28 thoughts on “Uma oportunidade para confirmarmos se somos mesmo um país de canalhas e cobardes, como parece”

  1. Também não exageres , há é uma profissão cheia de gente com músculo entre as orelhas , em lugar de cérebro, que devia estar numa jaula.

  2. Num país onde metade descende dos mouros, outra metade dos judeus e outra metade (esta na clandestinidade) descende dos pretos que vieram trabalhar para os arrozais de Águas de Moura, há 99 por cento de arianos puros…

  3. Mais um tema fabricado para massagar o ego dos portugueses.
    Muito gostam os portugueses da sensação que as drogas das endócrinas lhes produzem quando se indignam.

    Ao menos essas drogas são legais, e baratas (no CM por menos de 1 euro compram uma barrigada de indignação!) .

    Entretanto passam ao lado das coisas que merecem realmente que nos indignemos…

  4. Boa noite, é aqui o post sobre o Carisma ?
    Ele chamou burro ao Quei-ros ( em persa ), Quei-roz chamou burro a ele, ao Carisma, e o burro sou eu ?
    Alguém me sabe informar se o professordoutortreinador tem facebú ?
    É que eu queria ir lá pôr um comentário, assim do género, CALA A BOCA, SÓ DIZ MERDA !

  5. Então parecemos um país de canalhas e cobardes só porque um canalha e cobarde actua como tal? E perante o acontecido qualquer de nós, para se ilibar, tem a oportunidade de fazer o quê? Matar o canalha e cobarde?

  6. A premissa retórica do Valupi cumpre-se enquanto houver uma maioria que, entre condenar um excesso retorico ou um comportamento vil, prefere o primeiro.

    No resto o Tecnoformico tocou no ponto, tudo armado ao pingarelho quando somos talvez o país mais miscigenado da Europa e do Mundo. Muito antes do Henriques ja cá passavam vikings, fenicios, cartagineses.eu sei lá, uma rebaldaria do caralho!Depois fomos nós por aí a fora e não nos escapou nada quase de uma ponta à outra!Somos uns vira-latas, uns vadios,não podemos é ter cinco tostões no bolso que aparece logo a mania da grandezas e o mau vinho.

  7. Um racista de merda é um racista de merda é um racista de merda. Em que é que o comportamento de um racista de merda, e de mais alguns milhares de racistas de merda que não duvido existam, compromete o país inteiro, ospilica lá aos parvos de merda espantadados com a tua estrambólica e masochista questão? E se a justiça de merda que temos deixar impune o cabrão do atrasado mental, sacana e filho da puta de merda do racista de merda, que culpa temos nós, aparentemente uma cambada de canalhas e cobardes de merda? Uma excursão a Fátima, esfolando os joelhos de merda até à merda do osso, será penitência suficiente para resgatar este povo de merda ou será que nada conseguirá travar a nossa inexorável marcha para o cabrão do Inferno? Do Inferno de merda, claro.

  8. Valupi, mesmo que o comportamento da PSP não tenha sido o que devia, e creio que não foi, o que não é inédito, o que não se pode dizer, na minha firme opinião, é que parecemos, ou podemos parecer, um país de canalhas e de cobardes, face ao que aconteceu. A geral indignação que se gerou pela infâmia cometida, creio que justifica o meu reparo.

  9. A frase no titulo do post é hipotética e remete para o que interessa, ou seja para a questão de saber quais vão ser as reacções (da policia, da justiça, das empresas interessadas, etc.) à noticia de factos que, a priori, mostram um comportamento inaceitavel de racista de merda.

    Uma oportunidade para confirmarmos se este blogue é mesmo um blogue de basicos incapazes de reflectir dois secundos, como parece…

    Boas

  10. Manojas, tal como o Joe Strummer e o joão viegas expressam, o que está em causa depois do acontecimento é exigirmos que a lei seja aplicada com tolerância zero. Repara que não está em causa actos de violência de broncos armados em nazis, estamos perante uma situação que envolve directamente entidades prestadoras de serviços públicos e a própria polícia. Daí a gravidade acrescida e a dimensão institucional, até de regime, do caso.

