Varados

Ranhosos e imbecis rejubilam com as fugas ao segredo de Justiça e chafurdam no facto dos cidadãos poderem ser constituídos arguidos sem terem de passar pelas demoradas condenações.

Ah, que pena a vara ser tão curta.

27 thoughts on “Varados”

  1. «E que dizer da confiança depositada em Dias Loureiro depois de António Marta o ter denunciado como mentiroso? E como explicar a sua jogada financeira no BPN, numa altura em que o escândalo já era matéria jornalística há muito tempo? Cavaco, o excelso professor de economia e finanças e modelo ideal de estadista, não desconfiava de nada acerca das práticas do seu ex-colega no Banco de Portugal e ex-secretário de Estado?»

    Quem escreveu isto? Alguém sabe? Eu digo-vos: foi um ranhoso e imbecil que dá pelo nome de Valupi. Mas o tipo é um daqueles ranhosos e imbecis que só o é conforme as circunstâncias. E por isso tem dificuldades em reconhecer-se…
    Talvez seja melhor reescrever as suas frases substituindo os personagens, para o ajudarmos no seu processo de descoberta de si mesmo e de libertação do alcool: «E que dizer da confiança depositada em Armando Vara depois deste, através de uma Fundação (para a prevenção e segurança), ter estado envolvido em irregularidades financeiras no ano 2000? E como explicar estas suas últimas jogadas financeiras nos escritórios do BCP, numa altura em que o escândalo se torna agora matéria jornalística? Pinto de Sousa, o excelso «inginheiro» e modelo ideal de estadista dos Valupis imbecis, não desconfiava de nada acerca das práticas do seu ex-colega na Universidade Independente e na Sociedade de Venda de Combustiveis e ex-secretário de Estado?».
    Valupi, «camarada», se a vara é curta sempre podes pegar no chicote, que é capaz de tornar mais fácil a prática de auto-flagelação…

  2. Ó ds, chamar alcool ao vinho é um insulto. Que tens contra o vinho? Bebe um copito que vais ver que ficas menos azedo :)

  3. As mosca
    Ns comentadores de blogues, devíamos de ser como a mosca, pousar em toda a merda e não na que nos dá melhor cheiro. Assim não mostramos a nossa isenção só o nosso fanatismo.

  4. Que original,

    mas deixa de ser original e faz como as outras pessoas: come pela boca e defeca pelo cu e não o contrário.

  5. Julguei que estava num blog de gente fina .Afinal caí no meio dos ordinarões , fala-barato, a falarem em alhos e cebolas ,sem consideração pelos ouvidos sensíveis das criancinhas inocentes como eu , que só tenho 68 anos a caminho dos 70 e nunca ouvi nada semelhante na minha inocente vida.Meninos , tenham juízo e não desboquem nem abandalhem a escrita.

  6. Diz-me com quem andas…
    Meirim dizia há anos que antes de começar um jogo de futebol, se sabia distinguir um juiz, um médico e um trolha. Depois do mesmo ter começado não se sabia dizer quais eram, tal o comportamento de ambos.

  7. Essa é fácil!
    O Valupi é o juiz, ou melhor, é mais o advogado de defesa do Pinto de Sousa. É um juiz em causa própria, que decide quem são os ranhosos e os imbecis, e que tem (ou gostava de ter) uma vara (curta) para dar vergastadas nos outros.
    O Eddie é o trolha, até porque foi o gajo quem começou com as caralhadas, como é tipico dos trolhas.
    Eu sou o médico: sou o médico do Valupi, e ando por aqui para tratar dos seus problemas com a bebida e da sua neurose, mas de vez em quando também trato da saúde dos trolhas.
    E sou um gajo fino, ao contrário do que o senhor 69 insinua, que ele sim devia ter vergonha da sua idade!

  8. Esperava uma coroa de loureiro bem visível para o armando vara. E esperava uma desinfecção na ren e na refer. As consequências de um “quem cala consente” são óbvias, extensas e duradouras; espero que os votantes sócrates não se coloquem nessa posição nem que assumam como “inevitável” coisas deste género.

  9. Francisco, mas quem é que cala, e cala-se o quê? Qualquer iniciativa policial ou judicial é bem-vinda, posto que num Estado de direito ninguém está acima da Lei. Se há fundadas suspeitas, baseadas em provas recolhidas, de prevaricação por Vara, só podemos esperar o normal desenrolar dos acontecimentos. Se da investigação resultar uma condenação, pois será excelente. Mas o que é indigno, e sumamente estúpido para os interesses de cada um, é considerar culpado quem não foi julgado. Essa tirania da infâmia e difamação serve os interesses daqueles a quem importa ter uma Justiça diminuída.

    O caso Dias Loureiro não é comparável ao de Vara, pois, antes de ser judicial, o caso Loureiro era político. Ele até pode não ter cometido qualquer irregularidade legal, mas o seu comportamento político foi altamente reprovável. Acresce a este caso o conjunto vastíssimo de ocorrências públicas que permitiram ir desenhando um perfil cada vez mais contraditório com as suas próprias declarações e atitudes. No caso Vara, e até agora, não temos o mesmo fluxo de informações.

  10. Posso vir a concordar com 2o paragrafo mas isso carece de um enquadramento mais extenso, até lá, para mim e para a maioria dos portugueses, os casos são similares.

  11. Serão similares pela categoria da suspeita, corrupção. E por atingirem figuras de alto perfil e longa permanência nos aparelhos partidários. Com certeza. Mas também será curioso ver já algumas diferenças. Enquanto Dias Loureiro chegou a ser protegido pelo Presidente da República, que terá alterado a sua agenda em função da permanência de Loureiro no Conselho de Estado, e enquanto o PSD assumiu uma posição de silenciamento comprometido, no PS antecipo que existe todo o interesse em condenar Vara se ele o merecer. Também sociologicamente, a base de apoio do PS não aceita a corrupção e quer vê-la denunciada e punida. Já no PSD não é assim, havendo uma aceitação tácita da transgressão corruptora.

    Vejamos, não há, nem nunca houve, um Cravinho no PSD…

  12. Dr. ds,

    receberá em breve uma repreensão por escrito da ordem dos médicos, por nem sequer saber distinguir os géneros, isto é, um gajo duma gaja.

    Ass. A Trolha

  13. Não, não, eu sou trolha. Tu como és fino e tens trejeitos a condizer, és a sopeira.

    Ah, e vai sair uma nota de expulsão da Ordem, porque infrigiste uma regra do código deontológico que manda não insultar os pacientes e outra que proibe a discriminação dos mesmos com base em preconceitos de classe.

  14. certa vez o Senhor disse : Como vês a palha no olho do teu irmão, e não vês a trave no teu? Ou como ousas dizer ao teu ….
    apeteceu-me voltar à biblia , que é que se há-de fazer?

  15. Valupi, há uns tempos dizia que a lei é que fazia os criminosos, na altura pensei, o homem ensandeceu.

    Afinal, não! Preparavas o terreno, será que tinha “inside information”? Pobre criatura, agora defendes este gente. Ao que um homem chega. será que também apanhaste migalhas do bolo?

    O Vara tem muito para contar, muito mais do que veio a lume, vamos ver o que acontece. Ai se um dia a amiga Carla poe e boca no trombone, por muito que vá armando vai ficar sem vara!

  16. “Ah, que pena a vara ser tão curta”

    Significa isto o quê? Que só rejubilarias o dia em que cada português fosse uma cópia do Vara?

    Tem dó, larga os barbitúricos!

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