14 thoughts on “Vamos lá a saber”

  1. A eventual declaração do estado de emergência só interessa a duas agendas, a saber:

    1. À agenda pessoal do Desertor-Mor da República, que precisa urgentemente de recuperar a iniciativa politica, antes que os seus potenciais eleitores se mudem para os lados do Ventura, depois de mais uma monumental cavalada induzida pela sua incontornável propensão para ser mais rápido que a própria sombra

    2. À agenda dos acólitos do Profeta do Diabo, que já perceberam que sem uma crise económica como deve ser nem tão cedo voltam ao pote.

    A declaração do estado de emergência só seria verdadeiramente útil se servisse para silenciar a Fátima Campos Ferreira e touti quanti fazem do inventário dos ventiladores o alfa e o omega de mais esta crise de saúde mental que nos infecta em permanência.

  2. Decretar o estado de emergência permite, de acordo com a Constituição, suspender alguns direitos constitucionais. Em particular, permite que o Estado proíba as pessoas de se deslocar na rua para onde quiserem. Em geral o Estado não está autorizado a fazer isso, mas em estado de emergência, está.

  3. E há ainda outro aspecto a considerar, Valupi.

    Aposto o que quiseres que, caso seja declarado o tal estado, vamos ter novo momento tipo PEC IV / acordo Troica: com o governo PS a ser obrigado a implementar algo a que sempre se opôs e depois a ser responsabilizado pelos resultados.

  4. Vamos lá a saber, que raio se passa no planeta, porquê este alerta e alarido dos governos de todo o mundo?
    Somos 10.000.000 e temos, até data, 400 infectados, não é?
    O ano passado, só em Portugal, morreram mais de 3.000 pessoas infectadas com gripe, tantas como as que morreram desta epidemia de corona na…China. E nada de alarme…
    Será porque só pela facilidade de contágio ou escondem qualquer coisinha?

  5. O estado de emergência, em relação ao estado como os portugueses estão a lidar com a situação, só vem aumentar o pânico e o desconforto emocional. Mas como o comentarista MRS precisa dele como do pão para boca, para alimentar a sua agenda mediática, vai mesmo ser declarado, contra a vontade co Govêrno

  6. Qual “estado” ou “estado”, porra! O que é preciso é decretar o princípio de estado de boa saúde para os portugueses; isto é, fazer tudo, com “estado” ou sem”estado”, o que for preciso para garantir saúde ao maior números de pessoas. Porque o “estado necessário” serão as próprias pessoas a pedi-lo.
    E mais uma vez A. Costa usa a sua técnica do “momento exacto”; atingido o ponto climax ou seja quando pressente o povo a pedir a medida ele aplica-a e tem a opinião popular consigo o que mata à nascença que vingue qualquer golpada política quer da esquerda quer da direita.
    Deste modo, mesmo no interior de um caso que acarreta uma crise de muitos lados, vai conseguindo governar com as medidas certas e os críticos políticos profissionais sem saber dar a volta ao Costa PM.
    Nem o diabólico mano Costa.

  7. Presidente e 1º ministro, gente mediocre no momento certo.

    Liubomir o cozinheiro tem razão…falta de “tomates”.

    Deixar para amanhã…!

  8. Conseguir fazer com que o Luis Lavoura seja o unico a dizer coisa com coisa, eis o lamentavel estado em que se encontra este blogue…

    Boas

  9. entretanto, no expesso, o inefável martim silva esmifra-se a tentar explicar à plebe a misteriosa necessidade sentida por sua excelencia o pr para quarentanar em casa e não no Palácio de Belém. se alguém entendeu a justa causa, manifeste-se.eu não consegui.

  10. Pandil , estão doidos , deve ser efeito de alguma droga na água. o worldometer tem agora uma secção na estatísticas de mortos por gripe sazonal : de ontem , à meia noite , para agora morreram 1000 pessoas no mundo de gripe , desde o inicio do ano , 102 080 morreram de gripe , de todas as idades , do bicho vou-te devorar , morreram 7500.
    https://www.worldometers.info/#flu

  11. Vamos lá saber : porque é que ainda não puseram o Hospital de Santa Maria em quarentena? com certeza que sabem que é o pessoal de lá , médicos , enfermeiros , auxiliares , etc é que infectam os doentes, tal e qual como aconteceu na China e na Itália,

  12. Assim que se prevê a necessidade de lançar mão dos instrumentos previstos no estado de emergência, independentemente de virem a ser usados ou não, o mesmo deve ser decretado. E, preferencialmente, ANTES dessa efetiva necessidade ocorrer, para que a atuação das autoridades seja, nesse eventual momento, LEGÍTIMA.
    No atual contexto, acho que deve ser decretado, desde logo porque é inevitável que muitas pessoas, angustiadas com o isolamento social e a reclusão a que estão sujeitas, comecem a tentar furar o atual estado de alerta.

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