29 thoughts on “Xenofilia”

  1. Neste vídeo não se encontra um único ponto negativo na inédita de entrada de imigrantes nos últimos 20 anos, nem aborda a questão de como seria o país se as políticas tivessem sido orientadas de forma diferente, por exemplo, com um pouco mais de restrição na imigração e mais sólidas políticas de apoio aos jovens que querem constituir família. Este vídeo é omisso numa série de questões e tanta coisa se poderia argumentar.
    A imigração, em si mesma, não é boa nem má moralmente, é o que é. Seria interessante que houvesse um fact-check às causas e consequências das emigrações com dados objetivos, mas, como sabemos, impera o raciocínio propagandístico, ideologicamente enviesado como do deste vídeo, e isso é triste, mas a democracia dos dias de hoje é mesmo assim, fraquinha, fraquinha, e tanto pontapé e farpas tem suportado daqueles que dizem ser seus grandes bastiões, nomeadamente aqueles que, nas instituições da UE, a toureiam sem vergonha, dó ou piedade, que, só pela sua capacidade de resistência, ficamos com a certeza que é realmente o menos mau dos sistemas, como dizia o grande Churchill – um chauvinista, xenófobo, racista, etc… atentos os critérios “democráticos” da atualidade para catalogar quem ousa pensar de modo um pouquinho diferente.

  2. O gulli queria que o video da BBC dissesse que sem imigração haveria menos criminalidade em Inglaterra. De facto, há suspeitas de que Jack o Estripador era um imigrante muçulmano.

  3. Valupi, não sei ao certo, não estudo esse assunto, não sou sociólogo
    E para não cair em tentações empirísticas centradas na minha experiência pessoal, limito-me a admitir que é provável que existam, ou será que não há consequências negativas da imigração e é tudo um mar de rosas?
    Por isso é que gostava que a BBC apresentasse um documentário sobre isso, seria interessante ver os lados negativos da imigração para as sociedade/populações que acolhem – desde logo, evitava-se que certas verdades acabassem por saír pelas bocas distorcidas dos venturas.
    Mas deculpem-me se toquei nalgum ponto sensível.

  4. Sapador, por exemplo, fala-se muito no aumento da criminalidade e conflituosidade social? É efetivamente assim? E, se sim, em que medida e que remédios há? É preferível ouvir os números e as soluções do ventura ou os da BBC? Se a BBC não os refere, ficamos com as visionadas deportações do ventura? No documentário da BBC fala-se imenso de como UK é um grande hub da finança e da biotech graças à imigração, mas não será também ou principalmente a séculos de história e progresso? Não estamos a falar de um país onde ocorreu a revolução industrial? E será que os nativos de UK são assim tão incompetentes, como nunca foram ao longo da sua história, que não conseguiriam o mesmo sucesso na finança e na biotech por si mesmos? Acho que o vídeo é muito incipiente, conclusões precipitadas, teorias muito pouco sólidas para quem quer realmente convencer as populações a aceitarem partilhar o seu espaço nacional com os imigrantes. Porque essa aceitação é necessária para que as coisas corram bem.

  5. yo, pois, diz-se por aí que Paris tem milhares de tendas espalhadas pelas avenidas, que há zonas que escapam totalmente à lei e à ordem públicas onde o estado não consegue exercer os seus mais elementares deveres/direitos de soberania, e que, portanto, o drama social é muito grande. Não sei se isso é verdade, pois a BBC em vez de filmar as ruas, faz vídeos com bonecos animados para que as “pessoas lá em casa” percebam as coisas muitos difíceis que eles têm para nos explicar. Não deixa de ser curioso que é precisamente no tempo em que as pessoas têm mais instrução e informação que a qualidade argumentativa e a seriedade intelectual dos mídia de massa é cada vez mais medíocre, descendo muitas vezes ao nível da mais descarada propaganda ideológica.

  6. gulli, dizes que não sabes, que não tens provas, mas parece que acreditas em certa propaganda. Já leste algum artigo sério sobre a evolução da criminalidade em França ou Inglaterra? Além do mais, o video da BBC pretende responder a uma única pergunta, e responde.
    Essa história das tendas pelas avenidas de Paris foi há uns seis ou sete anos e deu motivo a vídeos de propaganda do partido da Le Pen, que entretanto ficaram na internet até hoje.
    A altíssima percentagem de investigadores estrangeiros em Inglaterra é um facto.
    Se as enfermeiras e enfermeiros portugueses que estão em Inglaterra fossem obrigados a regressar a Portugal, quem lhes trataria dos doentes? Certamente imigrantes de outros países. Mas o engraçado é que apesar do brexit os empregadores ingleses preferem muitas vezes os imigrantes europeus.
    Em Londres quase não se vê um inglês a fazer trabalhos pesados, sujos ou mal pagos. Como achas que eles resolveriam o problema sem os imigrantes?

  7. Com aqueles vídeos o que a BBC está a fazer é uma lavagem ao cérebro da rapaziada. E, pelos vistos, está a ter sucesso pois há muita gente meio adormecida enquanto as sociedades em que vivem são corroídas.

