35 thoughts on “Vamos lá a saber”

  1. percentagem não sei, não é possível saber, mas não serão muitos os bonitos e interessantes amantes da alteridade.

  2. menos dos que os que têm literacia e interesse para entender as razões que levaram à guerra na ucrânia

  3. Que parvoice, credo. A mesma, exactamente, que tem literacia e interesse para votar em eleições politicas, ou não ? No que te diz respeito, acredito, e espero, que tenhas literacia e interesse que cheguem para entender o que diz o artigo 3° da constituição…

    Boas

  4. Hobbits, hooligans y vulcanianos

    Describamos tres modelos arquetípicos de ciudadanos democráticos

    la raza de los hobbits le importa poco la aventura o el mundo exterior, y en su mayoría se contentan con vivir sus vidas mundanas. Por analogía, los hobbits políticos son apáticos y en su mayoría indiferentes a la política. Carecen de opi

    https://libertades.medium.com/la-pol%C3%ADtica-nos-hace-mezquinos-e-idiotas-jason-brennan-febrero-2017-5801660fac6

  5. É por causa dessas perguntas parvas é que querem meter o internamento compulsivo, como se as pessoas fossem débeis mentais e não tivessem a noção do que é melhor para elas.
    Deixem-se de paternalismos e não mexam na Constituição que é para não estragar.

  6. as ilusões do V sobre democracia e cooperação a desmoronarem-se. será que com isto percebe o seu grande desvio cognitivo?

    En un estudio exhaustivo de la investigación empírica sobre la deliberación democrática, la politóloga Tali Mendelberg (2002, 154) concluye que la «evidencia empírica de los beneficios que los teóricos deliberativos esperan» es «escasa o inexistente». La deliberación tiende a socavar la cooperación entre grupos (Mendelberg 2002, 156). Cuando los grupos son de diferentes tamaños, la deliberación tiende a exacerbar el conflicto en lugar de mediarlo (Mendelberg 2002 158). La búsqueda de un estatus impulsa la discusión. Los deliberadores tratan de ganar posiciones de influencia y poder sobre otros (Mendelberg 2002, 159). Los individuos de alto estatus tienen más influencia, independientemente de si los individuos de alto estatus realmente saben más (Mendelberg 2002, 165–7). Durante la deliberación, la gente usa el lenguaje de manera sesgada y manipuladora (Mendelberg 2002, 170–2). Como concluye Mendelberg, «en la mayoría de las deliberaciones sobre asuntos públicos», la discusión en grupo tiende a «amplificar» los sesgos intelectuales en lugar de «neutralizarlos» (Mendelberg 2002, 176, citando a Kerr, MacCoun y Kramer 1996). Ella dice (2002, 169),

    «El uso de argumentos razonados para reforzar el sentimiento previo es un fenómeno generalizado que plantea un importante desafío a las expectativas de los deliberantes. El razonamiento motivado tiene un poder considerable para interferir con la motivación que la teoría deliberativa aprecia: la motivación para ser de mente abierta, imparcial y justa. Los deliberadores difícilmente pueden perseguir la verdad y la justicia si ven todo a favor de sus priores[es decir, las creencias preexistentes] a través del cristal teñido de rosa y todo en contra de él a través de los oscuros».

    En resumen: la gente «delibera» sobre asuntos políticos como los hooligans, no como los vulcanianos.

    L

  7. En resumen, la razón por la que la gente es en su mayoría ignorante y prejuiciada sobre la política es que los incentivos son erróneos. Las democracias lo hacen para que los votos de los votantes individuales (o las creencias políticas) no marquen la diferencia. Como resultado, ningún individuo es castigado por ser ignorante o irracional, y ningún individuo es recompensado por ser informado y racional. Las democracias nos incentivan a ser «idiotas».

    acresce a isto que nenhum governante é castigado por governar mal -:) ó pá.

  8. oclocracia…

    Ese es un problema bastante insoluble dentro del paradigma del gobierno. Pero el problema es en realidad peor de lo que parece, porque no se trata sólo de que los vigilantes sean humanos con las mismas debilidades y defectos que todos los demás. Una vez que hay posiciones de poder, las personas que acaban en ellas suelen ser más inmorales, más deshonestas, más propensas a aprovecharse de los demás, que las personas a las que gobiernan.

    https://libertades.medium.com/gobernantes-inmorales-michael-huemer-f54220e5f5a2

  9. A malta é estúpida sabe lá o que é que é a literacia.
    Façam as negociatas à maneira e quem não gostar que se lixe, assim como assim a malta gosta é de levar no focinho.

  10. “ningún individuo es castigado por ser ignorante o irracional”

    Ainda bem para @ idiot@ que escreveu o chorrilho de disparates citado pela Yo…

    Boas

  11. Yo,

    Por mim, eles até podiam ter um prémio Nobel, que os disparates que v. citou aqui em cima não deixariam por isso de ser o que são : disparates pegados.

