8 thoughts on “Vamos lá a saber”

  1. Não faço ideia, Val, porque as contas devem ser feitas por especialistas que olhem de igual modo para a alma e para o corpo da gente, porque se não alimentamos o corpo, estiola a alma e se não cuidarmos desta, mirra o corpo.
    Mas há pequenos palpiptes que até os leigos podem dar. Disse-me ontem um irmão, funcionário público, que os carros do Estado vão para “abate” ao fim de cinco anos. Ora, há carros e carros. As «bombas» de alta cilindrada de milhares e milhares de altos servidores do Estado são construidas com os melhores materiais do mercado. Garantem, mais do que quaisquer outros motorizados, segurança e durabilidade. Mas para este País riquissimo que é o nosso, ao fim de cinco anos vão para abate, como qualquer mini feito de latão!´
    É claro que estão em jogo «apenas» uns trocos mas, como diz o povo, grão a grão enche a galinha o papo.
    E.T. E aquela mania de re-mobilar gabinetes por tudo e por nada?
    Somos ricos e podemos, podemos…

  2. Encerramento de serviços públicos que se destinam a servir a função pública, cerca de 64%, segundo um estudo recente, passando os funcionários sem trabalho ao sector de adidos ou de reserva, pagando-lhes o que está agora na lei: 2/3 do que estão a ganhar;

    Arranjar uma forma habilidosa de obrigar à poupança do Estado e dos funcionários, trocando o pagamento do subsídio de férias (Natal) dos funcionários públicos por Obrigações do Estado sem prazo e com uma remuneração a rondar os 3% ao ano com a intenção de apenas pagar juros e nunca o capital, como têm por exemplo os ingleses numa das suas modalidades de Obrigações;

    Baixar o salário da totalidade dos funcionários públicos, por escalões, de forma a obter um decréscimo de pelo menos 5%;

    Como estamos com a mania de rever a Constituição: aplicar de forma retroactiva, e gradual, a Actual Lei das Aposentações para que em 5 anos as pensões pagas pelo Estado sofressem uma redução de 20%, salvaguardando, sempre, as reformas mínimas.

    Aplicando estas medidas ficávamos com excedente orçamental.

  3. É claro que não temos os dados completos para uma base de análise correcta. Mas creio que se se fizer:
    – a revisão SÉRIA da gestão das empresas públicas e institutos, com redução dos salários, dos prémios de gestão e a revisão dos critérios de concessão de indemenizações dos “quadros de topo”,
    -um maior controlo da evasão fiscal, incluindo a investigação em “paraísos fiscais”,
    – a eliminação de despesas com “obras e equipamentos de fachada” na Administração Pública,
    talvez o défice se reduzisse para níveis comportáveis…

  4. Deixando de pagar aos “boys” que escrevem nos blogues, isso devia dar para aí uma redução de 7 a 8 % do défice. ;-)

    Como diz o kamarada acabava com CGA, ADSE, e todos os serviços de fiscalização da AP, como por exemplo o Tribunal de Contas. Ela há cada um !!!

  5. Olhe que não, olhe que não, olhe que não. Por aqui não passa nada e é por isso mesmo que eu todos os dias escrevo com mais fervor – porque não devo nada a ninguém. Nem ninguém me deve nada a mim. É essa a chave da questão.

  6. dividia o valor do défice por todos os que ocuparam/ocupam lugares de governação desde 1974., altos e médios cargos de administração pública incluídos , assessores e tal também , e a quota de pagamento ponderada pelos anos que andaram por lá a construir o défice.

  7. No CP não reduziria. No CP daria prioridade ao problema do desemprego e do crescimento económico, problema aliás de todo o ocidente Europa e EUA. Os custos de financiamento da economia podem ser reduzidos através da emissão de eurobonds, às txs alemãs. Apenas dps da economia estar a crescer me preocuparia em equilibar o orçamento.

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