8 thoughts on “What’s in a name?”

  1. Dedicado a Valupi

    “Resumo dos meus poemas”

    O resumo dos poemas que cantaste
    São verdades que vês, dia a dia,
    Algumas já são pura fantasia
    Lê-se, em ti, a estrada que passaste.

    Mas sente-se satisfeito ao revê-los
    Olha por si abaixo e vai rindo
    A pensar! “Ó Valupi já vais indo”
    Até se lhe arrepiam os cabelos.

    Ao longo destes anos não ganhaste
    Nem sequer p’ró papel que já gastaste!
    Apenas te resta a consolação,

    De dizer: “és livre e só cantaste
    Neste mundo maldito que abraçaste
    O que lhe quis ditar o coração”.

    De: Rodela

  2. Val, eu ainda pertenço à geração em que comunicar com o outro supunha conheçê-lo…Agora que a comunicação também se globalizou, eu adaptei-me bem a estas novas tecnologias…Daí que, recém-reformada, passeie os meus olhos pelo que de melhor se escreve na blogoesfera…e considero as suas aspirinas melhores do que as da Bayer… porque não só nos aliviam a dor de cabeça fisica que é acordar todos os dias vendo a oposição – de esquerda e de direita – cada vez mais carregada de ódio e de má fé contra o Governo, como o que o Val escreve nos conforta a alma e a inteligência pela beleza e acuidade dos conteúdos!
    E embora não o conheça, pelo que escreve revela uma certa dose de vivência que não é compatível com uma juventude que alguns aqui lhe quiseram atribuir…
    Não quero forçá-lo a que nos dê a conhecer a sua identidade…pelo menos para já… Mas talvez possa lançar aqui a ideia de lá mais para o verão possamos, todos os que aqui “conversam” mais frequentemente, partilhar um belo fim de tarde à beira-Tejo, à roda de um petisco ou de um tema ou do que quer que seja, não?

  3. Cá para mim, o Val anda na segunda metade dos quarenta.
    Enfim, ainda não é velho, mas já revela uma grande escola, de facto :)

  4. Maria da Guia, o privilégio é meu, e nosso, por te termos a passear por cá. Juntos seremos melhores, é o meu credo.

    Quanto à juventude, ou falta dela, tudo é relativo, como descobriu o Einstein. Uma das pessoas que melhor representam o ideal de juventude, para mim, é o Agostinho da Silva, que viveu e morreu menino. Por outro lado, conheço velhos caducos que ainda não completaram a adolescência.

    Eu não passo de um vulgar cidadão. O meu nome nada diz a ninguém. A minha aparência (ou conta bancária) é igualmente um monumento à banalidade. Mas vou ficar com esse saboroso, e honroso, convite a bailar à minha frente. Coisas mais estranhas já acontecerem neste universo, dizem.
    __

    Edie, bem visto na idade. Mas para baixo. Um bocadinho.
    __

    K, naaaaaaa…

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