Uma República de um certo tipo de jornalistas

Queres saber um pouco mais, ou muito, ou até demais, acerca do que se tem passado em Portugal nos bastidores da luta política partidária? Noronha do Nascimento explica.

7 thoughts on “Uma República de um certo tipo de jornalistas”

  1. cá me queria parecer que o problema é a comunicação social e que os agentes judiciários são uns tadinhos bué d’inocentes e que por questões de independência da justiça não têm nada a ver com isto.

  2. Por este discurso da verdade, já está a pagar: “Noronha de Nascimento acusado de proteger Sócrates”, notícia lida no Correio da Manhã. Em breve veremos que o Presidente do Supremo vai levar um chuto da maioria que foi agora eleita que é quem , de facto, pratica a asfixia democrática. O Presidente do Supremo vai ser substituido para que tudo o que diga respeito a Submarinos, BPN,BPP, Portucale etc. passe pela máquina trituradora de papel.

  3. Ora , mas já se esperava que esta direita agora unida e descansada pela esquerda que afinal nem é de esquerda mas também de direita comece a varrer tudo e todos aqueles que tiveram a nobreza de lhes fazer frente.

    Espera-se que ainda subsista cá no burgo gente em número suficiente para em bom tempo os varrer a eles. A esperança é a última coisa a morrer.Ou pelo menos devia ser.

  4. oh santinho! andas a dormir na forma. o noronha a pagar era o iv milagre de fátima, o noronha quer é receber e quanto mais merda fizerem mais pagam, chama-se independência do poder judicial e dá para governar sem ser eleito.

  5. O diagnóstico está correcto. A prescrição é que não me convence, e desconfio sempre das intenções de uma corporação como a da justiça quando, essencialmente, pretende regular de maneira mais dura o discurso público. Por muita razão que tenha, por muito boas que sejam as intenções, por muito que os “jornalistas” mereçam. Essa regulação, a existir, será inevitavelmente abusada, porque a seguir a um Noronha do Nascimento pode vir um João Palma, ou outro que ache que os magistrados devem estar acima das críticas.
    Lança no entanto algumas pistas interessantes que valerá a pena estudar, sendo que a maior delas é o controle da informação mediática por grupos económicos que, apercebendo-se cada vez mais da anarquia reinante, usam os media que possuem para avançar os seus interesses e atacar quem os ponha em causa. Mas de quem é a responsabilidade, deles ou do facto de a justiça, na prática, não existir e não agir? É que parece, a este pobre leigo, que essa regulação já existe nas leis em vigor, simplesmente não há maneira de as fazer cumprir, sendo o segredo de justiça o exemplo mais óbvio. O que o presidente do Supremo parece sugerir é das duas uma: ou mais leis que não se cumprem, ou uma entidade “independente” (o que quer que isso seja) que faça o trabalho que deveria ser da justiça. Com o devido respeito, dá vontade de dizer: deixe-se de bocas e faça mas é o seu trabalho. A situação chegou a este ponto por vossa responsabilidade também.

  6. A resposta veio pronta «Noronha acusado de proteger Sócrates» mas acusado por quem? disse eu ao meu barbeiro onde leio os jornais do dia. O problema é esse: acusado por quem? Pelo Correio da Manhã?

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