12 thoughts on “Vamos lá a saber”

  1. Com os brasões não há chatice nenhuma, há é com os jardineiros. Nenhum tem a quarta classe e não percebem nada de história.

  2. Caro Valupi:
    Se a petição on line tem as assinaturas de António Barreto e Bagão Félix, então não há chatice nem tem interesse nenhum para a vida do País em geral, e para os moradores em Lisboa em particular. Já cansa ouvir estas aventesmas.
    Com os melhores cumprimentos
    Américo Costa

  3. LIBERDADE ou IDENTIDADE?
    Referem-se à defesa da Identidade, que fez de Portugal «o que é».
    Haverá, nalgum sítio do mundo, Liberdade sem Identidade?
    Haverá hoje, agora, aqui no território de Portugal, alguma outra guerra a travar para se conseguir defender essa Identidade?

  4. São duas petições, ambas em nome da Portugalidade com P maiúsculo, ambas idiotas com i minúsculo.

    Os peticionários exigem que se reconstruam uns canteirinhos lá postos na década de 1960, que no início da guerra colonial propagandeavam a IDEOLOGIA do Portugal do Minho a Timor. Os canteiros, há muito desleixados ou desaparecidos, não têm qualquer interesse estético e a sua reconstrução também implicaria despesa e, depois, manutenção permanente. O eng. Nuno Krus Abecassis, único autarca do CDS de que me lembro, pessoa insuspeita de esquerdismo, não gastou um tostão para restaurar os canteiros do salazarismo colonialista. E o Santana, o que é que le fez pelos canteiros?

    Uma signatária da petição “Contra o apagamento dos brasões”, de seu nome Liana Pimentel, de Angra do Heroísmo (!), propõe “cortar as mãos do estúpido” (sic), isto é do vereador responsável ou do presidente da câmara de Lisboa. Eu proponho que a CML processe a estúpida, por incitamento à violência terrorista.

    Um colunista decadente e patético pergunta se também se vão destruir os Jerónimos. Grande imbecilidade!

    Conclusão: a “chatice” é ter de aturar periodicamente esta canalha.

  5. A regra das intervenções dos indignados com a “destruição” dos brasões é a total ignorância do que realmente está em causa. Dos analfabetos funcionais aos letrados mais plumados, nenhum deles sabe do que está a falar, nem quer aprender. Saltam para uma polémica apenas com o instinto reaccionário e a indignação na ponta da faca, sempre prontos a atacar a conspiração universal da esquerda. Os liberais históricos chamavam “corcundas” a esta canalha. Os autoproclamados liberais de hoje são os herdeiros dos “corcundas” de antanho, com os mesmos tiques e a mesma mentalidade.

  6. sap21 , de caras que liberdade é só uma ideia e o arremedo que temos será sempre a liberdade possível enquanto tivermos ” necessidade ” físicas ,; que das emocionais sempre , melhor ou pior, nos podemos libertar.
    e não abuse , que ainda endoida tentando pensar fora das dimensões terrenas , como o espaço e o tempo. se entretanto conseguir um saca rolhas para extrair o ou aquele/ a que está cá dentro preso , avise , que já estou cansada de tentar viagens astrais , nunca conseguiu sair fora do corpo intencionalmente.

  7. yo, …
    1. Não sou eu, que penso “fora das dimensões terrenas”. São os actuais países mais ricos e poderosos. Nos seus Orçamentos de Estado, gastam mais do que o PIB de Portugal. São milhares de engenheiros, cientistas, empresas.
    2. A questão dos Brasões, que VALUPI colocou, é muito pertinente. Para debatermos a relação entre Liberdade e Identidade.
    3. Porque, a incapacidade (ou recusa) em defendermos uma Identidade é o primeiro passo para perdermos a Liberdade. É assim que começam os que no-la querem roubar, em proveito deles.
    4. É necessário entender, que qualquer Identidade, implica uma perda de Liberdade. Mas é menor, do que seria, com a perda da Identidade.
    5. Não haveria a possibilidade de qualquer País ou Nação sem essa perda de Liberdade, que são as Identidades.
    6. A Liberdade (seja a apregoada pelos comunistas ou liberais, por os de esquerda ou de direita) serve para justificar tanto o Bem como o Mal; a bondade e a maldade; a corrupção e a honestidade; o roubo e a dádiva; o crime e o altruísmo; a guerra e a paz; o amor e o ódio.
    7. Ou seja, depende do que me apetece, e do que quero, sendo-me qualquer limite imposto uma perda da Liberdade.
    8. A Liberdade é, na prática, uma lei-do-mais-forte. Tem-la, quem tem força para a impor aos Outros. Até pode ser, quem sabe, uma ideia fascista imposta pelos mais fortes aos mais fracos, para perpetuarem o seu poder. A Liberdade é, nesse sentido, uma ideia anti-democrática.
    9. Onde há na actual Terra um sítio desses, de Liberdade, onde não haja a jurisdição de uma qualquer Identidade (País, Nação, Comunidade)? Onde há um sítio, que não seja dentro de uma “fronteira” e de um “regere fines”?
    10. Mesmo que houvesse, a nossa perda de Liberdade, para os afazeres da sobrevivência animal, não seria maior do que a que perdemos para uma Identidade? Mesmo que houvesse, a nossa perda de Liberdade não ocorreria para o mais forte lá do sítio, ou seja, submetida à Liberdade que lhe aprouvesse por causa da maior força que tinha?

  8. eheheh… mandazteziú vir… agora aturazio com insolubilidades e indecomponibilidades. eu vou snifar a branca de neve do dealer césar monteiro.

  9. Eu escrevi um comentário correctíssimo a interpelar o novo filósofo JO de seu nome e que vem ocupar o lugar deixado por Eduardo Lourenço. Mas os deuses maus estragaram tudo quando quis enviar e desapareceu. Que pena se soubessem o tempo que levei ficavam tristes. Mas não falava só da estrela em ascensão falava nos canteirinhos. Só um negacionistas fala na destruição do que já não existia. Não havia jardineiro formado a pressão num curso do IEFP e pescado para o mesmo por falta de aptidão para qualquer actividade qque exigisse Tico e Teco que com tesoura sem sensibilidade para a arte e pago com subsídios que nem chegam a metade do ordenado mínimo fizesse o trabalho dos (es) forçados de antigamente. Os brasões em pedra estão lá todinhos retirá-los isso sim seria lesar património. Para o mal e para o bem foram feitos num tempo que lhes dava sentido. Arranjem outras bandeiras não sejam ridículos.

  10. gostei sobretudo do ponto 8 , nunca tinha pensado nisso desse ângulo ,SAP. aliás , confere com a falta total de liberdade de acção nos regimes socialistas , onde se nivela por baixo por causa dos “coitadinhos” , e onde chamam de liberdade ao acto de votar, e parece que mais nada…

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