7 thoughts on “Vamos lá a saber”

  1. o ps dá muita confiança aos cidadãos de 1ª e depois os tipos abusam. quem não gosta do emprego abre empresas de enfermagem, com serviços a domicílio , que a procura é grande, e desfruta da boa vida de patrão….

  2. Ver hoje os direitolas a defender os grevistas – mesmo que manipulados – no Parlamento diz muito da esquizofrenia que os atingiu nos últimos anos. “Ai que o arco da governação mudou e nunca mais chegamos ao pote.” E é vê-los a criticar hoje o que ainda ontem fizeram pelo menos no dobro. Lembram-me todos o Burro do Caralho. Vulgo BdC.

  3. quem tem razão são so enfermeiros, tal como muitas outras profissões em que assentam os serviços publicos deste país. a situação das carreiras nestes serviços é calamitosa.
    quem a pode perder são por isso apenas eles. e pelo andar da carruagem, creio que já a estão a perder consideravelmente. se se confirmar outra greve cirurgica para o inicio do proximo ano, creio que vão ficar isolados

  4. teste

    quem tem razão são so enfermeiros, tal como muitas outras profissões em que assentam os serviços publicos deste país. a situação das carreiras nestes serviços é calamitosa.

    O que é que isso quer dizer? Que não têm direito a progredir numa carreira ao longo dos anos?

    Mas isso não é razão nenhuma. Ninguém deve ter direito a progredir automaticamente numa profissão.

    Eu também estou há 15 anos a ganhar sempre o mesmo e provavelmente continuarei a ganhar sempre o mesmo até à reforma. E depois? Qual é o problema?

  5. Lavoura, tocas num dos dogmas do nosso tempo. Aquela ideia de “trabalho igual, salário igual” já foi. Nas nossas escolas, um prof em inicio de carreira vence 2/3 do colega com 15 anos de casa para dar a mesma disciplina ao mesmo número de alunos. Porquê ?! Bem, como diriam os francos, “par-ce-que”! É o novo normal.

  6. Ó Alves, não inventes ! Toda a gente sabe que qualquer sociedade precisa de mater viva uma aristocracia qualquer para contrabalançar os perigos do republicanismo. Percebi isso quando fiz o SMO. O meu instructor de COM era um Sargento oriundo do contigente geral , com 15 anos de tarimba, que um par de meses depois já estava às minhas ordens. Quem percebia de tropa era ele, mas quem mandava era eu. Porquê ? Simples: eu tinha o sétimo ano de Frei Luis de Sousa; ele só sabia de administração militar. É a vida tal como ela é !

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