29 thoughts on “Vale tudo”

  1. Pois é Valupi, estamos num tempo em que vale tudo, e o tudo ainda não chegou. Neptuno está interveniente. Hoje lembrei-me de ti, mesmo só conhecendo-te do que escreves, fui ver o Nove e aposto que gostas, tem muitas mulheres bonitas, e um homem perdido entre aquilo tudo, ele, e a mãe. Há sempre um Édipo a arremeter contra a Esfinge. Vai ver, descontrai, mereces: a Loren, a Kidman, a Cruz, e …

  2. Valupizinho, estava á espera de ver um grande escrito acerca da enorme manifestação da Fonte Luminosa, afinal o comentário é do tamanho de manif! Será que o facto de não ter aparecido ninguém tem algum significado?

    Lembras-te da manif que te fartaste de de criticar, sim aquela dos gajos de branco, pois bem, só te posso dizer que a proporção entre uma e outra foi de infinito. zero sobre cinquenta = a infinito! LOL

  3. Aquele texto mostra que o seu autor tem orgulho na sua estupidez… faz questão de a mostrar a toda a gente!

    Se a estupidez pagasse imposto, lá por aqueles lados haveriam muitos clientes da DGCI…

    Irra, há malta para tudo…

  4. &,

    lá me puseste a ouvir e reouvir o Loaded. Gosto demais! Primal Scream no seu melhor (não desfazendo na animação sensorial do alexis)…

    O Nove é o próximo na minha lista…vi a peça na Broadway – o protagonista era o Antonio Banderas!

  5. muito bom o Nove, não sabia que tinha sido peça, quando calcorreava a Broadway o que eu mais gostava era da cor toda dos anúncios, ficava encadeado e gosto,

    o Alexis é gato grego&bravo.

    Vim aos bombons de ginja, até me sabe bem o dilúvio. Agora é xonex.

  6. olha que bonito encadeado ficou! Obrigado, mas podemos dedicar ao Valupi que o rapaz vai gostar do Nove e merece distrair-se.

    Eu só vinha cá avisar: Neptuno dissolve. Agora é que é edredon.

  7. Ibn Erriq:
    «Será que o facto de não ter aparecido ninguém tem algum significado?»

    Pode um ter dois significados:
    1 – desorganização;
    2 – a notícia não passava de um embuste;

    Vou mais pelo segundo. Primeiro porque a direcção do PS se desmarcou da alegada iniciativa. Segundo, não recebi nenhum dos alegados SMS’s.

    Acho que não deve haver muito para comentar visto estar-se a falar duma coisa que me parece não ter existido de forma seria e organizada…

    Mas posso estar enganado…

    Keep up

  8. O PM está quase a ser transformado num Deus com enormes poderes! Até os desatres naturais são de sua iniciativa. Irra que é demais ! Diz-se que a ignorância é muito atrevida mas a estupidez é pornográfica.

  9. Só por volta das dezasseis horas tomei conhecimento da catástrofe ocorrida na Ilha da Madeira. De há uns para cá que procuro não ver e ouvir a televisão Portuguesa. Passo mais tempo no canal Parlamento e na TPA-Angolana. Estive na guerra do ultramar gosto de ouvir as notícias e de ver certas imagens de Luanda. Quando me deslocava no meu carro ouço na telefonia, do mesmo, o que se estava a passar na Madeira.
    De imediato liguei através do meu telemóvel para o meu irmão que ali casou e reside a saber notícias sobre ele, a sua mulher e filho. Disse-me que estava tudo bem com eles, que só a habitação da sua sogra é que sofreu uma pequena inundação e que S. Gonçalo, é a freguesia que reside, não sofreu grandes estragos. Liguei a mais uns amigos e todos me disseram que com eles estava tudo bem.
    Quando cheguei a casa e vi as imagens através da RTPN é que vi a dimensão da catástrofe. É evidente que quando há chuvas torrenciais não há ribeira que resista. Quem conhece a Madeira sabe que derivado ao seu declive, quem suporta com tudo são os pontos baixos e o mar. Mas, quem conhece a avenida do Mar, a rotunda Sá Carneiro, o mercado dos Lavradores, a rua 31 de Janeiro, isto no Funchal, a Ribeira Brava, Santa Cruz, meu antigo concelho, é que pode dar o real valor.
    Sei que a hora é de lamentações mas, não se pode esquecer as críticas que fazia um engenheiro de prestígio na Madeira – agora não me lembro o nome – nos anos em que ali estive, 1999 a 2002, sobre o crime que se estava a cometer. A construção civil, o desmazelamento com as ribeiras e lembrava o ano de 1993. Foi sempre criticado pelo poder político, como sendo um anti – Madeira, que não tinha razão nas suas críticas. Pensavam que eram baboseiras e antes fossem. Quando elas deixam de ser baboseiras os resultados ficam à vista. E que vista e que resultados.
    Depois vem Alberto João Jardim dizer que não se deve fazer críticas para que nos outros países não saibam as vulnerabilidades da Madeira. Estive a ver as notícias na TPA de Angola e referiram com imagens os acontecimentos de ontem que ali ocorreram. Todos os países do Mundo vão ser sabedores, porque se há-de calar as críticas. Não é ele e o PSD um alarmista por tudo e por nada? Só sabe dizer mal de nós, intitula-nos como cubanos e outros adjectivos? Agora tem medo de quem? Escusa de ter porque ali tem tudo controlado. De quem tenho pena é dos Madeirenses, dele não sinto pena nenhuma.

