5 thoughts on “Sigam-lhe o exemplo, e até poderão ganhar”

  1. Isto já nem é bem uma questão de esquerda e direita , é uma questão de decência ou falta dela. É uma questão de quem tem coragem para ir contra a manada ou falar contra o vento mediático. À esquerda e à direita vê-se de repente a razão porque Salazar se perpetuou por tantos anos até cair da cadeira.

  2. LOL, sem dúvida que a direita fica muito bem representada, e porque não, até dignificada como vosmicê diz, por esse chibato com cara de bode semita que iniciou a sua »actividade política» na Covilhã, apagando as luzes do cinemateco local para distribuir panfletos do partido comunista, e acabando por defender os interesses do bloco central de negócios (o que passa claro, pela defesa do máximo secretismo, donde, as proibições de escutas, a invocação constante e o uso e abuso da regra da presunção da inocência (mais para abafar e atrapalhar a investigação, do que para prevenir abusos do “soberano”), tré-lé-lé, e por aí adiante, sempre todo engalanado e enrobado na bandeira do «Estado de Direito»). De passagem, começou a trabalhar, estagiando com o saudoso – e honesto, coisa rara no PS – Zenha (que lhe deu a mão).

    Daí (advogado de Champalimaud) o gosto pela riqueza, e, claro, adieu, ideias comunistas.

    Curioso que ele foi o protagonista de uma das maiores fantochadas que aconteceram em Portugal, que foi o caso da absolvição colectiva pública da Leonor Beleza (caso dos hemofílicos infectados com HIV oriundo de plasma barato e marado comprado na Áustria para poupar dinheiro ao erário público, dinheiro poupado esse, que, posteriormente, foi em parte parar aos bolsos do Costa Freire e do mano zézé Beleza). Logo, uma poupança com sentido de Estado.

    Na tal fantochada pública da absolvição pública, até o núncio Soares esteve presente (bem como o Palma Carlos)para grande desgosto e decepção de muita gente, que, já antevia o que por aí advinha.

    Mais tarde, haveria (o vosso Patriarca) por perguntar irado (quando, perante o descalabro do avolumar da dimensão dos escândalos do bloco central, se começou, nos tempos do PRG Cunha Rodrigues, a, timidamente, ponderar, a possibilidade de, ter que conduzir operações de investigação, para se pôr termo a tal estado escabroso de coisas) dizia eu, por perguntar irado, e até de facies trantornado, “Mas o que é que os senhores querem? Uma República de Juízes?”
    Claro que isto equivale mais ou menos a dizer o seguinte: se começam a mexer muito na merda, vamos todos dentro, e depois só restam juízes para ocuparem cargos políticos. É isso que querem?
    Salve-se o regime, e que se lixe a corrupção. À, grande estadista, este marocas! Se na altura já estava chéché, deu um passo em frente: agora diz que a eventual corrupção no caso do Bibi da Sucata, é uma minudicência. Coisas que não têm interessam. Um político não foi feito para ser investigado. Mesmo que seja venial, esse é um direito, e um previlégio, que por inerência do cargo, lhe assiste. A lei é para os outros.

    Mas eu estou a desviar-me do tema central. Retomando o DPC.

    Grande advogado?
    Sempre viveu encostado ao cavalo certo e sempre escolheu causas que sabia de antemão estavam ganhas à partida.
    Depois a rede de influências (amigos, conhecidos, e rede de entre-ajuda) que estabeleceu com as pessoas certas de quase todos os quadrantes à direita do PC, fez o resto, no tocante à »carreira de sucesso».

    Ó cara, faça-nos um favor: poupe-nos à sua provocatória desinformação, porque nós temos memória e não somos parvos.

    Quer um conselho: vá tomar no cú.

    Melhor: peça à sua correligionária que se auto-intitula galderiana, (Quadro de comentários Este Nojo vai ficar aqui disponível por anos e anos) que coloque um caralho artificial e lhe ponha pó de aspirina. Depois é só perguntar se você prefere por via oral ou como supositório. Vai ver que essa dor de cabeça lhe passa logo.

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