  11. Phoda-se, o Broas de merda insiste em pedir-me namoro! Ainda não entendeu, o cabrão, que eu não gosto de cu de cão!

  12. Valupi dixit: «(…) o que está em causa depois do acontecimento é exigirmos que a lei seja aplicada com tolerância zero. Repara que não está em causa actos de violência de broncos armados em nazis, estamos perante uma situação que envolve directamente entidades prestadoras de serviços públicos e a própria polícia. Daí a gravidade acrescida e a dimensão institucional, até de regime, do caso.»

    Se nós aqui estamos a fazer exactamente isso, a indignarmo-nos e, implicitamente, A EXIGIR QUE A LEI SEJA APLICADA COM TOLERÂNCIA ZERO, e não duvidando eu que a indignação não é exclusivo do Aspirina e há certamente por esse país fora milhares a exigir o mesmo, em fóruns como este, nos famigerados feissebuque e tuítar, em locais de trabalho, conversas de café e de tasca, de amigos e familiares, em comboios, autocarros, metropolitano e sei lá que mais, eu insisto:

    Em que medida faz isso de nós «UM PAÍS DE CANALHAS E COBARDES, COMO PARECE»?

    Que culpa temos nós que a polícia, em comportamento que deverá ser obrigada a explicar, tenha demorado alguns dias a dar seguimento ao caso? Não estamos todos carecas de saber que a(s) polícia(s) estão cheiinhas (com excepções, claro) de racistas de merda almas gémeas do energúmeno do autocarro? Não me admiraria, aliás, que a intenção fosse a de esperar que o tempo apagasse, ou pelo menos diluísse, as marcas da agressão, diminuindo assim a eficácia da queixa.

    Reinsisto:

    «E se a justiça de merda que temos deixar impune o cabrão do atrasado mental, sacana e filho da puta de merda do racista de merda, que culpa temos nós?»

  13. O bronco portuga no seu splendor : o agressor não fui eu, o racismo não sou eu, a justiça não tem nada a ver comigo, a policia são os outros, quanto às reacções, tudo bem, mas nada que venha sugerir que o problema poderia ter algo a ver comigo, ou com uma realidade que me diga minimamente respeito. Portanto tratem mas é de matar o cão raivoso responsavel à paulada e deixem de me chatear com merdas, que quero continuar a ver a bola em paz.

    Boas

  14. Valupi, com o que se passa por todo este nosso mundo fora, em praticamente todos os países mesmo os mais supostamente democráticos, quem é que pode ter o desplante de nos apontar o dedo e dizer que parecemos um país de canalhas e cobardes, face ao episódio em questão? Até agora, parece (não parece?), só alguns de nós. Foi só contra isso que eu reagi. Quanto aos que o Valupi cita, que se expressaram e no sentido que se expressaram, mas só depois da sua dica, só lhe digo que palavrões e verborreia, que não estão nos meus hábitos, podem satisfazer o ego de quem os utiliza, mas, só por eles, não lhes dão razão nem proveito.
    Obrigado!

  15. Joaquim Camacho, o país de canalhas e cobardes a que me refiro é aquele que compra o Correio da Manhã, vê a CMTV, aplaude os crimes cometidos na Justiça, aplaude os crimes cometidos na comunicação social, não vota, calunia, foge aos impostos e diz mal dos políticos por serem políticos. É o tal país que fica incomodado por aparecer alguém a exigir que as autoridades mostrem ser inaceitável qualquer manifestação de violência.
    __

    uem, idem idem, aspas aspas.

  16. Valupi, enganei-me no local onde devia escrever o meu comentário. As minhas desculpas! Vou repetir.
    Valupi, com o que se passa por todo este nosso mundo fora, em que praticamente todos os países mesmo os mais supostamente democráticos, quem é que pode ter o desplante de nos apontar o dedo e dizer que parecemos um país de canalhas e cobardes, face ao episódio em questão? Até agora, parece (não parece?), só alguns de nós. Foi só contra isso que eu reagi. Quanto aos que o Valupi cita, que se expressaram e no sentido que se expressaram, mas só depois da sua dica, só lhe digo que palavrões e verborreia, que não estão nos meus hábitos usar, podem satisfazer o ego de quem os utiliza, mas, só por eles, não lhes dão razão nem proveito.
    Obrigado”

  17. O uem que se enganou e aparece como autor do comentário, sou eu, o Manojas. Não se me tire tal responsabilidade,

  18. Amigo Valupi, o país «que compra o Correio da Manhã, vê a CMTV, aplaude os crimes cometidos na Justiça, aplaude os crimes cometidos na comunicação social», é uma parte do país, não é «o país». E ainda que o correio da manha, nomeadamente o escrito, seja dos escritos o mais lido, os seus leitores também não representam o país. Representam o país que te/me provoca asco, mas aposto o meu colhão esquerdo em como, do país que soube o que aconteceu no Porto, a enorme maioria sentiu revolta e só não a verbalizou nos casos em que não havia ninguém para ouvir. Acaso sabes qual foi a reacção da maioria dos que assistiram à agressão e aos insultos?

