muito aldrabões que tenham sido,não merecem esta represalia tão pouco inteligente,até pelos seus efeitos colaterais.Numa guerra não há só vencidos,há tambem vencedores e esses são os abutres que aproveitando-se da situação emprestam dinheiro a juros de agiotas.

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