11 thoughts on “Se és professor, precisas de uma lição”

  1. Nik Licker,

    A Zazzie terá falta de piça e eu falta de talo, mas a si, paloncito, a si falta-lhe, no mínimo, um meio quilo bem peasado de restos de hortaliça e cascas de batatas entre as orelhas. Trate de preencher esse vazio incapacitante.

    E acredite, meu amigo, não será só você que ganhará com isso, a sociedade em geral também, especialmente os Serviços Democráticos de Saúde que têm tido uma trabalheira do caralho a retirar à pinça, um a um, com imensa paciência, fragmentos microscópicos de mioleira de carneiro estúpido que lhe saltam para as orelhas cada vez que você comete a imprudência de ir ao talho. Deve ter a ver com osmose ou coisa do género.

    No entanto, também lhe digo, nada de decisões precipitadas sem pensar nos possiveis riscos de submeter a cabeça a banhos internos de caldo verde.. Há alternativas. Tenha uma conversa com o Carmo da Rosa sobre isso. O crânio do homem foi recentemente injectado com 250 gramas de molho de caldeirada requentada sionista e já se nota uma grande diferença para melhor: agora até anda a fazer inquéritos ao público sobre as ideias do anti-mouro-mercenário parlamentar, pro-israelita e nacionalista e grande coirão de Amesterdão.

  2. claudia, este vídeo anda a correr por aí faz tempo e, sem surpresa, tem tido muito sucesso.
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    CRÓTALO, isso do “Mas porque te queixas? Não é esta a democracia de merda que tanto admiras?” é para quem e a que se refere?

  3. que seja uma coisa simples e transparente são os meus votos, com aquele fluxograma que meti algures mais os ponderadores que se fabricam, podia-se classificar bem um mau professor dos bastidores e dar cabo da vida a uns jovens esforçados e bons professores só porque eram inconvenientes

    http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=933007

    Valupi, imagina que só agora percebi (isto é: anteontem) que a grande ‘força negra’ aqui era a igreja católica ligada aos interesses imobiliários e ao apagar da paisagem sagrada pagã. Cretinos, ainda andam nisso, mas venci-os, já vem uma jornalista tomar conta da história que isto só fica tratado se fôr público, enquanto me continuam a chegar notícias romanas, dos antigos donos e de uma arqueóloga independente.

    E uma das armas mais poderosas que zurzi foi aquele cristianismo celta de que me deste notícia. acho que como isto sobrou para mim sem que eu percebesse porquê, imagino que é porque sou pagão, e portanto não tenho medo nenhum da excomunhão, porque andava para aqui um mistério enterrado.

    Tem um cheiro de aventura dos Cinco

  4. z, a dessacralização da natureza começa com o judaísmo e a noção de uma divindade transcendente. Sendo um monoteísmo, não ficaram deuses na Terra, nem na terra… O cristianismo, que é uma variante do judaísmo, continuou nessa senda. Mas, atenção, está ai também um dos pilares do edifício – e da aventura! – da ciência.

  5. está bem visto Valupi, mas há modos, por exemplo aquele cristianismo celta é muito mais integrativo, não obliterando as raízes. Calha que o pároco daqui daqui é particularmente verrinoso, mas também não é isso que vai inflectir o processo.

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