14 thoughts on “Serviço público”

  1. O racismo existe. Os brancos (designadamente os portugueses em Angola) que o digam. Viram a reacção em Angola a esse incidente pontual localizado no Jamaica? O alvo era o branco. Nunca vi em Portugal nenhuma reacção em que o alvo fosse o negro designadamente quando branco português é morto em Angola, o que sucede de vez em quando.
    Curiosamente, os habitantes do Jamaica, os que trabalham e são pessoas de bem, demarcaram-se da manifestação em Setúbal, junto da Câmara Municipal. Gente sensata que tem de lidar diariamente, no local onde vive, com marginais e traficantes de droga.
    Em boa verdade devia ter sido a polícia de Luanda a intervir no bairro Jamaica, que eles resolviam aquilo em dois tempos, com muito mais porrada. Nessa circunstância não se poderia falar em racismo.
    O D. O. deve viver em bairro de gente fina. Não se apercebe do racismo do negro (talvez até mais da negra) que está presente em muitos locais da vida que D. O. não frequenta. Talvez tivesse mais juízo.

  2. Isto do que se passa à volta de Lisboa é uma amostra do que se passa há muito em cidades da França.

    E já há muitas queixas na Itália.

    Vai piorar em toda a Europa, porque a juventude africana continua a fugir em massa para as capitais europeias por terra mar e ar.

    Como não há prespectivas de vida na maioria dos paises “abandonados” pelos colonialistas a invasão da Europa vai continuar, qual transfusão de sangue africano.

    A inglaterra já está a solucionar o problema com a saida da Europa e dos acordos Shengen, e nem querem saber de outras consequências.

    Querem e «fechar-se»! conseguirão?

    A Europa vai pagar as consequências de tanta asneira e abusos de séculos.

    O Último crime foi o abandono de África tal como se deu, a que se chama in dependências, do qual Portugal foi o menos responsável.

    Os africanos sabem desse abandono ao deus-dará, e exigem responsabilidades.

    A juventude em África dos jovens paises subsarianos, são milhões sem prespectivas de vida e vêm para a Europa nem que seja a nado, «vêm pedir explicações»

    Resumir à polícia e a uns caixotes de lixo a um imbróglio desta envergadura, é tapar o sol com uma peneira.

  3. Independentemente de terem sido praticados ou não actos de racismo, o verdadeiro problema do bairro da Jamaica chama-se direito a habitação condigna e até está inscrito na Constituição. E era o que importava discutir acima de tudo. Também por este motivo aliás – a questão constitucional de estado – as Câmaras PC pouco fizeram e não consta que tenham alguma especial apetência para o racismo. Pior só mesmo a visita do ex-autarca campeão do realojamento em Lisboa. A Villa que ele usou no Monsanto não conta. Em Sacavém também havia um bairro, muito similar em tudo, até há bem pouco tempo. Inclusive para as autoridades. A famosa Quinta do Mocho. Onde chegavam a morar várias famílias por assoalhada num par de torres também embargadas. Qualquer bom arquitecto explica tudo o que este tipo de guetos pode potenciar. Uma coisa é certa, o racismo também já deixou de ser tema em Sacavém. E não é que a comunidade em causa continua a morar exactamente nos mesmos terrenos? Muito ao jeito da grandessíssima obra que João Soares fez em Lisboa. Justiça seja feita, sobretudo dado à dimensão do problema numa capital como Lisboa.

  4. Enquanto a “bosta” do assessor do BE entretém a esquerda palavrosa, o nosso querido Marcelo promete “fazer merda” caso a Lei de Bases da Saúde seja aprovada só pela esquerda. Até parece que, de repente, o país se transformou numa Cloaca Máxima, abençoada por Deus e pela natureza.

  5. Portanto Marcelo exige o apoio de quem ao longo da história votou sempre contra o SNS?! Com o alibi que pretende uma lei duradoura!? Como se actual lei de bases, criada com o único propósito de destruir o SNS – já vai para quase três décadas – também não tivesse sido aprovada só com os votos da direita. Muito tem resistido o SNS. Mas deixa-o vetar. Ainda se pode transformar no grande contributo para os 2/3 necessários para ultrapassar vetos presidenciais na próxima legislatura.

  6. Muito bem kodak krome. Os comentarios sobre racismo anti-branco cheiram mal e apenas confirmam que a frequentação deste blogue esta a ficar cada vez mais problematica. Por este andar, ainda vamos assistir à fusão do Aspirina B com o Correio da Manhã…

    Boas

  7. o normal é preferirmos o semelhante a nós em hábitos educação valores cultura etc e não significa que discriminemos o diferente, apenas preferimos, e temos esse direito, situações confortáveis para nós, que não sejam fonte de conflitos, e que sabemos controlar. de forma nenhuma podem obrigar as pessoas a preferirem o diferente, podem apenas exigir-lhes respeito. em cada preto, amarelo, cigano etc, um amigo é um slogan um bocado idiota, mas parece que é isso que pretendem, uniões forçadas..

  8. A maior parte destes pseudo-intelectuais com opinião publicada nem com o vizinho do lado falam. Em contrapartida dão todos os dias três voltas ao planeta no mundo das estatísticas. Claro que há violência policial em Portugal e as minhas costas que o digam logo no 1º ano que a F1 rodou no autódromo do Estoril. Sem que ainda hoje tenha percebido porquê. Em Portugal e dependendo das circunstâncias em todos os países do Mundo. Claro que há casos de xenofobia e racismo em Portugal. Inclusive no interior das esquadras da policia. Mas os casos nunca fizeram o todo neste rectângulo à beira mar plantado que passou os últimos 100 anos a receber refugiados de todas as cores e credos. Chega a ser ofensivo para não dizer outra coisa pior como por vezes tentam catalogar a esmagadora maioria do povo português. Vou acabar por recorrer a algo que nunca achei que fizesse qualquer sentido na blogosfera mas enfim… Ainda há pouco tempo vinha na A1 e um daqueles choques em cadeia apanhou mãe e filha negras. Julgo que a criança talvez fosse solta no banco de trás. Não vi um único carro que não tentasse fazer algo perante uma criança negra com umas gotas de sangue na cara. E aqui alguém conhece algum português que tivesse feito algo muito diferente? Porque é isso que o suposto racismo faz. Ou não faz, no mínimo. Estou inclusive convencido que nem o parvo do Ventura passava incólume por uma criança cigana a precisar de auxilio.

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