Vamos lá a saber

Qual tem sido o contributo da “imprensa de referência” para a qualidade da democracia ou para alguma conquista com relevância social, económica ou cultural?

14 thoughts on “Vamos lá a saber”

  1. Com raras excepções, tem servido para envernizar madeiras podres, para encher de cosmética focinhos bexigosos, para contrabandear e branquear encomendas diversas e narrativas mafiosas. Resumindo: tem servido para levar a bom porto as agendas dos donos e para garantir os lucros, financeiros e políticos, das mercearias que lhes moldam a alma.

  2. Um exemplo de contributo da “imprensa de referência” para a qualidade da democracia: a coluna de 1/6 da diretora do DN (https://www.dn.pt/edicao-do-dia/01-jun-2021/nao-tomem-o-povo-por-parvo-13790045.html).
    Resumidamente, a senhora sugere que se poderia justificar a demissão de “…alguns responsáveis pela gestão da pandemia de covid-19, incluindo a do primeiro-ministro…”. E apoia essa sugestão numa recente intervenção dessa referência da nossa democracia, o senhor Pinto da Costa!

  3. E do que estamos falar, quando falamos de “imprensa de referência”? É ler o Raposo, o Monteiro, o Carvalho, o Fernandes e tutti quanti?

  4. Claro que a Dona Referência vai nua !
    E todos os que lhe pressentem e divulgam esmeradas ( e púdicas !) vestes, são zarolhos voluntários ou venais…
    Se a Dona Referência tivesse um pêlo de verdadeira, nunca se incomodaria com os gritos da, ( diz ela ), turba!
    O pormenor divino, que é a verdade segundo Rilke, reduz a nada tudo o resto !
    – E pur si muove !

  5. Sem verdadeiros Jornalistas não pode haver “imprensa de referência”!
    Hoje em dia a comunicação social é feita por meros profissionais que, escrevem
    e falam para agradar a quem lhes paga e, por vezes, são mais papistas do que o
    Papa, no distorcer dos assuntos ou casos quase, todos para o mesmo lado!!!

  6. Para além de utilizar e repetir as notícias da Lusa, faz a divulgação cultural e de opinião, o que já não é pouco. Poderia investir mais no jornalismo de investigação, mas para isso seria necessário, acho eu, mais leitores e publicidade, digo, dinheiro. Por mais defeitos que possa ter, e tem com certeza, parece ser o melhor que sabemos fazer em liberdade. Sem as liberdades de imprensa e de expressão, não haveria democracia em Portugal com o elevado grau de qualidade que somos obrigados a reconhecer. É claro que por lá há demasiados jornalistas engajados na opinião e coiso e tal, mas isso, meu caro, faz parte do pacote.

  7. – E pur si muove !
    Pois, a terra gira e assim vai papando as Donas Referências que não estão à espera de outra coisa, as grandes levianas…

  8. Revisitando, a propósito, o eng. naval Álvaro de Campos;
    Ora porra!
    Então a imprensa portuguesa é
    Que é a imprensa portuguesa?
    Então é esta merda que temos
    Que beber com os olhos?
    Filhos da Puta! Não, que nem
    Há puta que os parisse.

  9. Qual tem sido o contributo da “imprensa de referência” (sic…) para a qualidade da democracia, ou para alguma conquista com relevância social, económica ou cultural?

    Resposta do optimista: NULO!

    Resposta do realista: Muito negativo…

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