    O facto de a tua prosa ter provocado uma rara erecção no Broas, para quem todos (excepto ele e seu merdoso e iluminado umbigo) são/somos uma merda, devia talvez ter-te feito soar o alarme, «o que terei eu feito de errado, meu Deus?», mas enfim, ninguém está livre de uma distracção, descontamos-te essa.

    «O país» – os homens e mulheres que somos – é como todos os países, capaz do bom e do mau, do melhor e do pior, a nossa pátria é o erro e a maravilha, o defeito de fabrico e o milagre.

  19. Apesar de ser sempre o anti-racismo a atitude mais sexy e mais propensa a acicatar a indignação farisaica, o que está em causa nesta escabrosa erupção das profundezas idiossincráticas do homo tuga portuensis é muito mais do que uma nojenta manifestação de racismo: mais ainda do que as inaceitáveis cobardia e incompetência laxista dos senhores agentes ditos da “autoridade”, que as mais das vezes são fortes só para os fracos e fraquíssimos para os medianos e os fortes, as questões que se colocam são estas: que tipo de recrutamento psico-técnico é feito pelas Empresas de Transportes Colectivos? Que “formação” é dada a estes “seguranças”? Qual a responsabilidade civil e criminal dos mandantes destes potenciais ASSASSINOS LEGALIZADOS?

    É a isto que importa responder, antes de partir tudo para banhos, embalado nas tretas da “silly season”, ou nas fosquinhas da guerrilha merdiática anti-geringonça (que este ano parece não poder contar muito com o inestimável contributo do S. Pedro, terá que encontrar outros cúmplices algures…)!

  20. Repare-se como a administradora do STCP “resolve” o assunto: despede-se a Empresa de Segurança e… prontos, contrata-se outra!

    Procedimento típico dos poderes instalados da Tugalândia: em vez de se procurar as causas e resolvê-las, alterando procedimentos ou normas, pune-se quem se portou mal desta vez, SEM CUIDAR DE SABER SE AS CAUSAS DO PROBLEMA FICAM OU NÃO RESOLVIDAS!

    Pois quem é que nos garante e à senhora administradoira do STCP que a próxima Empresa de Segurança a contratar NÃO SERÁ AINDA PIOR do que a presente?

    Hã? Pois é, minha, acredito que não percebas nada do que eu estou a dizer…

  21. Gambuzina,

    Repara que o que dizes é, infelizmente, um traço dominante das nossas sociedades. De uma forma geral, o que gostamos de ter quase de borla, mas consideramos trabalho de merda (ou de preto) é subcontratado : a limpeza, a segurança, a restauração colectiva, as obras de construção civil ou de reparação, nalguns casos o proprio atendimento de clientes, etc.

    “Eu não sou racista, nem sexista, e considero tod@s os meus coleg@s na empresa (ou no serviço) como pessoas dignas de respeito. Se conheço a pessoa que limpou a minha secretaria hoje de manhã ? Claro que não conheço, isto é sub-contratado. Por falar nisso, como é possivel que o cesto dos papeis não tenha sido esvaziado, chama ja o responsabel da empresa responsavel que a gente muda para outra, ha por ai muitas dispostas a fazer o serviço por 3 €/hora ! O que é que eu esta a dizer ? Claro que sou liberal, e social, e o oposto de um racista, e acredito na igualdade e na fraternidade. Obvio que sim. Para mim um ser humano é um ser humano. Nem percebo como é que é possivel pôr isto em causa…”

    Isto é verdade à escala nacional, mais ainda à escala internacional (o quê ! 15 € por uma merda de uma camisola, devem estar a brincar com certeza !).

    Originalmente, o contrato era uma forma de tratar de igual para igual. Hoje em dia, o contrato é um pretexto para não olhar a meios…

    Boas

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