15 thoughts on “Salubridade – bem raro no espaço público”

  1. Então mas este gajo não foi a lebre largada pela direita para vir para a TV declarar Sócrates como derrotado no debate final com o Passos? De facto já só me falta ver um porco andar de bicicleta.

  2. Concordo com o Alcoólico. O Sousa Tavares não é de fiar.Um arrogante nojento! E Sócrates ainda o convida apesar de…Vá lá a gente perceber esta maralha.

  3. Nem sempre concordando com tudo o que diz e escreve, Miguel Sousa Tavares é inegavelmente um homem de grande frontalidade.

  4. Qualquer salamaleque e encomiástica referência ao Messias desta seita jà é sintoma de salubridade e vitalidade do espaço público: mesmo que seja o Miguelinho troca tintas ou qualquer outro abutre encartado nas artes do comentário a metro e ao gosto dos fregueses.

    São sempre enternecedoras estas manifestações de devoção e paixão pelo Santo Pinóquio. Amen

  5. Miguel Sousa Tavares lembra às vezes, pelas boas razões, o pai dele, que quase toda a gente esqueceu, mas que foi uma das personalidades mais interessantes e corajosas da vida pública portuguesa durante anos e anos. Faz cá falta agora. O que ele não diria deste bando de medíocres que nos governa!

    Miguel Sousa Tavares herdou do pai, além de defeitos, várias qualidades raras no mercado, como o carácter, a hombridade, a honestidade, a independência e o bom senso. Parece que não herdou outras, como a combatividade dirigida para causas relevantes – ou será que as não há hoje? Não sendo político, consegue olhar a política com algum respeito, embora chame nomes a alguns palhaços que nela andam. Pode também dizer asneiras, frequentemente até, mas continuará sempre muitos furos acima da canalha que nos habituámos a ler e ouvir na comunicação social.

  6. O antigo presidente da Câmara do Porto é aquele que reúne melhores condições para governar e deve avançar já com uma candidatura à liderança do PSD, defende a maioria dos inquiridos no barómetro i/Pitagórica.
    O jornal “i” faz hoje manchete com os resultados desse inquérito, segundo o qual 60% dos inquiridos consideram que Ri Rio deve candidatar-se à liderança do PSD.
    O ex-autarca do Porto é ainda votado como o mais bem preparado para governar o país, com 26,4%, seguido de Passos Coelho, que reúne 22,5%. Na terceira posição surge António José Seguro (12,1%) e na quarta o ex-primeiro-ministro José Sócrates (9,1%).

  7. nem com os favores e lambe botismo nojento do Miguel Sousa Tavares (que só os crentes e apaniguados do Santo Pinóquio acham que é boa publicidade) o Pinócrates consegue mais de 9 %.

    Pergunta: porque será ????? alguém quer responder ??

  8. Até o MADEIRO de Penamacor tem um pouco mais de favoritismo … que o Pinóquio ????!!!!!!

    MAS que sintoma tão interessante e saudável de SALUBRIDADE do Espaço Público. Muito Bom …

    E esta ????

  9. Não se acanhem em comentários e análises porque atè o asqueroso e imberbe Passos bate os XuXas …

    que se passa com este País ???

  10. Só podem ser uns ingratos os Tugas da Sondagem, como é óbvio. E devem ter sido escolhidos a dedo. Só pode. Tá na cara de toda a gente. INGRATOS.

    Depois de ter governado este País com denodo, competência e sucesso, como nunca antes tinha sido observado nos anais da Democracia, e, coitado, ter sido obrigado com uma pistola na cabeça a pedir a intervenção da Trtoika para o estado não ir à falência (decerto por culpa deste governo), os Tugas não reconhecem mais que 9 % de capacidades a este génio e providencial homem ????

    Só pode ser mesmo uma gradecíssima filha da putice e INGRATIDÃO.

    Tugas Ingratos

  11. A merecer alguma credibilidade a sondagem que aqui aparece referida, cada vez menos sei o que dizer desta pobre terra e desta pobre gente.

    Por isso, peço licença a Carlos Barbosa de Oliveira para deixar aqui um excelente post seu de 6 de Dezembro no blog Crónicas do Rochedo, que pela sua dureza sem rodriguinhos não tive coragem para referir ainda nesse mês para não chocar muito o sentimentalismo ainda um tanto bacoco da nossa gente. Aqui vai:

    “Este mês de Dezembro não me iluminou com o espírito natalício. Não me apetece perdoar, não tenho vontade de sorrir e sei que este será o pior Natal de toda a minha vida …

    Ao perceber que o Portugal de Abril morreu e a escumalha venceu a batalha, com a conivência passiva de um povo mesquinho, reles e cobarde, perdi a paciência para ser comedido nas palavras, perdi a capacidade de perdoar e de sorrir.

    Perante o cenário de miséria que se adensa, para gáudio de gentalha medíocre e reles que apoia e se revê orgulhosamente na escumalha que se alcandorou ao poder cavalgando a mentira e a insídia, é difícil manter a compostura.

    Não é fácil reagir com sobriedade aos actos terroristas de um grupo de fanáticos que pretende destruir a classe média e dizimar os funcionários públicos e pensionistas do Estado com o sadismo próprio dos ditadores loucos, ou aceitar com complacência que um membro do governo confesse na Grécia estar ao serviço da Alemanha para trair os portugueses, perante a passividade do PR. Ou admitir como normal que a única solução para este país seja o assistencialismo, o voluntariado ou a caridadezinha, que enriquece os Belmiros e os Alexandres, e enche os cofres do Estado mas distribui parcas migalhas a quem tem fome.

    Vomito de nojo ao conhecer o teor das condolências enviadas por Cavaco à família de Mandela. Esse ser abjecto que – era então primeiro ministro – se colocou ao lado de Reagan e Thatcher, votando contra uma resolução da ONU que pedia a libertação de Mandela e manifestava solidariedade com o ANC, vem agora enviar uma mensagem asquerosa, onde enaltece as qualidades do defunto, que noutra época repudiou. A mensagem de Cavaco faz-me lembrar o assassino que comparece, choroso, no funeral da vítima, oferecendo os seus préstimos para ajudar a descobrir o autor do crime. Haja vergonha!

    Transpiro ódio por todos os poros aos bandalhos prepotentes que, cavalgando a democracia, exercem o poder de forma tirânica, como se a democracia fosse pura e simplesmente a imposição da lei do mais votado e não um diálogo político e social permanente.

    Cheguei ao momento em que deixei de acreditar na força do diálogo, na persuasão ou na boa vontade. Já não é possível salvar o país através das palavras. Chegou a hora de agir.”

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