Sporting, entre o PREC e o Facebook

O último treinador do Sporting a ser leoninamente à Sporting foi o Malcolm Allison. De lá para cá, passaram 30 anos de Processo Radical de Estupidificação em Curso; onde Marinho Peres é a excepção que confirma a regra. O mais recente espécimen a inscrever o seu nome no PREC de Alvalade é o Couceiro. Que homem tão estúpido, puta da minha mãe. Aquilo que fez com o Leiria, uma equipa constituída só por lagartos e que está contratualmente impedida de ganhar à agremiação fundada pelo Visconde, devia ser gravado num daqueles discos em ouro com que a NASA malbarata os parcos recursos dos americanos para ser mandado num foguete em direcção às galáxias mais longínquas, pois nesta onde estamos não há nada nem ninguém que consiga explicar aquela equipa defensiva e a demora nas substituições.

Lanço um apelo à SAD para que se livre imediatamente do triste Couceiro e passe a escalonar a equipa a partir do Facebook. Ao longo da semana, os amigos do Sporting vão dando as suas opiniões acerca dos possíveis convocados, táctica e demais considerandos, incluindo métodos de treino e política de saídas nocturnas. Depois é só contar os likes e está feito, crowdsourcing à borla. Foi assim que se fez uma revolução no Egipto, e é assim que se explicam discursos cavaquistas em Portugal. Seguramente, com o poder revolucionário-explicativo do Facebook será ainda mais fácil conseguir colocar o Vukcevic a jogar ao lado do Postiga já contra o Guimarães.

9 thoughts on “Sporting, entre o PREC e o Facebook”

  1. O anterior treinador do Sporting foi apanhado com álcool no sangue de noite em Vila Franca de Xira – isso explica alguma coisa ou não?

  2. Até eu que não sou “lagarto” sei que foi o PAULO SÉRGIO (segundo a imprensa…), mas futebolisticamente falando, nessa semana não foi o único. Ao jogador emprestado pelo Atlético de Madrid ao clube do outro lado da 2ª. Circular, “aconteceu-lhe” o mesmo… Deve ser dos ares…

  3. Meu Caro Val não sei se estás a ver. Eu andei lá dentro do jornal do Sporting de 1988 a 2006, vi muita coisa, vi muita gente, ouvi com atenção, fiz dois livros – «Os guarda-redes morrem ao domingo» e «Pedro Barbosa, Jesus Correia, Vitor Damas e outros retratos». Fui enviado especial a todos os estádios deste país, campos pelados e etc – Itália, Açores, Madeira. Em Agosto escrevi num comentário aqui no Blog que este ano não comprava o bilhete de época. Não acreditava em Agosto no treinador nem no «armani». ESta noticia de O MIRANTE deu-me razão, o treinador não tinha unhas para aquela guitarra. É isso…

  4. Eu não sou acanhado nem preciso de tradutores e não sou gajo. Aquilo do álcool no sangue já vem de muito atrás, parece-me.

  5. Lembro-me da chegada de Couceiro às Antas, aclamado como novo Mourinho e, engravatado o mais parecido com o setubalense. Rapidamente se percebeu que se tratava de alguém com o dom da palavra, apenas…

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