Vamos lá a saber

Com a Joana Marques Vidal, o Bruno de Carvalho teria sido despachado do Barreiro para Évora, e ainda levava uns carolos para amochar? Ou teria acontecido o mesmo que aos submarinos, à Tecnoforma, a Dias Loureiro e a Luís Filipe Menezes?

8 thoughts on “Vamos lá a saber”

  1. Com a Joana o caso seria caso “da Joana” e de sua entourage ao estilo e próxima do pessoal “brunho” e revolucionário ao estilo Bruno.
    E, claro, sendo o caso estilo “joanino” amigo, o mais certo, seria uma incerta manobra de diversão para entreter e depois arquivar.
    Penso eu de que!

  2. Não sei o que teria acontecido, Valupi. Sei o que aconteceu. E o que aconteceu foi mais do mesmo: um triste espectaculo do estado a que chegou a nossa justiça. Uma coisa lastimável em si mesma e duplamente lastimável porque toda a gente já se habituou a encarar o inaceitável como normal. Portanto sou levado a concluir que isto ultrapassa em muito a Joana que esteja de serviço. É uma questão de deformação da cultura corporativa das policias e magistraturas. Lamentável.

  3. Para quê perder tempo com tão ruins … Preocupemo-nos é com o comportamento do BE do PCP e também de algum PS , face ao Governo, comportamento que até pode vir a provocar eleições antecipadas.

  4. Muito sinceramente, acho que era igual. A incompetência foi toda da Procuradora. Que não fez rigorosamente nada em 6 meses. Nada de nadinha! Corrompida não tinha feito um trabalho melhor. E o juiz limitou-se a fazer o que lhe competia. Aliás, portou-se como um verdadeiro juiz das liberdades. Um árbitro no Inquérito. Com este despacho de acusação cai tudo na Instrução. Seja qual for o juiz. Uma autêntica vergonha de quem nem o prazo de especial complexidade conhecia. Quanto ao aldrabão, ainda vai ter muito que responder. Que é o meu descanso.

  5. E em relação ao Marquês, claro que o maior busílis foi sempre o saloio de Mação. O MP até pode, como ainda agora se viu, andar a passar mandados de detenção para ouvir ilegais, quando o próprio juiz só tinha autorizado a busca e apreensão mas no fim do dia a última palavra é sempre do juiz de Instrução. O juiz dos direitos, liberdades e garantias.

  6. Ou seja, para arquivar e proteger – se for o caso – o MP faz bem esse trabalho sozinho. Para acusar não é bem assim, como se vê. O que nós nunca podemos querer, como também se vê agora, é um juiz de Instrução “mauzão” quando o arguido não nos agrada e um juiz de Instrução “bonzão” quando o arguido é da nossa cor. A missão do juiz de Instrução está muito bem definida em Portugal e na fase de Inquérito prende-se exclusivamente com direitos fundamentais. Que passaram completamente ao lado do saloio de Mação no Marquês.

  7. Bom dia,

    Sem perceber nada de futebol e sem cor futebolistica, não posso deixar de achar muito curiosa a maneira como muitos leais a Bruno de Carvalho estão chocadissimos com o modo como tudo se está a passar (desde a detenção, à perseguição, às mentiras, ao papel do correio da manha ou da laranjo)…a única coisa que me ocorre pensar é : mas onde andavam estes indignados todos quando a vitima era Sócrates ?? e qual o paralelismo destes dois casos dados os intervenientes comuns ? (alvaro sobrinho, correio da manha, silvia laranjo, octavio ribeiro)
    Independentemente de culpas ( e penso que estamos todos de acordo que se de facto existirem culpas, que sejam punidos) está-se a criar uma enorme questão que mete o governo ao barulho…já vi escritos no twitter reclamando que a única forma de acabar com a cabala que montaram ao Bruno é destituir o governo aparentemente conivente via filiação maçonica…e agora é que estou mesma confusa…onde é que os dois casos se cruzam ?? Aparentemente Sócrates não era maçon e sempre achei que tal teria alguma força na perseguição que lhe foi movida…alguém (sem clubismo) me elucida ??
    Obrigada

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