  10. Pois deve ser isso, mas certamente se fizer um esforço suplementar, verá que há outras hipóteses. Compreendo que para si menos simpáticas, como por exemplo a falta de interesse!

    reafirmo, 0/50=infinito!

  11. ibn erriq, nem sequer te passa pelo neurónio que é um pouco estranho que nem os “promotores” da manif tenham aparecido? Não é preciso ser nenhum sherlock holmes.

  12. Ibn Erriq:

    «Ah já me esquecia PMATOS, se Vexa não recebeu o SMS, então é porque não foi enviado para ninguém. LOL.»

    … foi à segunda, mas chegou lá! boa!

  13. edie, será que os organizadores de tamanha vergonha pela ausência de compinchas nem tiveram coragem de dar a cara? Ou o teu neurónio pré formatado nem chegou a tanto?

  14. 2 ou 3 notas.
    Não querendo pronunciar-me sobre o texto em questão (no link), por favor (este pedido é dirigido ao autor do texto que encabela este quadro) não mudar de assunto ou do essencial da coisa, para tirar as conclusões que quer (no caso, misturar S. Pedro).

    Primeiro: a tragédia na Madeira, já vinha desde a madrugada – tendo aliás, segundo relatos públicos – o pior ocorrido entre as 8 e as 9 ou 10 da manhã.
    Segundo: José Sócrates, que enfrenta uma crise de cariz político-pessoal profunda, estava ou esteve toda a manhã reunido em Lisboa com dirigentes partidários do PS, tentando concertar estratégias de defesa.
    Terceiro: apareceu por volta das 2 horas para declarar em público que se encontrava conternado (sic) tendo logo rectificado para, consternado. Coisa sem importância, acontece a qualquer algum. Do essencial, disse que logo que as condições meteorológicas o permitissem, o Snr. Ministro da Administração Interna, partiria de imediato para a Madeira.
    Estava pronto o avião Falcon, para o efeito.
    Quarto: José Sócrates viajou para o Porto, para da parte da tarde, promover um “encontro” ou lá o que foi aquilo, com os socialistas daquela cidade.
    Quinto: findo tal encontro, viajou com o Ministro da AI para a Madeira.

    CONCLUSÕES:

    1) – José Sócrates tinha agendado acções de caracácter meramente partidário para o longo do dia, em duas cidades distantes do país. Coisa que se concretizou.
    Quanto às acusações oriundas de vários quadrantes, de que, face à crise política que enfrenta (causa mais recente, Face Oculta) Sócrates passa mais tempo preocupado e a defender-se, do que a governar, deixo as conclusões a tirar, para quem quiser.

    2) – O que importa apurar, é como Sócrates se deslocou para o Porto (se em viatura própria, se em viatura do Estado, se no Falcon, ou se o Falcon se deslocou propositadamente de Lisboa para o Porto para o vir buscar).

    É que toda a gente aceitará pacificamente, que, actividades partidárias, não se devem fazer à custa de e utilizando meios públicos (do Estado).
    E que também não é aceitável, que se faça esperar e se atrase a partida de um Ministro (competente para o e feito) colocando actividades partidárias em primeiro lugar e actividade do cargo de Estado, em lugar secundário – para mais, dado o carácter de gravidade da calamidade na região da Madeira.

  15. Ibn Erriq:

    «Oh PMATOS, mande daí o n. do seu TM, que eu farei com que para a próxima não seja esquecido.»

    Eu selecciono quem está autorizado a enviar-me mensagens. Ainda assim agradeço-lhe a atenção mas asseguro-o que não necessita de se dar a esse trabalho.
    :)

  16. vox:

    «O que importa apurar, é como Sócrates se deslocou para o Porto (se em viatura própria, se em viatura do Estado, se no Falcon, ou se o Falcon se deslocou propositadamente de Lisboa para o Porto para o vir buscar).»

    Bem visto! Não vá repetir-se o que aconteceu com uma acção de campanha do PSD com o uso das viaturas oficiais do Governo Regional da Madeira.
    Ainda assim, não veria qualquer problema em o Falcon, estacionado em Lisboa (ainda que o mais certo é que estivesse estacionado na BA5, isto é, em Leiria) se deslocar ao Porto para ir buscar, nessa altura, o PM.
    Mas não deixa de ser uma questão pertinente…

    E já agora convido a passagem pelos sites http://www.psd.pt/ e http://www.ps.pt/. Curiosa a diferença de destaques na página inicial: no primeiro «Manuela Ferreira Leite: “o Governo tudo fez para esconder a realidade das contas públicas”»; no segundo «José Sócrates presta condolências aos portugueses madeirenses»…
    Pontos de vista…

  17. Caro PMatos

    Quanto à generalização a que aludiu (apontando para o efeito e como exemplo concreto, o caso da utilização em acções de campanha por parte do PSD, de viaturas oficiais do GR da Madeira) concedo que é prática utilizada por todos os partidos que ocuparam o poder.
    Mas isso em nada diminui a “condenabilidade” de tais “más práticas”.

    Por uma questão de ética, não se deve invocar o (mau) exemplo alheio, para justificar o (nosso) pretenso direito a fazer igual.

    Já fora do alcance do campo da ética, e em se tratando de questão jurídica, como sabe, não se pode invocar num Tribunal, a falta de cumprimento da lei por parte de outrém, para tentar justificar a nossa própria falta (de cumprimento dessa mesma lei – faltas ocorridas em situações idênticas).
    É coisa que, em termos prosaicos, soaria assim: “Mas sou só eu? Cadê os outros?”

    Existe até um brocardo latino (eu costumo dizer, “uma bojarda latina”) para definir essa regra.

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