se assim fôr, que sêja

Miguel Esteves Cardoso, em Uma vez de cada vez, texto que se recomenda por mais do que uma razão, saiu-se com a surpreendente calinada do “fôr“. Sabemos que os jornais já não têm ninguém para corrigir os textos antes de serem publicados, e, pelos vistos, quem os escreve poderá estar a abdicar do corrector ortográfico por hábito ou circunstância. Mas a pilhéria do episódio vem de o Miguel ser um dos mais notáveis escritores portugueses do pós-25 de Abril, alguém que não associamos a dislexias ortográficas deste calibre tão básico – ou a qualquer outras, sendo ele erudito e estilista. Obviamente, deixou-se levar pela fonética num automatismo gráfico, e não reviu o texto.

Lição? Quando se cai em graça é tudo engraçado.

14 thoughts on “se assim fôr, que sêja”

  1. viste o original ou achas que o gajo é responsável pela revisão? tá em segredo de justiça como dizeria o ambilopes.

  2. também te digo que são mais as vezes que, estando já um pouco esgotado, o MEC não tem piadinha alguma. precisava de meter baixa por uns tempos.
    mas por acaso quem me dera que for ainda usasse chapéu: adoro-o. :-)

  3. Valupi
    Olha que tens telhados de vidro.
    E quem tem telhados de vidro…pode acordar com os ditos cujos partidos!

  4. Contumaz, deves estar a falar de alguma coisa interessante, mas vais ter de te esforçar um bocadinho mais para que perceba o que é.

  5. Segundo o acordo Ortográfico de 1911, fôr, escreve-se com acento circunflexo.

    Aliás, também se pode dar o caso de FOR que, VALUPI E IGNATZ, são a mesma pessoa.

    E para que se melhor compreenda porque o VALUPETA ficou aquí sózinho, recomenda-se ligar um motor de busca e digitar ASPIRINAB Fernando Venâncio, ASPIRINAB Daniel de Sá, e outros que constam da enorme lista VISITAS ANTIGAS .

    A não perder, os comentários de Zazie, no caso Fernando Venâncio.

  6. e o que é que você faz de útil por aqui – a não ser fazer número, acho eu, nem sei se trata de uma fachada em duplicado, precisamente para dar a ideia que são mais do que na realidade são ?
    Não me recordo de nenhuma colocação relevante sua aquí, apenas esboços de ironia mal -conseguida, por sinal , – e animadora de claque, de quando em vez

  7. Jpferra

    Sou o bicho carpinteiro
    Trabalho pró contraditório.
    Não prezais e não pugnais pelo contraditório ?
    Então …

  8. “ai sim?, vou-me suicidar porquanto a tua opinião me afecta. :-)”

    de regresso compra pilhas para o aparato que tens debaixo da almofada.

  9. O IGNARALHO esquece de referenciar o que lhe dá a pica toda a a noite. O gajo até já arranjou entorses e deu conta da coluna à conta disso. Quanto à língua dele, parece a de um cão rafeiro, descaída e ostensivamente mal cheirosa. Ele é exemplo dele próprio.

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