    Quanto ao resto, como a esmagadora maioria das pessoas, incluindo as que não têm cursos badalados, acredito que estamos bem com o artigo 3° da constituição, e outros comparaveis, ainda que eles sejam provavelmente responsaveis, em parte, pelo facto de continuar a ser possivel (como sempre foi) conferir titulos académicos prestigiosos a asnos acabados, e de continuar a haver pessoas que acreditam que um canudo transforma as alarvidades mais obvias em palavra de evangelho. Esta ultima realidade é preocupante e perigosa, mas nunca ao nivel do que seria estarmos nas mão duma corja de imbecis que se autodenominam de inteligentes e literatos.

    Repare, Yo, que lhe reconheço, sem a minima dificuldade, a liberdade de considerar que o que acabei de expor apenas confirma as baboseiras que citou em espanhol e que a verdade é detida em absoluto por iluminados benzidos pela wikipédia. Por mim, vou continuar a preferir a minha propria cabeça, e a da grande generalidade das pessoas com saude mental.

    Boas

  12. interessante era que rebatesse com argumentos as teses desses tipos com doutoramentos universitários e com obra , bastante , escrita e publicada , e não que lhes chamasse idiotas…entra nas categorias descritas por eles na perfeição , João .

  13. e não é o facto de terem canudos o que me interessa. apenas descrevem muito melhor do que eu o que já observei sozinha há muito tempo. e fico contente por a teoria política apesar de moribunda ainda não ter morrido. estes tipos pensam como melhorar ou mudar um sistema obviamente fraco tendo em atenção a população alvo.

  14. aos maluquinhos enviesadores do que está em causa na revisão constitucional: deveriam confiar na Isabel Moreira e, por conseguinte, no Governo. é o que eu estou a fazer com toda a minha confiança.

  15. Eu mesmo,

    Que eu saiba a lei ja contempla o internamento compulsivo nalgumas condições. Não vi quais eram as propostas de revisão a este respeito, nem isto interessa para discutir o post. Presumo que, como acontece habitualmente com propostas, elas possam ser aprovadas ou rejeitadas…

    Boas

  16. os presos políticos versus os presos sanitários. está bonito.

    e esta também é gira
    “acesso, mediante autorização judicial, pelos serviços de informações, a dados de base, de tráfego e de localização de equipamento, bem como a sua conservação”.

    atenção , olinda , em que confia. essa senhora não costuma estar atenta no trabalho , costuma aproveitar para fazer a manicura.

  17. “…nem isto interessa para discutir o post.”
    Ó Viegas não me digas que só tu é que sabes o que tem interesse para discutir o post.
    Eu logo vi que tu eras um gajo com muita literacia.
    Deixa aprovar o cambalacho da revisão constitucional e depois vem para aqui amandar postas de pescada.

  18. Eu mesmo,

    Discute o que queres, claro, estamos em liberdade. Eu apenas respondi à tua interpelação. Posso ter opinião sobre o que eu quis dizer nos meus comentarios, ou também achas isso arrogante ?

    Boas

  19. Não acho arrogante, o que eu acho é que uma revisão constitucional nos moldes em que estão a prepará-la vamos ser todos prejudicados. Portanto não é uma questão de mais ou menos literacia, é uma questão de impedir esta revisão constitucional e conservar a nossa liberdade.

  20. yo, aposto que nunca tirou lapas enquanto está a pensar. se experimentar fazê-lo verá que os ouvidos não sofrem dano e, pelo contrário, talvez até afinem o burilar do que se está a ouvir enquanto de dá cor à unha. se conseguir ir um pouquinho mais além também se aperceberá que enrolar o cabelo ou coçar a cabeça ou as barbas dá exactamente na mesma coisa, ou seja, nisso mesmo sem abalar a atenção e a cognição. deixe de ser pulha, sua pulha.

  21. enrolar o cabelo ou coçar a cabeça não exige a precisão de pintar as unhas , como muito bem deve saber…a não ser que goste de unhas e dedos pintados e a mão e tudo.

  22. pintar as unhas, de facto, exige precisamente um enorme, imenso, esforço cognitivo – tanto quanto tirar lapas, yo. !ai! que riso

  23. Ah! E passado estes anos todos o Zé Neves ainda cá anda, essa é que é essa, eu acho que deverias meter uma cunha para o velhote ser encerado no Madame Tussauds™, eu depois preparo-lhe um cortejo pelas terras deste nosso lindo Portugal (como o das relíquias do Santo Condestável, ou como uma tournée da Nossa Senhora de Fátima).

  24. Arte Nono, tive uma epifania pluvial: não está na hora de meter a veia da pulhice, a sua, a corar como se também fosse as suas cuecas? !ai! que riso

  25. «Arte Nono, tive uma epifania pluvial»: antes fosse uma piela com as trezentas garrafas que os gajos da PJ apreenderam, Olinda.

  26. … e a Olindinha vai vestida de bailarina com tule branco e asas, a conduzir a carroça com o velhote encerado por causa das cenas da paridade (e, por isso, faz de mecânica obviamente). Eu planeio.

  27. O Broas, na sua incansável missão de demolição das corjas de imbecis e idiotas, paridores de parvoíces, disparates, baboseiras, imbecilidades e alarvidades, que são todos os que vê quando não olha para o espelho, continua a deixar-me todo molhadinho. “Diz-me, espelho meu [dele], se há criatura mais magnífica do que eu!” A continuar assim, não tarda estou desidratado, e se não me ponho a pau ainda acabo liofilizado! Adeus, mundo cruel! Pim!

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