  8. Sapador,
    É muito simples, teriam de pagar melhor às enfermeiras e aos dos trabalhos pesados, e não digas que não há dinheiro, pois, como certamente sabes, nas sociedades ocidentais, verificam-se obscenas e inéditas concentrações de riqueza e desiguladades economico-sociais que todas as estatísticas confirmam.
    E acho também que não é um argumento a favor da imigração a facilidade com que se consegue explorar o trabalho dos imigrantes.

    Valupi, não sei do que fala esse artigo… não sou de extrema-direita, não tenho facebook, nunca fui objeto de assédio por um “bot” de notícias falsas nem conheço ninguém que o tenha sido, nem que tenha votado sob a influência desses “bots” (mas sob a do álcool já). O que vou verificando é que as pessoas são muito mais influenciadas por episódios da sua vida, que são reais mas erradamente generalizados, do que por “bots”.
    E também verifico que a desconstrução dessas generalizações, nomeadamente através desses pueris desenhos animados da BBC, é feita através de contra-generalizações, ou seja, descarada propaganda.
    Essa tese de certas universidades e clubes de bola ingleses não terem já renome internacional antes do fenómeno da imigração, se não fosse uma tristeza argumentativa, só podia ser para escaqueirar o coco todo a rir.

  9. gulli, o artigo fala do Ventura, alguém que referes como sendo uma das tuas fontes de “verdades”.

    Vai na volta, não percebeste o artigo porque já estás cheio de “verdades” e tudo o resto que difira desse teu conjunto de crenças passa a ser mentira.

    Se for o caso, toma cuidado. Os fanáticos não são boa companhia, e isso descobre-se mais tarde ou mais cedo.

  10. “teriam de pagar melhor às enfermeiras e aos dos trabalhos pesados”

    mas é isso mesmo o que os empregadores ingleses nunca farão, com brexit ou sem brexit. Também há poucos ingleses dispostos a ir trabalhar para a construção ou para os hospitais, mesmo por um salário mais alto, e os trabalhadores estrangeiros são melhores e mais fiáveis do que eles. A conversa contra a imigração tem outra origem, meramente política e demagógica, alimentada também por medos do terrorismo. Nenhum país desenvolvido até hoje se fechou à imigração, não conseguem passar sem ela. Nem nenhum país reduziu sequer substancialmente a imigração. O país europeu que mais a tentou controlar foi a Suiça, mas ainda continuam a ter muitos imigrantes, que representam 14% da população, mais do que nos outros países europeus.

  11. Considerando que as populações mundiais estão organizadas por países, com fronteiras bem definidas, reconheço aos respectivos dirigentes o poder de definir quem pode e não pode entrar nos respectivos territórios, definindo as respectivas condições.
    Migrações sempre existiram neste mundo, não vejo grande problema quanto a isso.
    O que complica a coisa é a brutal dimensão actual desse fenómeno. Embora também existam fluxos migratórios na Ásia e nos EUA as grandes movimentações humanas caminham em direcção à Europa. É o reconhecimento de que é aqui que se vive melhor.
    Mas porquê a Europa? Por exemplo, os sírios refugiados não podiam instalar-se nos países da região, que até tem culturas próximas, em vez de virem para a Europa? E, sendo jovens e aptos para integrarem forças armadas, não podiam ter ficado nos seus países e neles lutarem contra o mal, em vez de fugirem para a Europa? Se não querem lutar para defender o que é seu então submetam-se. Ou estão à espera que sejam os europeus a defenderem a sua pátria?
    Vê-se pessoas a atravessarem o Mediterrâneo em barcos a dizerem que pagaram 5.000 ou 10.000 dólares a traficantes para os trazerem para a Europa. Aprofunda-se a situação e conclui-se que são emigrantes económicos sem qualificações. Nas suas terras de origem provavelmente não tinham empregos. Então com arranjaram o dinheiro que pagaram aos traficantes. Mas 5.000 dólares é muito dinheiro. Onde o arranjaram? Às vezes penso que existem redes internacionais comandadas sabe-se lá por quem e com que finalidades a financiar estas migrações. Desestabilizar a Europa?
    Essa gente que chega à Europa não tem cultura democrática. Quando forem maioritários vão impor a sua vontade muçulmana. Recordo-me de há pouco tempo, na Alemanha, terem entrevistado um líder religioso muçulmano que, quando lhe perguntaram o que é que era mais importante, se a constituição do país ou a sharia, respondeu logo que enquanto os muçulmanos fossem minoritários era a constituição, mas logo que fossem maioritários seria a sharia. Como eles se reproduzem muito mais rapidamente está-se mesmo a ver o futuro que espera a Europa.
    Quando a Europa se expandiu pelo mundo ocupou territórios ultramarinos. Os povos desses locais reivindicaram o direito à autodeterminação, expulsando os europeus. Vem agora esses povos instalar-se na Europa reivindicando o direito a aqui se instalarem e impor os seus costumes. Ainda por cima com o apoio de uns tantos europeus. Isto está lindo, está.
    No caso particular do RU não se preocupem, pois eles já lá têm muitos imigrantes que não vão ser expulsos com o “Brexit”. Tendo elevadas taxas de reprodução humana alguns deles vão assegurar mão de obra para trabalhos menos qualificados.

