9 thoughts on “Vamos lá a saber”

  1. Desde que resultasse num partido que não tivesse no nome nem “Centro” nem “Social-Democrático”… Seria uma boa clarificação. Por exemplo: AEIOU – Agência de Empregos, Interesses e Oportunidades Utilitárias.

  2. Faz todo o sentido. Aliás quase que se não descortina qualquer diferença entre eles.
    E, além do mais, seria meio caminho andado, para quando o “Chega”, se chegar onde diz querer chegar, os açambarque aos dois debaixo do braço.

  3. Questão complexa, que há anos me perturba o sono. Não querendo privar a ilustre audiência do meu inestimável contributo, e para elevar o nível da conversa, apraz-me comunicar o resultado do incansável intercâmbio sináptico que sobre a problemática em epígrafe me vem fritando as meninges: podem fundir-se ou foder-se, me dá igual, coño!

  4. Actualizando:
    No CDS ganhou Francisco Rodrigues dos Santos, logo não faz sentido o PSD e CDS fundirem-se.
    O que eu não sei é se o CDS com a nova liderança vai subir na votação do portugueses.
    Aguarde-se.

  5. Eu quero é que se fundam todos: o chico chicão com o chega pra lá e o verdadeiro PSD, sem máscara nem vergonha. Tudo ao molho liderado pelo Santana e presidido pelo Relvas, com uma procuração cavaquense.
    Quanto ao Rui Rio, pode fundir-se com o Tó-Tó Seguro, a Manela e o Menezes e refundir o PPD, talvez numa liga leve.

    Na verdade, o que o megafone merdiático não desiste de nos tentar vender é a ideia de que o defunto “arco da guvernação” ainda um dia vai ressuscitar, persistindo pateticamente em ocultar que a Política da nova década já enterrou o Passado recente, ou seja, o período cavaquista da 3ª República e que o Presente é feito de um novo Arco da Governação, em que o Centro é totalmente ocupado pelo PS, a Esquerda civilizada e bem comportada é representada pelo BE e pela CDU e a Direita se pulverizou e se auto-excluíu, na prática, do jogo democrático e vegeta agora nas margens do apresentável, tal como antigamente sucedia com o PCP e com a alminha solitária da UDP no Parlamento, que hoje é o patológico André Ventura.
    A única personagem de Direita decente hoje em dia é, como todos sabemos, o Presidente da República. Ao menos, valha-nos isso. Mas precisamos urgentemente de novos Freitas do Amaral, Lucas Pires e Adrianos Moreiras, para recentrar e elevar o debate político em Portugal.

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