10 thoughts on “The Big Picture”

  1. Baratas tontas. Isto de uma pessoa andar cá sem saber porquê tem mais que se lhe diga. Todos esperam que alguém lhes ganhe para os vícios de uma vida onde se desperdice mais que o que ganha. Visto nesta óptica até se torna aceitável o fabrico de armamento cada vez mais sofisticado. Minudências, dirá o vALUPI!! VROOOM

  2. Vim. pela mão sempre atenta do Espreitador que é um fã incondicional daqui….e não é que tem razão?….:) vim ler. a acutilância e encher os olhos da alma com a alma das fotografias….”momentos assim” fazem acreditar que o homem é capaz….de sonhar!

    obrigada.

    bomdiacomsonhos.

  3. Pura Obamização e Yarmulkização das massas com o patrocínio dos dólares bilhões que se sumiram, electronicamente ou ninguém sabe como, logo que o brigadeiro ficou pronto para o forno, tacho ou forma.

    Depois disso já tivemos o lançamento da Recessão com aparato e publicidade, com confirmação, promessa de continuação e balires de multidões ovinas, asininas e caprinas; tivemos a Grande Morte Palestina dos Infantes do Crescente, morte Fosfórica e de Fragmentação e Provocação ao Anjo Persa que veio substituir o Anjo Ariano que virou o dente ao dono da Intriga Malvada e Secular.

    Olho a fotografia e digo com imensa tristeza que cada Povo tem o Falo que merece, mas nada dierei sobre os ângulos de entrada desse falo nos carnais canais televisivos, porque estes são tempos de azeites, azares e azelhas.

    (Todos os sobreviventes com menos de doze anos são convidados a transformarem este comento num poema. Bad luck, JCF.)

    Assim, para não dizer mais nada que possa ser tomado como insulto crianças que cuja intuição ainda não está irremediavelmente mas que possuem uma intuição ainda

  4. “I have come to the frightening conclusion that I am the decisive element. It is my personal approach that creates the climate. It is my daily mood that makes the weather. I possess tremendous power to make life miserable or joyous. I can be a tool of torture or an instrument of inspiration, I can humiliate or humor, hurt or heal. In all situations, it is my response that decides whether a crisis is escalated or de-escalated, and a person is humanized or de-humanized. If we treat people as they are, we make them worse. If we treat people as they ought to be, we help them become what they are capable of becoming.”

    – Goethe

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