  12. são uns boatos fascistas , as cenas das tendas em Paris , pois são

    ttps://sicnoticias.pt/mundo/2019-01-11-Mais-de-2.000-migrantes-vivem-em-tendas-nas-ruas-do-nordeste-de-Paris

    e os carros incendiados noite sim noite não e lojas vandalizadas por emigrantes exóticos de 2 geração também são um mito urbano , pois é.

  13. Há boa imigração e péssima imigração. Há imigração construtiva e destrutiva. Pelos vistos, a ideia que tinha de Paris não vem de bots de extrema-direita. A BBC não sai nem filma as ruas, faz animações 3d, um espetáculo…
    O Valupi colocou aí um link… eu vou abster-me de comentar a vacuidade simplória em termos sociológicos e estatísticos desse link e das investigações do jornalista Paulo Pena. Ainda assim, se o Valupi tiver a amabilidade de linkar um estudo sobre quantas concretas pessoas foram influenciadas de forma determinante nas urnas por bots de extrema-direita, agradeço

  14. Eu mesmo:
    Tanta conversa sobre a invasão da Europa pelos povos do Médio Oriente,uma choradeira desatada, e nem uma palavra sobre quem desencadeou tudo isso,desde o tempo de Mossadegh ?
    Nem uma palavrinha sobre a guerra que por lá grassa há 17 anos,sem parança e com um interveniente que é sempre o mesmo? ~
    Tu sabes e nós sabemos que enquanto por lá houver petróleo no subsolo não haverá paz à superfície. Tens medo de falar nisso? Quem te ameaça ? Alguém em particular ? Uma simples miopia?
    Arre mundo ! Aquela dos africanos virem para cá impor os seus costumes nem a Micas do Ó a traga!
    O Senhor nos dê juizo até à hora da Morte !

  15. Valupi, vá, mostra lá esses estudos que tens aí para connosco acerca da incrível eficácia dos bots da extrema direita de que falas. Terás até imagens dos bots a telecomandarem os eleitores a por a cruzinha no ventura?

  16. Samuel Clemens:
    “Tu sabes e nós sabemos que enquanto por lá houver petróleo no subsolo não haverá paz à superfície.”
    Sim, sabemos todos, mas não era disso que se estava a falar.

    “Aquela dos africanos virem para cá impor os seus costumes…”
    Samuel, eu não falei de africanos. Ultramar não se confunde com africanos. E nem falei de ultramar português.

    Quem me ameaça, pergunta Samuel. Veja aqui:
    https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/02/04/adolescente-francesa-que-criticou-isla-nas-redes-sociais-e-ameacada-de-morte-e-esta-sob-protecao-policial.ghtml
    Não chega? Olhe, pergunte pelos cristãos que viviam na Síria.

    Se eu fosse muçulmano vivendo na Europa estava na maior. Não sou.

  17. Valupi, lá estás tu a fugir ao assunto e nem sequer consegues ter piada.
    Entretanto, reparo que o teu nome é um anagrama de Plúvia, feminino de Plúvio.
    Confessa lá, és tu quem leva no pacote?

  18. em sociedade que continuam a lutar contra o machismo é perfeitamente idiota deixar entrar homens muçulmanos polígamos e que tratam as mulheres abaixo de cão ; dêem asilo às mulheres e aos filhos e os gajos que fiquem na pasmónia , os ingleses que levaram umas facadinhas amigáveis agradecem.

  19. Há quem lute contra o machismo e quem sofra com o hipomachismo. A seara é imensa,a cada um a sua ceifa.
    Semear e colher,tarefas bíblicas que pagam, proporcionalmente,o empenho de cada cultivador.
    Facadas são primitivas,aceito. Mas não aceito o napalm nem os drones .

  20. é mesmo isso , Samuel…

    “En 1975, año en el que los políticos decidieron que Suecia debía convertirse en multicultural, la población sueca se situaba en 8.208.442 personas. Para el año 2014 había crecido hasta 9.743.087 —

    http://www.alertadigital.com/2018/12/13/suecia-capital-de-violaciones-en-occidente/

    A utopia do multiculturalismo, todos muito amigos , anda cá lobito bonito , terá os mesmos resultados que todas as parvoíces anti natura que saem dos cérebros de “inteligência abstracta “…

  21. Na Alemanha
    https://www.periodistadigital.com/mundo/europa/20190711/alemania-boom-violaciones-grupales-protagonizadas-menores-musulmanes-dispara-rechazo-extranjeros-noticia-689403991801/

    e na Espanha já começaram , com a agravante de grunhos nacionais andarem a copiar o modus operandi dos mouros , em manada.
    Algum antropólogo que estude o fenómeno dos moços a saltarem para a Europa pq deve ter a ver com Eros e falta de material nos países de origem.

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